Poemas de Rosa

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⁠Tua beleza pura
E imperfeita como a Lua
É delicada como uma rosa
De ser tão formosa
Me traz um vazio
Um sentimento tão frio
Que não me incomoda
Mas me deixa a esperar
Pelo caos do amor

⁠O Corvo e a Rosa Negra

O corvo e a rosa negra
Eram duas almas perdidas
Uma no céu, a outra na terra
Mas suas vidas estavam unidas.

O corvo era negro como a noite
Mas seus olhos brilhavam intensos
A rosa era negra pela ausência de paixão
E seus espinhos tornavam ambos iguais, sentiam as mesmas feridas

O corvo era solitário
Pousava em ramos secos
Sonhando com um cenário
De amor, paz e afetos

A rosa, por sua vez
Era bela, mas sozinha
Desejava alguém de vez
Que a fizesse se sentir rainha

Um dia, cruzaram caminhos
eles se olharam intensamente
O corvo, com seus carinhos
A rosa, com seu perfume envolvente.

⁠Nas flores da primavera, me imagino um beija flor.
Teus lábios é uma rosa, com doces sumos de amor.

"Carinho ou espinhos"

O amor de uma mulher é
um botão de rosa,
que para desabrochar
precisa ser regada com amor e carinho.
Se revela uma rosa delicada,
que se for tratada com doçura,
se transformará numa amante sem igual.
Como tudo na natureza é perfeito.
Se tratá-la de forma rude, só encontrará espinhos.

A MULHER É COMO UMA ROSA, PRECISA SE REGADA TODOS OS DIAS PARA QUE SEU AMOR NUNCA MORRA, E SUA DELICADEZA CRESÇA E FIQUE BELA.
PRECISAMOS DE FLORES, PRECISAMOS NOS SENTIR AMADAS, PRECISAMOS DE ELOGIOS, PRECISAMOS DE CARINHO. AONDE ESTA OS HOMENS DAS HISTORIAS DE INFANCIA?
HOMENS QUE CUIDAVAM E RESPEITAVAM, QUE AMAVAM E QUE DAVAM VALOR?

Tão linda,como o cêu estrelado a noite
Tão delicada,como uma rosa
Tão sincera,como a aguá e transparente
Tao deoce,como o mel

"donde tein rosa tem boca pra aduba sula terra suada e vida tabaiada"

Ventos mitologicos das bibicheiras ou delicadezas simples de sobrevivencia ou cotidiano...

Eu vi nu sê na ondi mas vi u sê na onde nu sêi mas sabi si õh trechinho como rosastaida bibicheira floreta...

Oû setajinho do baraco em balacobaco da cutucação instruintiva da balaia da sobrevivencia montando um ninho sabia de fogo do indio capitao estrangeiro e o principe que si via apenas as sombras a relentar prosam q na terra dele chamam de vento mitologico pois cada um diz um historia dele uma delas diz quem conseguir refletir sua sombra em balde d´gua pode atrair a paixao de sua vida q tocar na agua no mesmo instante colocando o suor de seu subaco seu suar irá inflar o ar até chegar a sua paixão e ela sentirá em suar um perfume puro q atriará até a si e a partir daquele momento um será o suor do outro seu perfume e viverão para sempre felizes na mata sem poluir sendo onde passarem brotarão as flores mais cheirosas do mundo daí veio tal expressado "donde tein rosa tem boca pra aduba sula terra suada e vida tabaiada"

Eu vi nu sê na ondi mas vi u sê na onde nu sêi mas sabi si õh trechinho como rota de vinda das cerras do dia-a-dia q por lá há poi onde a peixe a carpinteiro seguindo as minhocas da ribanceira até arregar a terra o paun do súar-la-a-la como sõô em brisa do entardecer a sê como sé éh aos grilos e ilaia das pantas do mato aás foias roçasdas de rosas i bichi-inhos folhodinhos.

Plantei uma flor no meu jardim,
ficou perfumada,com o cheiro a jasmim,
uma rosa que cresce perfumada,
uma bela planta cuja flor,
chama-se amor e perdão,
Esta é a flor,mantém o meu,
jardim perfumado e belo,
as suas pétalas têm a cor do amor,
e sua fragrância,é de uma paz perfeita.
Os espinhos caem à medida,
que a flor abre pura e bela,
somos nos meu amor.!

Rosa negra

Dos seus olhos vertem pequenos pingos cristalinos,
Uma gota, uma lágrima respinga sobre a mesa
E mistura-se a saborosa sobremesa.

Sobre a mesa uma toalha branca, virgem
Tem sua essência marcada, maculada
Reputação manchada.

Tingida em vermelho ela agoniza em sua dor,
Sente-se usada e abusada pelo amor,
O qual se vangloria do seu torpor.

Sobre si encontram-se duas taças que brindam,
Pique – esconde, em sua inocência brincam.
Ironicamente se tocam timtim.

Em seu âmago carrega o dissabor do ardor.
Sua alma e sua única companhia,
A qual se recolhe e silencia.

Um pequeno botão entranha-se em seu ser.
Um amargo e nefasto fruto,
Evocado do seu luto.

Logo desabrocha e floresce uma sedutora rosa negra
No obscuro recôndito do seu coração
Solitário e só, seu nome é solidão.

⁠Uma rosa branca, dourada pelo sol,
Principiando o orvalho,
Serenando a vida.
A rosa branca,
Pura e sem fragrância,
E sem jardim,
Adornando o silêncio.
A rosa branca que se esvai,
Amarelando-se com o tempo,
Embranquecendo a saudade,
Saudando o silêncio.

Vivendo e aprendendo :


Quem aprendeu a amar com uma rosa


Terá medo de amar com uma violeta.

Fiz esse chorinho na beira do meu violão refletindo as flores do campo tiradas do chão.
Ipê rosa, branco e amarelo enfeitam essa canção
A tríade sagrada da Natureza, bebendo o néctar da boca do beija-flor cereja
Contou pra ela quem você ama quando ela está ausente?
Eu creio que ainda não !

Mesmo que o seu dia não se iniciei como o desabrochar de uma
rosa no jardim;


Será você quem decidirá florir.

O bem-me-quer e o mal-me-quer convivem juntos
nas pétalas de uma rosa.
Ao final do jogo,
só há um vencedor...

O maior perdedor é própria rosa,

que deixa de ser flôr.


clêibeR Otoni

E depois de uma longa espera e muito cuidado, minha Rosa do Deserto floriu.
Flores são poemas coloridos.
É poético saber que uma rosa “decidiu” morar no deserto, local que carrega uma simbologia de tempos difíceis, escassez e luta.
No deserto ela cresce livre.
Presa em pequenos vasos ela se adapta e o poema vira haikai.

125- CALLIANDRA

POR: José Luiz Mak.

Todas as manhãs calliandra rosa me dá bom dia,

Vasta beleza que encanta no seu arbusto empenhado,

No colo da natureza, com sua destreza vai florindo o meu serrado,

Primavera ou verão, resiste na imensidão, perpétua por natureza,

Perenes ao tempo, seus encantos por todos os cantos,

Chora nas margens dos rios a beleza em fios, um toque de pureza,

Suaves pétalas em finíssima delicadeza, bailarina do serrado,

Musa das flores envolve seus amores, de enfeite ou de ramalhete,

Banhada pela luz do luar adormece sem fechar, com charme felpudo,

Vai enfeitando com graça o meu jardim, flor reluzente, me deixa mudo,

Em cachos vai ganhando espaços, vai me deixando refém,

Agradeço a mãe terra pela beleza no traço, ao meu Deus digo amém.

geralmente atraio espinhos, mas agora estou sendo uma rosa para você
mas com o caule com os mesmos que eu costumava gostar
quero te pedir para se afastar, se não eu posso te machucar
presa em alguém que nao enche os olhos quando me vê, diferente de você
queria tentar algo com nós dois, mas
ficar com você não vai nos fazer bem.
não agora, enquanto eu gostar de outro alguém

Rosa Branca

Como uma linda rosa-branca você exala a calmaria. Tudo em você remete à brandura, delicadeza, ternura e, as vezes, momentos de euforia.

Com uma rosa, devemos ter afeição. Devemos preservá-la, respeitá-la, para não causar nela um arranhão.

A rosa-branca é charmosa, de maneira sútil, ela lhe deixa deslumbrado com a sua aparência meticulosa.

Gostaria que todos compreendesse sua exatidão. Sendo meiga, você consegue o apreço do mais belo coração.

Não deixe ceifar-te. Tu és uma linda rosa-branca, lembre-se da sua ternura e, principalmente, da esperança.

— Lorenzo Almeida (2024).

Como Uma Rosa

Como uma rosa, ela tem suas camadas
Das mais puras, às mais perigosas
Tem seu lado sensível, seu lado obscuro e,
tem seu lado irresistível.

Como uma rosa, você deve cuida-lá
amá-la, servi-lá.

Como uma rosa, ela tem seu lado obscuro;
pode sangrar-te, perfurar-te.
Assim como uma flecha em seu coração.

Como uma rosa, todos a notam, mas, nem todos
a tocam como notas de um piano.

Como uma rosa, ela tem suas profundidades,
nem todos alcançam esta preciosidade.

Como uma rosa, ela marca-te, na pele, no cheiro,
na memória, marca-te tua alma.

Como uma rosa, ela é a mais bela de todas as outras, sendo ela, a mais formosa.

— Lorenzo Almeida.

A Rosa Inteira
William Contraponto


Na névoa fria da ignorância, broto,
um livro aberto é sol no meu jardim.
A mente é chão, mas só floresce o roto
que rega o verbo e poda o próprio fim.


A chama pensa antes de queimar,
e o vento sussurra ideias no grão.
Quem teme a dúvida, deixa de andar,
preso no espelho da convicção.


Sabedoria é faca de dois gumes:
corta ilusões, mas fere o coração.
São pétalas que o tempo não resume
sem se perder em busca de razão.


A rosa só é rosa inteira e viva
se guarda em si perfume e cicatriz.
O fruto nasce onde a raiz cativa,
e o pensamento é chão que pede bis.


Quem colhe cedo, perde o maduro;
quem crê demais, não vê o entrelinha.
O tempo ensina em passos tão obscuros,
mas cada luz é dúvida que germina.