Poemas sobre o Sol para iluminar o dia

⁠Brilha, brilha estrelinha,
Lá no céu pequenininha.

Quando o sol for descansar e seu brilho então parar.

Sua luz irá brilhar e a noite iluminar.

Brilha, brilha estrelinha,
Lá no céu pequenininha.

E quem no escuro está, a sua luz irá guiar.

Antes não podia ver, o caminho a percorrer.

Brilha, brilha estrelinha,
Lá no céu pequenininha,

Cintilante brilhas tu,
Dando cor ao céu azul.

Olha só repare bem,
Já dormiu o meu neném.

Brilha, brilha estrelinha,
Lá no céu pequenininha,

Deus abençoe filho amado, seus pais querem-o cuidado

Outro dia logo vem, acordar digo amém!

Contemplar a beleza
do fim de tarde
o sol no horizonte
é ser tocado pela eternidade
de Cristo que há em nós.

Que eu
possa transformar
minhas lágrimas
em doces esperanças...
E,quando o sol
nascer,iluminando o
meu coração,um
sorriso esboçarei ao
perceber que o
meu amor tocou-lhe
o ser...
E então,uma explosão de emoções
iremos viver...

"A cada manhã
um novo sol,
olha para mim,
e sinto que
me sorri,
me encoraja a
viver tudo,
o que posso e mereço.
Viver essa vida intensamente...
Dançando,
Cantando...
Amando...,
pois a vida é
uma dádiva,
um milagre,onde
acordo todos os dias
com fé,e sei
que serei
FELIZ!!!"

Tati Oliveira-10.04.2013

Fim do dia


Chegou o fim do dia
E você não me esperou
Dessa vez
O Sol caiu
A Lua não apareceu
Os pássaros dormiram
Foram para seu ninho
E eu fiquei aqui
Sem saber de você
E talvez seja melhor
Os dias fazem sentido sem você
Preciso buscá-la
Onde quer que esteja
Minha saudade sempre te encontra.


Jean César

O sol da tarde entre a janela
À árvore lá fora
À rua silenciosa
Repleta de amanhã

O sol se pôs atrás dos prédios
Passou uma moça com tristeza nos olhos
Será que é o medo do futuro?
Ou será que é a esperança do presente?

Eu te vejo no sol do meio dia
Brilhante e forte, cheia de alegria
Eu te ouço sempre que a chuva cai
Entra pelos ouvidos e do pensamento não sai
Eu cheiro teu perfume nas flores de jasmim
E em oração peço pra Deus "traga ela pra mim"
Eu te reconheço das páginas de um livro antigo
É perfeita, singular. Materialização do perigo (...)

O sol nasce,
a flor se abre,
o tempo passa,
e eu sigo
leve,
vivendo o agora.

Teus olhos são como miragens,
Teu sorriso é tão belo e brilhante quanto os brilhos do sol e da lua,
Teus lábios são como diamantes que a cada vez mais aumentam meu desejo
Tua voz é mais bela que o canto do melhor rouxinol
Teu corpo me chama pra uma dança até a lua
Meu coração chama o teu pra uma dança até o amor e nunca mais sair de lá
Tu és como um anjo que desceu do céu
Um anjo que roubou meu coração
Tu és o anjo mais belo do mundo.

O ser humano se ergue como um sol imaginário, desejando irradiar sua presença e ser contemplado por todos.
Busca incessantemente o olhar alheio, como se a própria existência dependesse da aprovação que recebe.
Não satisfeito em brilhar, transforma-se em espelho: reflete aparências, imita gestos, veste máscaras.
Na ânsia de ser visto, confunde brilho com reflexo, essência com superfície.
E, paradoxalmente, mesmo vivendo cercado pela luz, não encontra tempo para ser luz.
Prefere o espetáculo da aparência à profundidade da verdade.
Prefere o clarão efêmero ao fogo silencioso que ilumina de dentro.
Assim, o ser humano se perde na ilusão de ser estrela, quando poderia ser chama.
Se perde em querer ser visto, quando poderia simplesmente ser.

Mais uma vez!


Mais uma vez, o sol visita a janela,
e o dia acorda com cheiro de promessa.


A brisa sopra mansa sobre a alma,
lembrando que viver é graça e não pressa.


Mais uma vez, posso recomeçar,
refazer o que a pressa desfez,


sorrir onde chorei, plantar onde errei,
e ver Deus me guiando outra vez.


Mais uma vez, o café tem sabor de vida, a mesa simples, o pão, o olhar,


A gratidão no ordinário quando o coração acredita que a rotina é uma forma de Deus se revelar.


Mais uma vez, respiro, penso e agradeço,


porque até o comum é divino quando há amor.


Cada manhã é um gesto de Deus dizendo:
“Filho, te dou nova chance e novo ardor.”


Mais uma vez... e que bênção seja assim!


Viver, cair, levantar e seguir.


Pois toda repetição do bem é semente e quem planta fé, colhe a vida e o existir.

“Que a luz do sol toque sua alma como um sussurro de esperança, e que cada instante seja uma poesia voejando no vento.” ©JoaoCarreiraPoeta.


Campinas, 29/11/2025.

⁠“Bom dia! O sol nasce, a brisa voeja, e as palavras se entrelaçam como versos livres bordados pela alma do tempo.”
©JoaoCarreiraPoeta.


Campinas, 29/11/2025.

⁠“O sol nasce para todos, mas brilha diferente para quem carrega luz própria — essa que voeja mesmo quando a alma se esconde.”
©JoaoCarreiraPoeta.


Campinas, 01/12/2025.

⁠“Na tessitura do tempo, onde o vento sussurra fonemas e o sol borda douradas lembranças, repousa o coração dos poetas — eternos navegantes dos sonhos e das palavras.” ©JoaoCarreiraPoeta.


Campinas, 05/12/2025.

⁠ “Teu amor é como o pôr do sol sobre o mar: chega em silêncio, tinge tudo de dourado como um murmurejar de eternidade, e permanece em mim mesmo depois que a luz se vai.” ©JoaoCarreiraPoeta.


Campinas, 05/12/2025.

“Nesta tarde dourada, o tempo repousa no silêncio das árvores, e cada raio de sol sussurra que a beleza vive em quem sabe enxergar com os morfemas do coração.” ©JoaoCarreiraPoeta.


Campinas, 13/12/2025.⁠

⁠Cultivei rosas
colho belos botões
Que são beijados por insetos
borboletas
Sol
Chuva e brisa das manhãs
Cultivei amizades
plantei o bem
Aromas hoje
Que regam
da minha solidão
O isolamento vai passar
dai é só festejar
Encontros
Abraços
Regando o coração
De gratidão
Celina Missura.

"Como eu queria, o descampado e o pôr do sol ao fundo.
Um beijo, um abraço e, em meus braços, o meu mundo.
Como eu queria, o fim de tarde, enfrentar a noite sem preocupações, as velas, o jantar e, sobre mim, sua pele, o veludo.
Eu queria tanto, mas meu querer é tão pouco e, para tê-la, eu daria tudo.
O negro dos seus olhos, o castanho do cabelo, o rosa da boca, o olhar taciturno.
A madrugada me invade, lembro de ti, meu peito acelera, eu sei que deveria, mas não te repugno.
Imagino nós dois, tolice minha, velejo nas lembranças e, uma vez e outra mais, me afundo.
Você é a única mulher que amei, a única mulher que amo e, mais uma vez, me puno.
Me puno, por não esquecer o que deveria ter sido esquecido, não matar o que jamais deveria ter nascido, ter temido, o do nosso amor, o luto.
Me pego reflexivo: não é amor, nunca foi, não pode ser, é algo absurdo.
Talvez seja uma doença, uma insanidade, uma psicose, um surto.
Ao vê-la, eu deveria ter sido cego; ao ouvi-la, sido surdo.
Olho para a árvore do nosso sentimento, não a reconheço, seca, esquálida, morta, com galhos tortuosos e, nem mesmo, quando fora vívida, dera algum fruto.
Talvez, o nosso fim, tenha sido culpa minha, confesso, que, por vezes, sou deveras obtuso.
Nunca almejei riquezas, sou um homem simples, o pouco pra mim é luxo.
Tudo que eu queria, era somente aquele descampado, você em meus braços e o pôr do sol ao fundo..."