Poemas sobre o Sol para iluminar o dia

⁠Desde a criação
do mundo o Sol
da Venezuela
nasce no Esequibo
por obra do Senhor
e pelo Acordo
de Genebra que
deve ser cumprido,
e jamais esquecido.

Ontem o Astro Rei
gentil nasceu por lá,
hoje nasceu
de novo e amanhã
também nascerá,
ninguém captura
a vontade d'Ele;
a minha voz faz
a história espalhar.

Aprenda de uma
vez por todas
que é de direito
e dever não se furta,
você goste ou não
e de maneira igual
ao rumo que foi
dado ao destino
dos generais
e do Coronel que
ninguém sabe mais.

Contando tudo isso
e tentando poetizar
sobre os destroços
deste continente,
rememoro quase
que diariamente:
o General foi preso
em março há
quase dois anos
e não há previsão
do pesadelo terminar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A bandeira vermelha
foi hasteada junto ao sol
na cúpula sagrada
da mesquita de Jamkarān,
Depois do brutal crime
o Império perdeu
a sua última cartada sã.

O ataúde do General
Soleimani passou
por mim e nem
o tempo esquecerá,
E ao Império
ninguém perdoará.
A dança do Deus da Guerra
ao blues do fim do mundo
não há quem não
esteja farto de escutar,
Pedindo em oração
a Deus para Israel
se livrar das garras
do Império e se libertar.

O lado considerado
mais fraco da história
nunca mais há de se livrar
e nunca irá emancipar;
Os povos deveriam
se unir para rechaçar
qualquer sinal de guerra
que o Império vier
a se manifestar.

Vejo o mundo em um
momento crucial,
Há quem ofende o outro
por selvagem para
intimidar quem não
convive com ditadura
como se fosse algo
corriqueiro e normal;
É vendo o giro do mundo
que encontro força
para seguir pedindo
pela liberdade dos povos,
da tropa e do General.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Por questão
de coexistência
não posso deixar
de lembrar que
_o sol da Venezuela
nasce no Esequibo,
_as Malvinas
são Argentinas,
_o Mar é da Bolívia,
_e o Pré-Sal que
tiraram do Brasil
será recuperado;

Centenas de covas
_foram abertas
na Vila Formosa
_o maior cemitério
da América Latina
para os esperados
velórios de uma hora:

O povo está por todos
os lados há quase duas
semanas sem comida
e a Medicina espera
por quase tudo

_que salve a vida;

Há cento e cinquenta
bolivianos na fronteira
do Chile com a Bolívia
que deveriam ser
_por direito repatriados ou
acolhidos com decência,

Não há como não
cutucar a ferida
com o dedo porque
a despesa já está
muito bem 'paga'
até antes de nascer

_com as águas do Silala
e as terras de Antofagasta;

Do alfa ao ômega
ainda insisto pedir
a liberdade de
cada preso político
como o General
que se encontra preso
injustificadamente
há mais de dois anos,
não parar de pedir
por ele e por quem
precise da minha voz
_não está nos meus planos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠⁠O Sol da Venezuela
nasce no Esequibo,
Você sabe que isso
sempre será repetido,

O nascer do Sol
não há como capturar;

A Pátria não é minha,
é toda esta poesia
aqui posso decretar
o Estado de Manuel Piar:

O nascer do Sol
não há como reter,

Ainda é insistente
pouco a pouco
o roubo do Esequibo,
na Justiça hão
de responder escrevo
para ninguém se esquecer
que o sol não há como
ninguém prender:

O nascer do Sol
que nasce no Esequibo
é o mesmo em cada canto
deste continente esquecido,
e o quê há de raiar
para o General e cada preso político.

Porque o raiar da liberdade
ninguém há mais de segurar,
a vida tem que voltar para o seu lugar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Como as aves aguardam
o primeiro sol de verão
para poder voar,
Assim sem demora
venho pedindo
pela sua libertação.

Nada mais honrado
e necessário abrirem
as portas e as janelas,
para o sol da justiça
deixar a tropa sair,
e a vida os reencontrar.

Quero ver a liberdade,
não desejo mais
que ninguém chore,
sem pedir pela saudade
estou sentindo por cada
um mesmo sem ter vivido.

Espero que a promessa
não seja quebrada,
quero estar presente
em cada reencontro,
no afã que cada
um tenha me lido.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Guabiruba Poética


Eu te amo do pé
até o topo do Mirante,
e no Morro São José
onde o Sol te beija
como um diamante.

Tu és amada por mim
com vasos nas mãos,
com teus sabores postos
na mesa e com teu povo
que é a tua maior riqueza.

Eu te amo com toda
a tua História raiz
e imigrante europeia,
És a Guabiruba poética.

Tu ergueste cidade e memória
com teus bravos filhos
originários, alemães,
italianos, poloneses e austríacos,
e fez-se assim muito brasileira.

Eu te amo com as linhas
da vida entrelaçadas
com a querida Brusque,
por todas as jóias têxteis
que tu na vida fizestes.

És a Guabiruba poética,
e assim te amo por tudo
o quê fostes, és e ainda será,
no meu coração tu és o quê
demais precioso sempre existirá.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu aguardo por você
como a relva após
uma noite de sereno
aguarda pelo calor do sol,
e assim há de ser
o nosso amor...

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O meu coração feito
de América do Sul
todos os dias compõe
uma canção por dia
quando o Sol se põe
na Amazônia Azul.

Sob as constelações
indígenas brasileiras
não desistirá de ir
além do Arroio Chuí
e do Monte Caburaí.

O teu lindo semblante
mesmo que castiguem
ou o tempo passe,
ele não se apaga nunca
e nem quando a Lua
no céu está erguida.

As híades do destino
na Linha do Equador
estão se alinhando
em nome do amor
e do que está escrito.

Trópico de Capricórnio,
aqui é próprio o Universo
em total acordo etéreo
ardente em segredo
que tem íntegro o poder
de me virar do avesso.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando o Sol se por
no horizonte Oeste,
ainda assim estarei
remexendo com cada
um dos teus sentidos,
com iguais trejeitos
que bailam os oceanos.

Com meu pensamento
diário pouco a pouco,
preparei o teu território
com a minha rebeldia,
e todo o sentimento
de puro enamoramento.

Muito mais próxima
estarei com vitória
expressada em mãos,
para mais brilhante
coroar o meu Júpiter
com a mais extasiante
das minhas confissões.

Invocando assim toda
a delícia e teu espírito
amoroso em festa,
Como as perseidas dão
voltas ao redor da Terra
e as flores na primavera.

Seta na paz pregada
no teu balcão romântico,
a Lua sempre ao redor
destravando as guardas
da timidez e a espera
do beijo que tanto quero
sem nenhuma desfaçatez.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nas mãos siderais
estão o Sol e a Lua,
nada desfaz o poder
dos teus sinais
que me fazem tua.

Com suas tramas
as Eta Aquárideas
os cabelos da noite
como chuva molham
e os lábios adoçam.

De nenhum passo
teu eu me perco
porque por nós
tudo quero, posso
e os nós desfaço.

Nas mãos do tempo
o amor insubstituível
está a caminho,
ainda não nos vemos,
e mesmo assim eu sinto.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não me canso de repetir isso:
Como o Sol da Venezuela nasce no Esequibo,
A liberdade está para o General.

Não me canso de repetir isso:
Como o Acordo de Genebra de 1966
está para a integridade territorial,
A liberdade está para o General.

Não me canso de repetir isso:
O General continua preso injustamente,
e sem acesso ao devido processo legal.

Não me caso de repetir isso:
O Sol da Venezuela nasce no Esequibo,
e o Sol da liberdade não pode
continuar sendo negado ao General.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sob a verdade, o céu e o sol,
O soldado que não foi
convidado se chama intruso;
O canto que resiste a tudo
se encontra em Mariupol:
Ontem, hoje e sempre grãos
de esperança e de girassol.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Do imutável Sol da Venezuela
que nasce no Esequibo,
A luz da fé eu tiro a esperança
para dançar,
Porque vencer o ressentimento
leva tempo,
Quem dera o Carlos Lanz
eu pudesse ajudar a procurar.

O Império levou o diplomata,
é sabido que não há
interesse em ajudar em nada.

Do velho tupamaro esquecido
não me esqueço que
ele é mais um preso político
vítima de absurdo e sadismo.

Por causa General preso
injustamente por pensar
diferente e da tropa igualmente,
não consigo parar nenhum
minuto de por cada
um deles me preocupar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Como o Sol da Venezuela
nasce no Esequibo
ando pedindo
a liberdade da tropa
e de mais de um General
em cada um dos meus
versos latino-americanos.

O General que foi do MBR-200
partiu de supetão sem ter
visto a tão sonhada restituição
da dignidade nacional;
O quê fizeram com
ele e com os fiéis soldados
foi um injusto brutal.

Não se tem garantia
se deixarão vivo
o General que pede
pelo encontro, perdão
e reconciliação nacional,
Tem sido visível por parte
de uns a opção pelo Mal.

Ninguém sabe e sequer viu
onde foi parar a herança
de humanidade de 13 de abril,
Só sei que do ínicio até o fim
a palavra o General cumpriu
e a parada respiratória como
um furacão da vida o levou.

Não se fala em outro assunto:
Não permitamos o quê foi
feito com ele com o General
que por pensar diferente
continua preso injustamente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O Sol da Venezuela nasce no Esequibo,
só não sei quando nasce
a justa liberdade para o General,
não é possível que não
exista nenhuma resposta sobre isso.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Surgindo o sol entre as nuvens algodoadas, Tingindo o céu com o tom de mil opalas, Carrego as mil liras e as minhas preces apaixonadas...



Posso tantas coisas tendo o teu amor: amanhecer serenamente e antecipar a primavera dando o teu tom de esplendor.



A tua candura cativa e seduz, Por ela espero e pelos teus toques de luz.



Eu sei mergulhar na tua alma, E sei morrer e renascer de amores a cada vez que escrevo um verso.



Você um dia aparecerá na minha vida, Como o sol de outono numa manhã fria, Amor meu, e vida minha.



Tenho o louvor e a loucura dos santos, Véus e mistérios divinos, Sou ninho de amor, Tenho mil céus, mil ternuras e versos divinos.



A letra mansa, mas nem um pouco cativa, Reinventada, mas um tanto espargida no Universo, Pelo teu amor iluminada.



Ainda vou ver o jardim florescer, De tanta e grata alegria, Amando-me serei Deusa, Odiando-me serei tua, Plena loucura...



Sob a égide do desejo dos teus beijos bebo o meu licor, No voo do nosso amor encontrei o meu calor.



O poente reluzente - sedutor - Céu multicor até com tom de maçã do amor; um verdadeiro primor.



Beijo bom, Beijo doce, Beijo carinhoso, Beijo com sabor de algodão doce...



O sol se coloca a beijar o mar, E o mar não hesita em reverenciar, O sol e o mar doidos de tanto amar...



Sou o cântico da aurora, Paz profunda e alma que te namora, Riso doce com beijo sabor de amora.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Como um pássaro
pelo Sol espera
para se aquecer
da noite austera:

esta sou eu
nesta manhã fria
em busca
do calor do teu amor,

que a distância
ainda nos sentencia:

como um adágio
abrigo o meu peito
do mundo áspero
e o idílio do século
te entrego para
que me entreguem
nos braços da Pátria
que me confundem
como parte fizesse,

porque na verdade
deste mundo
não faço parte;

e muitos ainda
não se deram
sequer conta
que pertenço ao Universo,

nos olhos o adverso encaro
e minhas luas disparo
para as almas em chamas enternecer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

O mundo pode

até dormir,

O nosso sol

sempre abrirá:

Os mais lindos

caminhos

Nas noites

lunares no [mar.


O mundo pode

até esquecer,

O nosso amor

sempre existirá,

E a nossa música

jamais deixará

De tocar

o nosso coração,

e embalará

O nosso grande amor

em todo o [lugar.



O mundo sempre

tenta contestar,

O amor teimoso

sempre persistirá;

Ele escolheu

o teu coração

para morar...



Soneto escrito macio

em cada concha,

Soa como o cravo

que toca;

Deste país amor

sempre toma conta...



O mundo pode

até acabar,

O Universo que há

em nós não findará;

Neste abrigo sempre

há de constelar...



O mundo pode tudo,

e pode mesmo:

O mundo só não pode

acabar com

- o nosso desejo -

Nos trigais do alvorecer,

[e no poente.

O mundo não pode acabar com o que

há de mais bonito dentro

[da gente;

E com todo esse oceano de amor

que a gente sente - alucinadamente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não há como não cobiçar,

E muito menos não querer;

Ao ver o Sol dançando:

lembrei-me de você.

Não há como não deixar

De um só minuto de te amar,

Da aurora até o amanhecer.


Beijo doce, e imortal,

Trouxe-me um presente

- sem igual

Vendo o auge do passo doble

- mortal

O Sol dando no mar um beijo

- sensual

Acordes da [Tarragona] divinal.


Não há como não se curvar,

Vendo o azul do céu

- beijando -

Sensualmente o mar;

Não há como não querer

- passionalmente

Nessa festa não se misturar.



Para não parar de se

surpreender,

- ela sempre nos amando

A bailarina vida sempre

supreende:

ela sempre acaba nos [beijando

Seja através da balada da

- Catalunha -

- ou, mesmo através das andaluzas

Ela vai bailando, e [coreografando,

O seu passo de amor, coragem e juras,

Com a mesma coragem do Sol [dançando

Sobre as ondas do Mar Mediterrâneo,

Ao som de Paco de Lucia nos [tocando...

Inserida por anna_flavia_schmitt

O Sol raiou dissipando o frio

O mar ainda persistente e bravio

- esbanjou -

A cor azul oceano se destacou

E o céu apaixonado sem engano

Beijou o mar conforme o plano.



O poema ali escrito nas dunas,

A praia de Salinas e das ternuras,

- escreveu -

A história do jeito que eu esperava:

Pude apreciar as tartarugas,

o ninho das corujas e as borboletas.



A nossa cidade tão cauta,

Tão repleta de alma,

Tão doce e calma,

É o Balneário longe do mundo,

- endereço do sossego

Que tenho por apego ao aconchego.



Balneário Barra do Sul,

Onde o beijo do céu azul

Beija o beijo do mar azul.

Faz de mim filha devota

- Da região Sul.



Derramada de tanta devoção,

Apaixonada pelas paisagens,

Carregando nas veias as origens,

Embalada por tanta paixão,

Carregando versos de amor,

Assim irei fazendo de mim uma canção.

Inserida por anna_flavia_schmitt