Poemas de saudade que traduzem memórias em versos
"Hoje a noite voei pelo céu para te ver...
-Foi um sonho?
Não, foi saudade!"
Haredita Angel
10.08.25
"Mamãe, sinto tanta saudade de você!
Mas, o plano astral tem muita sorte em contar com toda a sua benevolência"
Haredita
3.8.24
"Saudades...
Não de quem...
Não sei de que..
Creio que dos sentimentos bons
que eu vivie que ainda vou viver."
Haredita Angel
03.09.25
"Saudade, um instrumento de cordas a tocar em meu coração a música da sua ausência,
a canção de um amor perdido...!"
Haredita Angel
28.11.25
"Foi tão depressa que tudo aconteceu...
Você foi e ficamos eu e a saudade,
que teima em me visitar nas noites de luar..."
Haredita Angel
19.01.19
"Há momentos na vida da gente que a saudade dói, tal e qual, casca de ferida quando arrancada.
-A tristeza pensa em firmarmoradia;
-O mar quer desaguar inteiro pelos olhos;
-O peito aperta e o ar foge...
Mas, o bom é que Tudo Passa!
Tudo recomeça!
Tudo volta a florescer!"
Haredita Angel
20.04.25
Debaixo da árvore da saudade, sentei-me um dia...
Chegou uma ventania sem dó, e foi arrancando todas as lembranças.
Uma a uma...
Algumas até se ajoelharam a pedir perdão...
Perdão do quê?
Se eu não me arrependo de nem uma!
As mais loucas queriam viver tudo de novo.
Esqueceram que a vida é um rio...
Aquelas águas passaram e não mais retornarão!
Lembranças, velhas amigas...
O samba enredo de tudo que eu já vivi!
E o sonho não acabou...
O destino, ainda tem muita tinta para escrever neste coração de desejos vivos.
Haredita Angel
15.12.16
"Sinto uma saudade doida e doída da minha mãe!
A saudade é o preço a pagar por esse amor tão único e verdadeiro!"
Haredita Angel
13.05.25
"Eu vi numa rua, feliz o amor segurando a mão da saudade.
Depois eu vi a saudade numa rua, triste não segurando as lágrimas.
E, novamente eu vi o amor feliz segurando a mão de outra saudade."
Haredita Angel
07.09.25
Que o Senhor da Vida liberte os que trilham as Estradas da Saudade calçados com as Sandálias do Remorso!
Amém!
Liberta, Senhor!
Arrebentai as Sandálias do Remorso de todos que revisitam as lembranças dos que partiram antes de nós!
Saudades, sim — Tristeza, não!
Amém!?!
Porque a Saudade, por si só, já é estrada longa o bastante — feita de Memórias, Silêncios e Ausências que aprendem a conversar conosco.
Mas há quem caminhe por ela ferindo os próprios pés, calçado com as sandálias do arrependimento.
São passos, às vezes, demasiadamente pesados, que machucam o coração a cada lembrança do que não foi dito, do abraço adiado, da reconciliação interrompida...
No entanto, a verdadeira cura começa quando entendemos que o amor não termina com a partida — apenas muda de endereço.
E quem parte não deseja nos ver presos ao que faltou, mas gratos pelo que foi vivido.
Descalçar o remorso é um gesto sagrado: é permitir que a saudade volte a ser caminho de amor e não de castigo.
Que possamos, então, revisitar nossas lembranças com a graça de quem sabe que o perdão é o único calçado capaz de levar a alma em paz, sobretudo pelas estradas pavimentadas pela Saudade.
Amém!
Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.
Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.
Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.
Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.
E está tudo bem.
Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.
Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…
Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.
Nem toda ausência precisa virar ruído.
E nem todo silêncio é pedido de aplauso.
Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.
Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.
Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.
Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.
Que se contente com ela.
E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.
Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.
O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.
É o berço do descanso da alma…
O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.
É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.
E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.
Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.
Saudade dos bons e velhos tempos em que quase todos queriam — e se atreviam — a ser diferentes uns dos outros.
Havia uma coragem deveras silenciosa em não caber nos moldes.
As pessoas ousavam ter opiniões impopulares, gostos estranhos, sonhos improváveis.
Erravam com a própria assinatura.
Discordavam sem medo e sem culpa — olhando nos olhos.
Não precisavam de plateia para existir, nem de aplausos para sustentar suas convicções.
E muito menos subir o tom para tentar sustentar uma ideia.
Hoje, a pressa por pertencimento parece ter substituído o desejo de identidade.
A originalidade virou risco; a repetição, estratégia.
Ser diferente, que antes era um ato quase instintivo de afirmação, passou a ser cuidadosamente calculado para não desagradar o rebanho — ainda que cada um jure ser pastor de si mesmo.
Talvez o medo de ficar só tenha nos ensinado a falar em coro.
Talvez a avalanche de vitrines e vozes tenha nos convencido de que é mais seguro ecoar do que criar.
Mas há um preço muito alto nessa homogeneização voluntária: quando todos repetem, ninguém realmente diz; quando todos performam, poucos vivem.
Sentir saudade daquele tempo é, no fundo, sentir saudade de uma liberdade mais bruta, menos polida e menos aprovada.
Uma liberdade que permitia ser estranho sem ter que pedir desculpas.
Que entendia que a verdadeira diversidade não nasce de discursos ensaiados, mas da coragem nua e crua de sustentar a própria diferença.
Porque, no fim, não há nada mais semelhante do que pessoas tentando, desesperadamente, parecer iguais.
O fundo do poço de um homem é a saudade,porque a saudade nos leva ao profundo do sofrimento,a saudade em si corroi nossa alma,destitue nossos sonhos e mina nossas esperanças
Impossivel se refugiar de uma saudade,a saudade praticamente ela entra na nossa vida,sem permissão,aterroriza o nosso coração e disseca uma paixão!
saudade
Palavra tão pequena para um sentimento tão grande que não cabe dentro de mim.
Não sei com existem pessoas que conseguem contornar esse sentimento.
Em mim parece que tá faltando metade de mim,sinto-me impotente diante desse sentimento que me causa dor,falta o ar,perco a fala e as vezes perco o sono.
Ai de mim sem meus querido.
Preciso ouvir a voz de que amo.A saudade é como uma droga,na hora da abstinência fico sem sentido,falo alto,me deprimo,choro,grito,mas só de ouvir a voz de quem amo tudo se acalma.
Quando o reencontro acontece...
...Tudo fica diferente...
...Tudo fica mágico...
...Tudo fica colorido...
...O ar fica puro...
Desejo nunca mais me separar de quem amo,
Pois,A distância pode separar os corpos ,amas não separa os sentimentos.
Não te quero de volta
Não te quero aqui
Não pense que não estou bem
Não pense que existe saudade
Lembro que não vivemos o suficiente para eu não te esquecer
Por que não vem me abraça, e leva toda a saudade e amor que ainda tem dentro de mim?
Sim eu errei e não quero perdão só assim aprenderei.
Mais se não for pedir muito, leva por favor.
