Poemas Decidi Ficar na minha
A minha vida no embalo do reggae
A minha vida, a minha vida
Só no embalo do reggae
Só no embalo do reggae
Canto louvores ao Senhor
Canto louvores ao nosso Rei
Pois Deus é o Rei
Eu canto assim:
Só no embalo do reggae
Só no embalo do reggae
A minha vida, é a minha vida
O jeito que eu encontrei
É no embalo do reggae
É no embalo do reggae
A minha paixão, o meu amor
Quando eu te encontrei
Foi no embalo do reggae
No embalo do reggae
A minha vida, a minha vida
Vibrações positivas
Agora, no embalo do reggae
No embalo do reggae
"Cultivo plantas por várias razões;
Para prazer de meus olhos ou prazer de minha alma; para estimular os elementos ou estimular minha paciência; Por coisas novas ou por nostalgia. Mas, principalmente, para alegria de vê-las crescer". David Hobson
Eu,além desses belos motivos, cultivo plantas por que elas fazem parte de minha vida, de minha família, de meu ser. Sou também um ser vegetal. Me alimento da terra, do ar, da água e minha alma desabrocha diariamente em contato com elas.
Fiz da minha dor um momento de profunda reflexão.
Fiz da minha decepção um resumo do que eu não queria mais.
Fiz do meu amor-próprio um novo ponto de partida.
Fiz das minhas feridas, cicatrizes para eu sempre lembrar dos lugares que eu não devo voltar.
Fiz de mim eu mesmo, pois cansei de procurar culpados e passei a encontar respostas. Assumindo meus erros e enxergando sempre adiante, achei conforto na aceitação de que, nada é para sempre e estou numa constante evolução.
Solitário coração sem destino ou dono.
Mero capricho da natureza...
Desatino minha vida...
Assim mesmo no silêncio.
Toda via em mar distante
Sem as estrelas para guiar...
Devagar puro vagante...
Qual rumo tomar...
Diante da possibilidade...
De sempre a tempestade trêmula...
Viaja sobretudo a imaginação.
Nos olhares atentos e sombrios.
Sobre o coração que pena...
Tantos atribuídos ao longo período...
Tristeza ou desespero
Luz que terminou em lagrimas...
Caçoas de uma complicação...
Mais que o nada mais que homem...
Deslocou para terras desconhecidas...
Trevor obscuro benevolente até que acorde...
Sempre que possível em sua sobriedade...
Caos sem dúvida para alma...
Que esteja nas profundezas do coração.
Minha ambição
Eu quero ser música aos seus ouvidos
A sua paixão avassaladora
O repertório que te faz sorrir
A paz que faz sossegar sua alma
O repouso do seu corpo
O travesseiro para descansar seu pensar
O néctar que adoça sua boca
O desejo que te faz suspirar
Poetisa
Islene Souza Leite
COMPANHIA (o canto da Cotovia)
"Canta ao longe a Cotovia
Seu canto é minha companhia,
nesta tarde de solidão.
A solidão calada, fincada,
nos olhos saudosos do seu objeto
de indagação.
Canta, canta Cotovia, gracejando
pelo ar, aqui perto, vem pousar
E me responde a questão.
Por onde anda, o bem meu,
Por onde vai o seu rumar,
Dizem que segue, para outro amar.
Como é triste esse vagar na esperança
de encontrar, o amor que a Cotovia
faz lembrar neste, fim tarde quando chega,
a Lua Cheia, sobre o mar,
Onde se ouve um canto uníssono,
Cotovia e solidão.
Já, logo ali daquela árvore,
vem a bela melodia, de saudade
e aceitação".
Tua boca na minha..
teu corpo no meu..
suspiros,gemidos,prazer..
a melhor noite da minha vida..
minha alma descobrindo vc...
Cola tua vida na minha..
Vamos escrever nossa história. .
nas linhas tênues do seu corpo..
Vou deixando minhas digitais..
e que o amor diga amém. .
e vá eternizando nossas memórias..
O vento trouxe teu cheiro..
meus pensamentos, o teu semblante. .
minha memória trouxe à tona.. teu nome..
e meu corpo.. As vibrações do teu corpo..
e minha pele.. o calor de tua pele..
e na boca o teu gosto.. teu Beijo. . teu mel..
mas a vida não me trouxe vc..
Só lembranças frustradas daquele tempo..
que ainda insistem em me endoidar...
Como posso te dizer adeus..
Se essa vontade não é minha..
Como posso apagar da minha vida..
algo que já está gravado..
sacramentado.. e faz parte de mim...
Como posso esquecer vc..
Se já fazes parte de mim...
Sentimentos esses...
A minha "maior decepção" é ter acreditado em alguém que "enganou" meus sentimentos e mesmo assim não consigo ter mágoa dessa pessoa.
É olhar pra trás e ver que foi tudo uma ilusão, poder observar que foi apenas algo insignificante.
Porque de tantas e todas palavras que me foram ditas, hoje é mesmo como um nada.
Foi algo tão insignificante que foi pior do que palavras apagadas com uma borracha.
Porque por mais que você apague,ali ficam as marcas do que se foi escrito, ao contrário do que aconteceu.
Hoje é como se não ouvesse um certo "passado", por menor que tenha sido.
Como sempre, fui traída por mim mesma, traída pelos meus sentimentos.
Apenas olho hoje como telespectadora (algo que não sou), fico olhando e relembrando coisas que na época me faziam bem, hoje me fazem ver o quão boba fui, de saber a verdade e mesmo assim acreditar no inimaginável... E por mais que escreva, não sei dizer ao certo qual sentimento esse que ne consome.
Talvez seja um turbilhão de sentimentos ou apenas um que me deixa confusa.
E uma sombra de dúvida paira em minha mente;
Me faz questionar se estou consciente;
Talvez seja só uma questão de vertente;
Mas sinto esse orgulho de por ser diferente;
Me agarro na fé de seguir em frente;
Vivendo feliz com a minha gente;
E entre a casa da vizinha
e a minha
a lua
majestosa
quase cheia
poderosa
incendeia....
mel - ((*_*))
Boa noite meus bons amigos!!!
Alguns meses atrás eu te adquiri. ✏
Ficastes na escrivaninha à minha espera.
Hoje eu te observei bem, te toquei.
Te peguei nas mãos e a curiosidade apareceu...
Observei tua capa, contra capa,
sumário e apresentação.
Comecei a percorrer meu olhar
em ritmo de leitura :
"Por que Estudar a Velha"
*********************************
Meus olhos brilharam
acompanhando meu pensamento
numa velocidade eletrizante...
Aconteceu o elo, o pacto, o interesse....
Estou me apaixonando por você!
(Lendo A VELHA de Barbara G. Walker)
mel - ((*_*))
Não deixei uma lágrima cair,
Engoli o meu choro, o meu grito...
...Sufoquei minha alma.
Pra poder viver,
Pra poder viver...
Presente(mente)
Ainda assim me possuis
Não vês?
Na claridade que acende o dia
Minha luz te guia.
Na torpidez do pensamento
Quase anestesia.
A música que toca
Embala a alma
E valso nas memórias
Encharcadas
Tocando meu céu
E te trago pleno...
Não vês
O quanto és meu?
Rita Eduardo
Desde que lhe vi,
Sossego não tive mais.
As lembranças e os beijos,
De minha memória não sai.
Você se foi,
É em lagrimas eu fiquei.
Naquele martírio de dor,
Quase morrendo de amor,
Por alguém nem um beijo se quer troquei.
Há quisesse Deus,
Que de voz eu me esquecesse,
Que de ema vez,
Você de minha mente saísse.
E de amor jamais padecesse.
Há quisesse Deus,
Que para meus braços,
Você voltasse.
Que para sempre,
Em meus braços você ficasse.
E de mim jamais se distanciasse.
Minha senhora,
De pele macia e cheirosa
E de uma beleza esplendosa
Seu maravilhoso cheiro
Iguala-se a de uma rosa
Minha senhora,
Com essa distancia teu amado por ti chora
Saudade do amor que por ti senti outrora
Daquele tempo que passei
E de ti mi distanciei,
E na saudade eu fiquei com o cair da aurora
Minha senhora
De saudades estou para morrer
Pois sem você do meu lado
Eu não sei viver
Já tentei lhe esquecer
Mas meu coração
Só pertence a você
Minha senhora,
Volte para mim, pois lhe suplico.
De joelhos, seu perdão.
Pois quero que volte
E se estiver com a sorte então
Não irei ouvir outro não
E a ti entregarei meu coração
Desatinadora
Guardou-me o tempo meio as trevas,
minha dita poesia,
ditada por tal alegria,
qual consumia dor em noite fria,
fizera-se em canção,
por entre migalhas morte logrou,
qual glória desbotou-se em jazigos,
ceifada vida desfez,
levadas em cantigas sem dó nem ré...
Fabiola e Fernanda
Uma parece à noite
A outra parece o dia
São duas meninas
Na minha vida uma alegria.
As duas tem personalidade
Estuda com amor
Eu fico com saudade
Dessas duas flores
Não sei quais as dores
Que elas sentem
Mais o que desejo
É somente o bem o bem.
A Fabíola tem sangue moreno
Sangue quente do nordeste
A Fernanda não tem sonhos pequenos
O caráter das duas enobrece
A família agradece
Siga os sonhos seus
Tenha fé em Deus.
Poeta Antônio Luís
