Poemas de Tristeza
Hoje me sinto melancólica, querendo me esconder nas sombras para ninguém perguntar como estou... Estou triste, com saudade da minha mamãe Ju. Preciso ficar sozinha, conversar com ela, chorar muito, desabafar... Preciso de espaço para me entregar aos meus sentimentos...
O que te impulsiona a querer ser bem mais do que você é hoje? Ir bem mais além? O que anda sendo seu combustível? O motivo de você tentar? Será então, firme, essa sua base? Talvez seja grosseiro da minha parte impor a dúvida do que você julga ser a sua felicidade, quando ela não partir de você mesmo. O mal de quem ama é confiar demais, se dedicar demais. Ser 8 ou 80 não cheira a um bom final. E final pra que? Existe algo mais manjado do que o final feliz que todos almejam? Eu nunca fui boa com finais, com despedidas. O fim, seja do seu livro favorito, da série que você acompanhou durante anos, do seu namoro, ou até mesmo do seu café, não são tão aceitáveis para mim como para a maioria. Finais, simples ou catastróficos tem a mesma intensidade em alguém que acredita no 'Para sempre'. Eis então, o erro. E se o que te faz enxergar além do que se vê, se for? E se o final para sentimentos tão bons chegar? Quem será você, perdido na imensidão negra e vazia de sentimentos irreversíveis? De memórias naufragadas em solidão. Nostalgia. Dor. Saudades. Quem será você sem ter aquilo que julgava essencial? Sem ter quem te fazia sorrir desnecessariamente em público? Ou te transformava em um detetive particular 24 horas do seu dia? Como seria, então, perder o que você depositava toda a sua confiança de um 'Para sempre'? Eu gostaria de saber finalizar meus textos, da mesma forma que sei mesclar assuntos diferentes em algumas linhas avulsas, mas como eu disse, eu não aceito finais.
Chegou outubro, sempre gostei de falar e pensar que legal, chegou meu mês, no dia 4, dia de São Francisco de Assis, Dia dos Animais, é meu aniversário. Mas este outubro está diferente, a pessoinha mais especial do mundo que me deu a vida, me acompanhou, cuidou de mim, me amou incondicionalmente desde que eu era apenas um mísero feto não está mais aqui... Ela, minha mamãe Ju, foi embora com o Senhor Jesus no dia 20 de setembro. Meu primeiro outubro sem minha preciosa e amada mãezinha.... Que dor que não passa, que saudade daquela voz acalentadora, daquele abraço carinhoso, daquele riso sincero... Outubro e todos os dias daqui para frente nunca mais serão os mesmos... Descanse em paz minha Ju! E que Deus me perdoe por chorar e sofrer tanto...
Acho que sou só aquele que faz os outros rirem, aquele que ninguém lembra o aniversário, apenas aquele.
Tenho certeza que você nunca sentiu nada por mim, talvez só talvez naquela época, e olhe lá, porque hoje em dia você não está nem aí para mim mesmo... Não aguento mais... Quero sumir desse mundo....
Por mais que eu esteja vivo, eu estou morto, por mais que eu sorria, eu estou chorando, por mais que eu esteja bem estou mal, por mais que eu respira estou sufocado.
Por que me sinto assim? Por que tenho vontade de chorar? Tenho cada dia mais raiva de mim mesma!!!! Queria conseguir te odiar... Mas a única coisa que consigo é odiar a mim mesma com essa situação....
Tem dias que não tem sorriso que alegre, brisa que suavize, amor que conquiste e palavra que adoce. Tem dias que a gente só quer esquecer tudo, se isolar no nosso mundo, não falar e nem ver ninguém. Tem dias que a dor aqui dentro dilacera e escorre pelo olhos [...]
Faça seu melhor sempre, não espere nada de ninguém seja sempre você mesmo não se venda nem troque o seu eu por nada, porque ninguém faria por você e se o fez aguarde, às vezes o boleto atrasa...
Não estou preparada para o futuro, não estou pronta para escolhas, ainda sou uma frágil criança que chora a noite, e implora por colo! Ainda sou pequena demais, para tomar decisões!
"Brincamos de faz de conta, esquecemos de quem é a conta, somamos coisas ruins a ela, tiramos as boas e no fim… Ah, resta um, EU!"
''Mais cedo ou mais tarde a vida vai te ensinar a deixar alguém partir, mas o que você tem que fazer é relembrar do que passaram juntos, guarda a pessoa em seu coração e jamais esquecer dela.
Pensar na sua vida, manter o foco, seguir em frente, levantar a cabeça para tudo sem paradas para chorar, sem paradas para desabafos, mas quem consegue viver assim? A tristeza, a melancolia viram rotina na sua vida e saber que aquela única pessoa poderia mudar isso totalmente, talvez apenas com um sorriso. Mas a única coisa que te resta são os pensamentos, as lembranças e ao meio das lágrimas você se lembra daquela risada boba, daquele abraço apertado, daquele beijo na testa, daquela felicidade e se vê ali, com a mente gritando, coração badalado, com alguma coisa cortante na não, mãos tremulas. O sangue escorre, visão turva, som do coração, pensamentos da vida inteira, será esse o fim? "
A morte é uma música de fundo, lenta, tocada no piano e com notas minuciosamente escolhidas. Ninguém quer saber tocar. Ninguém está preparado para ouvir. Mas todo o mundo sabe, que em algum lugar, esse piano está parado, esperando um descuido, um momento inoportuno, ou alguém com perpétua coragem para dedilhar-lhe, deixando fluir sua música calma, e em câmera lenta, o momento se concretiza.
A insegurança é amiga da análise e conhecida da paranoia. Juntas, mas sempre solitárias, encontram na tristeza a alegria de chorar.
Não lhe obrigo a ficar se quiser pode partir,mas sempre leve em seu coração as intenções que tenho por ti,e se um dia precisar de um amor maior do que a vida pode procurar por mim.
Algo que me entristece muito é que nunca fui amado por ser eu mesmo. Amei tanto um delírio encarnado que me tornei insano por culpa dele mesmo.
Você é o motivo do meu amanhecer é a minha angustia ao anoitecer, você é o brinquedo caro e eu a criança pobre, o menino solitário que quer ter o que não pode, dono de um amor sublime, mas culpado por querê-la como quem a olha na vitrine, mas jamais poderá te-la, eu sei de todas as suas tristezas e alegrias.
Então a pessoa te fala: - Pode confiar eu não sou igual os outros ... Depois de algumas horas ou alguns dias faz a mesma coisa que os outros.
