Poemas de Vazio
Você já sentiu um vazio na alma, quando nada te deixa feliz e parece que algo está faltando em sua vida?Como seres espirituais que também somos, nós, humanos, temos uma alma que precisa ser preenchida por algo ou alguém. Precisamos estar cientes das nossas fraquezas e o que tem causado a sensação de vazio na alma. A partir disso, quando reconhecemos nossas fraquezas, Deus pode agir, procure a intervenção divina!Antes que o inimigo preencha!Rosinei#Nascimento
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
O escuro, é a ausência de luz.
O silêncio, é a ausência de som.
O vazio, é a ausência deátomo.
O mal, é a ausência de Deus.
O eco ressoa no vazio,
Sem nada para responder.
Mas o amor preenche o espaço,
Fazendo o coração se aquecer.
Nada tem o significado real do
vazio.
Quando o sol se põe depois da
meia-noite eu percebo que faço do
meu nada um tudo em poesia.
Minhas palavras são puras
como água de fonte, minhas
anotações se tornam melodias
as quais danço com a destreza
de malabaristas brincando com
estrelas.
Meus sonhos ganham cores e
posso até jurar que ainda estou
viva.
Quando o sol se põe depois
da meia-noite tudo é possível
no universo que criei pra mim,
inclusive sua existência.
Hoje em mim a vida pousou no deserto
O ar é vazio
Em vão meu peito avança pro nada
Estou só
Morri e não vi!
(Rodrigo Gael - Portugal)
Eu rolo, mas está vazio
Você costumava deitar aqui ao meu lado
Eu engulo meu orgulho porque está tudo em mim
É tarde demais? Me perdoe
Você quis dizer o que você disse? Você está com raiva?
Perdi mais que um amigo, agora estou de joelhos
Eu não sei por que estou rezando esta noite
Mas se você pode me ouvir
Diga-me se você me ouvir
Sim eu te ouço, você nunca saiu de dentro de mim.
“ ha de vir o epitáfio “
No vazio do dia
Há de vir o sol
E se ele não nascer
O que ira acontecer?
No brilho da lua,
Que ela insiste em roubar
Se o sol nao sofrer
Como a lua ira se gabar?
Na solidão barulhenta da vida
O movimento se faz constante
De um ciclo errante,
Que há de acabar
E no silêncio da pré-noite,
Que há de vir essa solidao
Onde nossos neurônios trabalham
Para por pouco tempo descansar,
E a gente reclamando nesse lugar
É so pensar no trabalho constante
No movimento uniforme do nosso corpo,
Que mesmo relaxado
Há de ter a tônus muscular
No relógio infinito do universo,
Que talvez um dia há de parar
Os batimentos o compõem
Para no final repousar
Repousar no vermelho ou no azul e no branco
Eterno infinito, real infinito,
Que há de vir no limbo
Onde no silêncio de um moribundo
Súbitos suspiros exalaram
Para por fim na nossa inércia solidão.
Borboletas são flores que voam
Bailando no espaço vazio
Na imaginação que povoam
Nascentes e margens dos rios
É breve a sua passagem
Com seu romance entre as flores
Garrega nas asas coragem
Num mundo carente amores
-deus é tudo, deus é nós e mais;
-o vazio existe portanto faz parte do todo;
-o todo preenche o vazio;
-como tudo o todo eo vazio são juntos;
-viver é partilhar o todo;
-a vontade e imaginação fazem parte do ser e do ego que partilham o todo;
-a vontade e a imaginação fazem parte do todo;
-o tempo é a medida de gerir a existencia;
-a vida é a forma de gerir a morte;
-a morte é a forma de gerir a morte;
-mesmo o vazio mais profundo, partilha com o todo;
-nem o fim é livre do começo, a origem é o traçado do ser;
-o homem é uma maquina projetada com um proposito que nunca vai entender;
-o humano é a unica maquina que cria o proprio sentido de existencia;
Vives tu -
Na pobreza dos meus sentidos
nas vagas ondas dos meus pobres
pensamentos
no vazio dos meus desejos
na dolência dos meus sonhos
na agonia do que faço e sou
no peso do meu braço
no andar que me atrapalha
na falta de vontade que me habita
na solidão que me trespassa
na angústia que me atravessa ...
... apenas vives tu! ...
E aí onde tu estas é onde nada sou ...
uma pequena gota de essencia em um corpo vazio com um buraco negro no cenro de seu ser, uma vida sem sentido uma redenção por busca excessiva de um proposito... minha alma não passa de um vazio resquicio de um "EU" e de uma essencia
-william
SAUDADE QUE CONFESSO
Depois que te perdi, só depois, da tua partida
Senti no peito, um vazio, que cá eu confesso
Um calafrio na alma, aquela pior dor sentida
E, se há igual, parecida, afirmo, não conheço
Suspiros sofrentes e aquele choro espesso
As noites tão compridas na ilusão perdida
Ladeando a emoção, cujo o certo endereço
É o coração, que arde numa aflição sofrida
Depois que foste, só depois, singular paixão
Me vi significado em uma constante tortura
De sussurros duma surtada dorida contrição
De não retribuir, a ti, o carinho que me dava
Com exatidão, repondo com minha ternura...
Ah! Saudade, está sensação, não imaginava!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07 janeiro, 2023, 19’56” – Araguari, MG
Vazio
Eu simplesmente desisti,
Tentei entende-lo
Mas não consegui
Tentei enche-lo
Mas não consegui
Tentei esquece-lo
Mas não consegui
Tentei de tudo
Mas de novo estou no limite,
Eu simplesmente desisti.
Dificil amar nesse devasto mundo
De atritos e tensões
Caos e inúteis sensações
Vazio de sentimentos
Vazio de conexão mística que provoca pulsar ardente
Fica preso a teoria da solitude é o que resta.
E quando meu coração se encontrava frio
Você o aqueceu
E quando ele estava vazio
Você o preencheu de amor, confiança, positividade...
E quando ele esava na escuridão
Você trouxe luz
Você deu sentindo a tudo novamente.
Gratidão.
A coisa mais abundante que existe.
Eu sempre tentei preencher o vazio, nunca me dei bem com folhas brancas e com o silêncio, nunca me dei bem com o vazio e com o espaço, sempre me encantei com as estrelas.
Eis que me peguei pedindo abundancia e de repente me veio o vazio, para mim abundante era o conteúdo, não o espaço.
Eis que me peguei pedindo abundancia e de repente me veio o nada, para mim abundante era o movimento, não a parada.
Eis que me peguei pedindo abundancia e de repente me veio a distancia, para mim abundante era a companhia, não a solidão.
Eis que me peguei pedindo abundancia e de repente me veio a calmaria, para mim abundante era a música, não o silêncio.
Quanto tempo levou para eu valorizar o espaço
Quanto tempo levou para eu valorizar o nada
Quanto tempo levou para eu valorizar a distancia
Quanto tempo levou para eu valorizar a calmaria
Quão valioso é o espaço, a parada, a solidão e o silêncio, afinal é só no vazio que há espaço para o novo, só no silêncio há espaço para composição, só na solidão se consegue ouvir a si mesmo, só na calmaria mora o tempo necessário para as boas decisões.
Hoje escolho adotar o silêncio como música, o vazio como criador, a solidão como solitude e a calmaria como conduta.
É na abundancia do vazio que mora o mar de possibilidades a serem preenchidas pela criatividade que nos foi divinamente entregue e que por tantas vezes eu neguei buscando preencher por não saber me fazer companhia e não ouvir a musica dos meus próprios pensamentos que só toca no silêncio.
Em nosso peito mora uma lagoa nesta lagoa mora a “intuição” que é o sopro que nos direciona pelo caminho, mas a tal "intuição" só consegue falar com a gente com grãos de areia, como ouvi-la em águas barulhentas e agitadas?
Ouça seus grãos de areia, vou ouvir os meus.
Todos precisam de algo,
preencher o vazio,
transbordar, sorrir,
sonhar e sentir.
A busca sempre será
o que nos mantém vivos.
Encontro-me envergonhado e assombrado, estou em um lapso que compreende o Eu e o Vazio.
Acalento-me na solidão e me junto à partículas que dos meus olhos desabrocham.
Sou esse erro divino que no profundo guarda pingos esquecidos de esperança.
O vazio em pessoa.
Perdi-me de mim.
O sarcasmo era frustração
de um coração vazio...
Como em um sentimento insperado
de se sentir sozinho;
