Poemas de Saudade de Filho
Saudades são indícios de que em algum momento da vida tivemos pequenas felicidades , que se tornaram tão importantes, tão grandiosas, a ponto de não saírem de nossas mentes e corações, e em todos os momentos tristes ou até mesmo felizes , nos lembramos delas, e dá aquele gostinho gostoso de nostalgia, de algo bom, isso faz parte da vida, é coisa de vivente, se as temos (as saudades) significa que vivemos ótimos momentos, dignos de ser relembrados, e por fim sentir no coração aquele gostinho doce de felicidade dos momentos vividos, e constatar a frase feita : "eu era feliz e não sabia". Quem sabe de quantas saudades boas ainda viveremos? Tomara que muitas.
Tem dia que bate um desânimo, uma tristeza aparentemente imotivada. Mas a gente vive cada coisa que marca, que insiste em bater aqui no coração da gente e trazer lembranças do que foi um dia e do que não é mais. É, viver também tem disso.
Pessoas vem e vão em nossas vidas , algumas passam despercebidas... mas há aquelas que entram com muita euforia e nos fazem pessoas que jamais acreditávamos que fossemos, e quando elas se partem arrastam consigo uma parte de nós, mas engana-se ela que ficamos vazios, muito pelo contrário, pois a parte que ela tirou e levou deixou-a conosco para dizer que não importa a distância, onde ela estiver parte dela estará com nós
" Meo que droga! Vem logo me abraça diz logo o que tem pra dizer! Para de me olhar de longe com essa cara de quem tem tanto pra dizer! Essa droga ta acabando comigo mais uma vez! Pra você não foi o bastante todos os anos que eu esperei que você voltasse?! Á minha maneira... Mas eu esperei! E eu sofri e eu chorei... E agora que eu fiz minha vida com outra pessoa, você aparece no meu caminho... Bagunçando tudo, revirando os sentimentos. Quem você pensa que é?!" Mas que inferno!
É triste acordar todos os dias, cada vez mais cedo e passar um dia inteiro olhando para o relógio contando cada segundo, na expectativa de ao menos uma vez estar andando e te ver passar na minha frente seguindo seu rumo diário pouco se importando para o seu redor, pensando que um dia quem sabe, por algum motivo, você pare e observe as pessoas e o mundo que lhe é de costume ignorar e perceba como existem pessoas que por falta de tempo não tem a oportunidade de te encontrar e ver como es tão bela.
Eu posso estar no meio de um milhão de pessoas, se você estiver presente, mesmo sem eu notar a sua presença, reconhecerei você pelo seu cheiro.
Eu me sufoquei com o teu silêncio, experimentei o gosto amargo que a falta da tua teimosia e arrogância, invadindo a minha monotonia, me trouxe.
Eu sou o meado da fumaça de um amor, do qual a chama enfraqueceu. E tu és as cinzas, que ali, esmigalhadas, voam com a brisa e de repente somem, esquecendo-se do que um dia significaram. Eu sou a metade da pétala de uma flor de plástico, tu és a raiz.
(...) e que abaixo de mim este céu, tão cinzento, se faça chão enquanto me perco te procurando em lugares que eu sei que não irei encontrar.
É solidão se fazendo presente nas seis prateleiras da minha estante. É dor de viver, é cansaço. É o estalar de ossos ecoando na alma. É prazer de morrer, é agonia angustiante. Distância pra nada, pra tudo. É o medo de andar, de falar, é um vale silencioso. É abandono e saudade, é culpa. É sol, é chuva, é mar de lágrimas desesperadas. É amizade enterrada. É um nó enlaçado. É música não tocada. É o peso da madrugada. É a tristeza batendo na porta dos fundos. É uma rachadura em meio a testa da nuvem, é sangrante e dói. Ela fugiu e nunca foi encontrada... É o esconderijo mais secreto. É o olho roxo e cortado, vermelho e inchado, morto e pálido. Nos lençóis manchados de preguiça, é o desagrado. Para não mais correr por entre as águas. Para deixar de lado as mágoas. É indiferença, é o grunhido que gasta meus ouvidos. É uma queda ao abismo sem fim que termina bem ali. É temor aos passos mais leves. É horror à multidões em cima da cama. Há monstros detrás da geladeira, é mentira. É rancor, é crime escondido em um caderno de anotações. É desesperança. É cuidado somado à várias taças de vinho. É uma vida, duas, três, nenhuma. É complicado. Creio só, não creio. É displicência. É eu, não sou. Era eu, não é mais. Ainda vai ser. É besteira...
Teu amor não morre como tu morres, um hoje e um amanhã. Ele morre se acabando de exausturia, de mãos abertas. Ele morre de perda, de falta. E tu, Helena, morres de desgosto, da simulação do abandono, porque pensas que eu te esqueci.
Não há felicidade na dor, assim cremos - mas a dor que você me fazia sentir ainda assim conseguia me fazer feliz.
Mas e o amanhã?... o amanhã é incerto, capaz de não dar certo, não temos todo o tempo nosso tempo é o agora pois tudo acontece lá fora, de forma tão rápida que cada segundo sem você parece não ter volta, despertou em mim o mais puro sentimento o qual me envolver por dentro de tal forma que te prendo em meu pensamento, viro refém da sua beleza .... sem você eu perco o chão, meu amor vamos viver o agora, quero acordar ao seu lago com o cabelo bagunçado, te olhar e lembrar que te tive em meu pensamento e agora olho para o meu momento, pois o amanhã é incerto mas o certo é que eu amo amar você, e sem saber o certo eu desperto a vontade de ficar uma vida toda com você, aí acordo olho para o lado e só vejo o nada, e me pego a lembrar que te prendi em um pensamento, um sonho o qual te tive por um momento.
Sinto sua falta, falta dos nossos beijos sinceros, dos nossos momentos e das nossas brincadeiras idiotas. É uma pena eu ter medo de recorrer a você e perder uma amizade.
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