Poemas de uma Linda Moça

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⁠Moça

Põe fogo no seu coração
Sonhos no seu pensamento
Liberdade no seus passos
Leveza no seu tormento

Se deixe levar pela vida...
Não importa o dilema
Mergulhe intensamente
Faça valer a pena

Seja flor no seu deserto
Seja a lua no seu oceano
Seja asa no seu silêncio
Seja seu próprio plano
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️

Todos os direitos autorais reservados 22/09/2021 às 16:15 hrs

Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues

⁠Moça do corpo moreno
Olhar tão pequeno que me acolheu
Meia sem graça por fora atrapalhada
Mais o coração tão grande que abraçou o meu
Ela é na dela porém logo eu
Cheia de histórias engraçadas
Consegui arrancar um sorriso teu

Seu medo da vida o qual eu aprendi não ter
Me fez te querer só pra te dizer
Que seu tempo é seu tempo
E mesmo que por momentos
Eu vou querer viver com você

⁠Ei moça, sua verdade é maior do que os outros podem ver...

Você não imagina a força que tem, nem faz ideia do quanto as pessoas admiram a sua bravura.

Talvez você nem tenha se dado conta do quão grandiosa é, e tá tudo bem, você até acredita em sua grandeza, mas não consegue viver essa grandiosidade e sua essência por não acreditar 100% em seu potencial.

Menina dos olhos de jabuticaba, o mundo é seu... não tenha medo, se entrega de verdade e o mais puro dos mundos que sempre sonhou estará aos seus pés.

A vida passa num piscar de olhos, seu mundo perfeito está em suas mãos. Não tenhas medo das decisões que tomar, só tenha certeza de sentir a verdade dentro de si.

Menina que vê o mundo como uma criança, sem maldade e com amor, você é luz, mesmo que em dias turvos, você é sol, mesmo que nublado. Você é vida e a vida habita em você, com seus anseios, com seus porquês, você reina luz por onde passa e só basta acreditar em você.

Ei moca, te desejo a vida como os sonhos que você sonhou, pois você merece além dos seus mais sinceros desejos.

Mulher e moça do Brasil,
Pomba livre de todo o exílio.
Livre és sim minha amiga,
de voar, no teu jardim!
Vai voando, pois então,
mais alto que a razão!
Voa por toda a paragem
nessa tua liberdade, vai! Vai!
Vai! Voando em voos altos!
Por terras de Portucalen!
Até que um dia, tu e outros
ao céu possam ir.
Nesse teu modo de ação!
Vai cantando uma canção.
Uma canção de tempos antigos.
Uma canção antes do tempo,
uma canção para teus amigos!
Faz-nos sempre lembrar,
do teu canto, Princesa do amor!
Até que em nós, jamais
tenhamos qualquer dor!

(Dedicado a uma funcionária que deixou de trabalhar nesta unidade de trabalhos continuados)

⁠MOÇA DO DECOTE
Poema de Félix Di Láscio

Está em mim
O brilho do seu rosto.
Que é constante
A todo momento.

Que maravilha,
Teus seios palpitantes!
Parecem voar
Sobre mim e em
Minha direção
Cheirinho Abbey.

Moça do decote
Advinha o que pensei?
Pensei em ti,
No Havai.
- La vie est belle!

⁠Moça bonita, pra onde tu vais?
Não corras pra longe,
não sumas no mundo...
Dá-me uma chance,
um olhar de relance,
talvez um sorriso
de canto
de lado
quiçá tua paz ...

Valnia Véras

Amada, dos olhos castanhos e bela moça,
Mãe adorável e trabalhadora,
Com sua força e dedicação incessante,
És exemplo de determinação e bravura.
Teus olhos brilham com ternura,
Refletindo amor e cuidado a cada criatura.
Com sorriso doce e alma acolhedora,
Espalhas bondade por onde quer que percorra.
Batalhadora incansável, com coragem enfrentas,
Os desafios diários, sem medo, nunca te lamentas.
Com mãos ágeis e habilidosas, constróis a vida,
Deixando um legado de trabalho e lida.
Teu abraço é o porto seguro em tempestades,
Teu colo acolhedor é lar para todas as verdades.
Com sabedoria, guias teus filhos pela estrada,
Plantando valores e sonhos como sementes plantadas.
Sinara, és sinônimo de amor e persistência,
Um exemplo de mulher com fibra e resistência.
Que o mundo reconheça tua jornada vitoriosa,
E que recebas em dobro toda a felicidade formidosa.
Que a vida te retribua com sorrisos e alegrias,
E que sejas honrada em todos os dias.
Sinara, mulher admirável e batalhadora,
Teu nome grifará uma linda história.

⁠Das terras
De Tanquinho
Sica saiu
Inda menina

Do pau-ferro
Fez fazenda
Sinhá moça
Bailarina

Do rio do peixe
O pescado
Da roça
Travessura

Do monte
A vitória
Da emancipação
A aventura

Uma vila
Um vilarinho
Uma benção
Uma sina

Do recôncavo
Santo Antônio
Índia perolada
A capela ilumina

De santana
Feira escola
Dos santos
Magia pura

Da rodagem
Partiu chegada
De São Paulo
Graça e bravura

Dos anos
Fez sua história
Paixão e trabalho
Auto estima

De menina
Fez-se mãe
Do amor
Que se fascina

⁠Anotei suas palavras na hora de partir,
eu senti a mágoa, da moça, do meu amanhã,
eu vou voltar pra juntar os cacos,
talvez algum dia...
Depois de tudo que eu passei,
eu sou pescador dos percursos,
regressando os erros do presente,
pedaços machucados e feridas que não fecharam...
Vou refazer meu percurso,
a felicidade de ter uma saudade,
de coisas boas quando morava por aí,
Repensar primeiro e reunir as cores do abraço
a alegria de ver terra nova, um amanhã...

Como Dois Animais

Uma moça bonita
De olhar agateado
Deixou em pedaços meu coração
Uma onça pintada
E seu tiro certeiro
Deixou os meus nervos
De aço no chão

Foi mistério e segredo
E muito mais
Foi divino brinquedo
E muito mais
Se amar como dois animais

Meu olhar vagabundo
De cachorro vadio
Olhava a pintada
E ela estava no cio
Era um cão vagabundo
E uma onça pintada
Se amando na praça
Como os animais

A moça é capaz
Ela dança, faz roda, conta histórias
Acorda e levanta
Sacode e rebola
Brinca com o azar
Ri dos problemas
Chora quando preciso
Arruma o cabelo
Olha pra si
A moça se vai
E volta quando preciso
A moça, mesmo tão moça não é do agrado.

Quantas forem em mim de certo uma serei eu: menina travessa, mulher ardente, garota sapeca, moça que dança ao som da zoeira, descendo ladeira, pulando estrada, subindo no bonde, andando a pé, correndo na rua, olhando estrelas.
Beijando na boca, tocando teu corpo, curtindo teus olhos, ouvindo besteira.
Quantas for eu, uma será a que escolheu !

Ei moça, se não fosse a distância,
e a proibição em me locomover,
saia daqui correndo...
Só pra te dar o resto de mim,
meu coração já é seu.

Ei moça!
Às vezes
não é amor.
É só um desejo
de não estar com
mais ninguém. Só com você.

Ei moça você não
é só o amor da minha vida...
É meu pedaço de Deus aqui na terra.

“Moça Amarela”



Segunda letra,

segundo andar...

alegria, vem me notar!



Segunda sala,

segundo piso:

lá está o teu sorriso.



Segundo passo,

meu olhar caído,

ouça meu pedido.



Letra dois,

moça manhã,

no pretérito e amanhã.



Moça manga

do olhar de ouro,

ouça o meu coro

que canta, em silêncio,

a tua face,

porque o nome,

só Deus sabe...



Moça mais-que-fruta:

jasmim-manga

número ouro.



Distante divindade,

finda humanidade —

mas, ainda, sincera­­­.



Amor? divino ser,

sou mais amigo que paixão,

veja as notas do violão

que violam minha canção,

no baralho de emoção...

que o tempo,

segue em vão.



Tempo, tempo de graças

por dois anos serão farsas.

Segundo passa,

amada passa,

amor será estrada —

e um nome como nada...

“Moça Jasmim”



Segunda letra,

segundo andar...

alegria, vem me notar!



Segunda sala,

segundo piso:

lá está o teu sorriso.





Segundo passo,

meu olhar caído:

ouça meu pedido.



Letra dois,

moça manhã,

no pretérito e amanhã.



Moça manga

do olhar de ouro,

ouça o meu coro

que canta, em silêncio,

a tua face,

porque o nome,

só Deus sabe...



Moça mais-que-fruta,

jasmim-manga

número ouro.



Distante divindade,

finda humanidade —

mas, ainda, sincera­­­.



Amor? divino ser,

sou mais amigo que paixão;

veja as notas do violão

que violam minha canção,

no baralho de emoção...

que o tempo,

segue em vão.



Tempo, tempo de graças

por dois anos serão farsas.

Segundo passa,

amada passa,

amor será estrada —

e um nome como nada...

meu amor é de pedra
tem cheiro de concreto
e olhos de moça virgem
é branca, é negra
deixa a vizinhança toda ouriçada
quem nela entra, nela deseja ficar
meu amor tem nome e sobrenome
aí que saudades de Montes Claros

Inserida por catrumano

Dona dos cafezais,
referida como Sinhá moça,
radiante como a brisa das plantações,
filha de um patrão opulento,
porém generoso,
que dava pão a todos,
mesmo que sobrasse apenas migalhas.

E ali vivia o moço,
outra fazenda,
outro ramo,
porém perto da casa de Sinhá,
e que queria se casar com ela,
porém era também filho de família soberba,
mas nojenta, tola, fútil,
poucos pensamentos que provinha de uma inteligência,
menos ele,
aquele jovem era diferente,
os céus sentiam gosto de vê-lo todos os dias,
os santos rezavam pra ele,
ele admirava o amor,
mesmo que nunca havia vivido um.

Os pais de ambos queriam que se juntassem,
mas Sinhá não queria,
achava-o nojento igual aos genitores,
pura ilusão dela,
e o moço achava o mesmo dela,
enfim,
não se conheceram,
não se beijaram,
e perderam a grande chance da vida,
pois o vento soprava e dizia que ali havia uma forte combinação.

Inserida por danilofina

Oh moça dos olhos claros e brilhantes
dos cabelos soltos e ruivos
como fogo radiante.

Tu que sempre amei
e tanto procurei,
onde estavas que
só agora lhe enxerguei.

Queria te encontrar
ver o teu rosto para
acabar com este desgosto
de não te conhecer.

Gostaria de lhe ter por perto
dizer o quanto te quero
e quando tudo estiver certo
mostrar a ti que meu amor é vero.

Acho que o tempo
apagará esta história que sou,
e quem mesmo amado
não saberá quem amou.

Inserida por marcelo-h46k