Poemas de Rosa
Deixarei a minha rosa, meu amado meu senhor.
Seguirei o meu caminho, com meu canto de louvor.
Deixarei sempre externado, o meu eterno e infinito amor.
Sem a sua mão amiga, eu nao teria força e muito amor.
Quero dar ao próximo, amor e alegria e a minha mais singela poesia.
E ao senhor minha arte e meu canto de amor.
Quero ouvir suas palavras, levar a fé, o perdão, e a União e dizer a tds que somos irmãos,
Fazer deles suplemento , e sempre estender a minha mão .Nunca me esquecer de doar com gratidao.!!! Simone vercosa
Existe menina que gosta de rosa...
E existe eu... que ja nasci retro..
Sou toda trabalhada em preto e branco..
Adoro.....
Bruna, Poderia te dar uma rosa vermelha, com uma carta em branco , sem o meu nome, sem dizer que seria especialmente para você.
Nada haveria escrito, mas sobre o branco da folha existiria a dúvida que carreguei.
Sem os versos, haveria um pouco de você;
sem a carta, haveria a rosa vermelha;
sem a rosa, sobraria você;
e sem você, restaria eu ...
Aquele que amou um pequeno gesto seu...
Seu sorriso.
Desculpe pelos meus erros."
“ O amor é a resposta.
E na amplidão cor-de-rosa
surgem ainda inquisições pragmáticas.
E algo mais forte, sublime e cortês
que afaga e sussurra.
Do amor, quero a clarividência
para enxergar o que meus olhos não alcançam.”
A ROSA ESCURA DA DOR.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão. Ano, 2025.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Todos temos dores que não pedem cura, apenas permanência.
Elas florescem no interior como uma rosa que se alimenta do próprio sangue do sentir.
Não gritam. Não suplicam. Apenas se abrem, pétala por pétala, no silêncio mais denso da consciência.
A dor que aqui habita não deseja redenção.
Ela existe como rito, como escolha íntima de quem compreendeu que certos sofrimentos não são falhas, mas revelações.
Há uma voluptuosidade secreta no padecer que se reconhece, uma dignidade austera em suportar a própria sombra sem implorar por luz.
O espírito inclina-se diante de si mesmo, não em derrota, mas em reverência.
Cada pensamento torna-se um espinho necessário, cada memória um perfume escuro que embriaga e ensina.
A alma aprende que nem toda ferida quer ser fechada, algumas precisam permanecer abertas para que a verdade respire.
Há uma doçura austera no ato de suportar-se.
Uma forma de amor que não consola, mas sustenta.
A consciência, exausta de fugir, ajoelha-se diante da própria dor e a reconhece como mestra silenciosa.
Assim floresce a rosa escura.
Não para ser admirada, mas para ser compreendida.
Não para enfeitar a vida, mas para dar-lhe gravidade.
Pois somente quem aceita sangrar em silêncio conhece a profundidade do que é existir.
Entre Espinhos e Estrelas.
" Só senti as dores da minha rosa quando me feri nos seus espinhos. "
Antes disso, eu apenas a contemplava sem compreender que a beleza também pode ser uma forma de abismo.
Há perfumes que embriagam a alma antes de feri-la,
e há sentidos tão suaves que, quando se vão, deixam cicatrizes invisíveis.
A vida não se revela a cada dia mas a cada segundo.
Ela se insinua em lampejos, no intervalo entre um suspiro e outro,
quando o coração se distrai e o tempo aproveita para nos ensinar algo.
E o que aprendemos não é o que queríamos,
mas o que precisávamos para continuar respirando entre as dores.
Descobri que toda rosa carrega o peso do seu próprio espinho,
assim como cada amor traz consigo a possibilidade da perda.
Mas ainda assim quem recusaria o toque de uma rosa,
sabendo que ela é o instante em que o eterno decide ser belo por um momento?
Minhas lágrimas caem nas estrelas,
e o céu, compassivo, as recolhe como se entendesse o idioma do meu silêncio.
Há dores que não se dizem apenas cintilam.
Elas se transformam em luz quando a alma não encontra mais lugar para escondê-las.
E então compreendo: o que dói em mim não é apenas o espinho,
mas o amor que ainda pulsa, mesmo depois da ferida.
A rosa não me pertenceu e, ainda assim, foi minha,
porque me ensinou que a beleza é o instante em que o sofrimento decide florescer.
Há quem olhe para o céu em busca de respostas;
eu apenas observo as estrelas e choro nelas,
porque nelas reconheço o brilho das minhas próprias quedas.
E quando o vento passa, sinto que a vida
essa estranha combinação de dor e deslumbramento
ainda me sopra o perfume daquilo que perdi.
E é assim que sigo:
entre espinhos e estrelas,
entre feridas e perfumes,
aprendendo que amar é, talvez,
a mais bela forma de doer.
A ROSA QUE NASCE NO INTERIOR DO AFETO.
Do Livro: Primavera De Solidão. Ano: 1990.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Há um instante em que o coração compreende o que a razão sempre hesitou em admitir: ninguém se inclina a decifrar outro ser se não houver, dentro de si, uma chama que o mova. Conhecer alguém não é um gesto automático; é um desvelo que exige paciência, vigília, escuta, quase uma peregrinação íntima. E quando alguém percorre esse caminho para dentro de você, não o faz por curiosidade, mas por ternura silenciosa.
É por isso que a rosa única tem força maior do que todas as demais. Há muitas espalhadas pelo mundo, mas apenas aquela que recebeu nossas mãos, nossas dúvidas, nossos cuidados e nossas noites insones adquire sentido verdadeiro. Ela não é rara por natureza, mas torna-se insubstituível pela intensidade com que a amamos.
Assim também acontece com as pessoas: o mundo está cheio delas, porém só uma toca a alma naquela profundidade em que o tempo perde peso e a memória se converte em abrigo. São essas almas que nos aprendem, que nos escutam por dentro, que se detêm em nossos medos e tentam compreendê-los como se fossem seus.
No fim, amar é escolher uma só rosa num jardim infinito, e conhecê-la até que o perfume que dela brota passe a perfumar também o que somos. É essa escolha que transforma o ordinário em destino e o encontro em promessa de permanência.
Vi o dia nascer.
O moleque correr por nada, à toa ou ao encontro de dias melhores.
Vi a rosa dançar, equilibrada na haste ainda verde de uma roseira velha.
Vi a árvore alimentar o homem.
O pássaro alçar o primeiro voo.
Vi a casa cair, a nova vida surgir, a esperança no olhar de quem acredita.
Vi o amor crescer, a criança brincar, o dia morrer, o sol nascer dentro do meu olhar e meu sorriso refletido na água parada do poço.
Eu vi a vida acontecer.
Eu vi.
Una rosa para sus pensamientos,
la distancia del alma es abismal
a pesar de que
Presentamos aquí, no hay
... El cuerpo sin el espíritu ... sin el dulce
sin la sal.
Entonces me gustaría tener flores a mi seputamento? ¿No sería begonias u orquídeas. Para mí sería suficiente con que usted me toma adiós.
Para el poeta reír como llorar
y el poeta hace caso omiso de la muerte
abraza la desgracia como
si abrazas a un hermano.
Oh, efêmera existência humana!
Tão breve é a vida tão plena de dor
Ela é frágil como uma rosa que murcha
Que fenece antes do seu esplendor
Nós somos como a areia da praia
Que vai e vem com as ondas do mar
Pois a nossa existência é passageira
E o tempo é o nosso algoz a ceifar
Mas, ainda assim, seguimos adiante
Construímos nossos sonhos com afinco
Regamos com suor cada planta, cada cante
E vamos em frente, sem desanimar
Porque sabemos que somos uma centelha
Na Vida maior, que nunca vai cessar.
- Para ti, o que é o Amor?
- É uma rosa!
- Porquê uma rosa?
- Porque o meu coração é um bosque, e a minha alma
é a única rosa nesse bosque.
I rose you!!!
DEVANEIOS
Quem me dera
Da rosa o verso.
Do verso a trova.
De trova em trova
Uma boa prosa.
Quem me dera poeta, escritor, trovador.
Quem me dera
Da prosa a canção.
Canção de rosa toda prosa
Em verso e trova.
Poesia transbordando, arte em ebulição.
Quem me dera a inspiração.
Valéria R. F. Leão
"A rosa foi feita pra sentir seu perfume, não seus espinhos. Cada luta é momentánea, então para que dar importância maior ao que de fato não é? Contemple o Reino, não a terra"
—By Coelhinha
Uma vida sem amor,
é como uma rosa sem espinhos,
e mesmo que machuque, vale a pena dar uma rosa do amor para alguém.
O que seria da rosa sem espinhos?
O que seria da vida sem amor ?
Um machuca corações...O amor,
a outra machuca os dedos...
mas como viver sem amor?
E a rosa perfumada ? como existir sem os espinhos ?
Parecia voar despretensiosa
E pousou em uma rosa
Tão clara nos versos
Essa palavra graciosa
Feita de beleza
Em tom de delicadeza
Borbolha de cores
Lembra amores
Coroa de por que?
Essa rosa
Calmamente seguindo a rota,
Adoçando docemente a rosa,
Colhendo simplesmente
- a semente -
Que um dia plantaste.
Psicodélica é a forma,
Que me desfolho e me revelo,
Corajosa de alma e coração,
- sou tua aquisição
A tua vaidade garbosa,
Honrada a cada delírio de paixão.
Sedutoramente revelando a rosa,
Desabrochando sensualmente a rota,
Embalando ritmicamente
- só o que sensibiliza -
Porque é o quê nos faz sentido.
Perca em mim o juízo,
Assim é como te quero,
- doce e carente -
Não menos contente,
E totalmente entregue...,
Para ser todo dos meus beijos quentes.
Desabrochou a Lua repleta
como uma rosa branca,
A preocupação aberta e franca
de alguém que voltou a ser criança.
Altaneira missão concreta
como uma flecha pungente,
A alma não estancada
de um peito atravessado,
Fazendo a sua prece discreta.
Despontou a Lua inquieta
para roubar o sono do poeta,
Ao ponto de embalar a vontade
que não se dobra e não sossega.
Alvissareira canção que encoraja
porque um plano foi escrito:
A lembrança não o apaga
por tuas carícias penetrantes,
Revivendo como quem te abraça.
Desenhou o destino a teu gosto,
como quem rouba o juízo,
Despir a noite das estrelas
como que tira um vestido,
Amanhecer com você, eu preciso!
Mãe Aparecida,
Materna poesia,
Minha Senhora,
Castíssima Rosa,
Padroeira do Brasil,
Com o seu manto azul anil,
Zelai por nós,
Que o tempo não seja algoz,
Por nossas fronteiras,
Do nosso povo não te esqueças,
Por nossas águas,
Pelo verde das matas,
Por nossos ares,
Proteja os nossos lares,
A tua presença,
Vai muito além dos altares,
Ela está em todos os lugares.
Floração poética,
Mais amor do que emoção,
Rosa imortal em esplendor,
Assim sutil me apresento,
Cubro-te com o meu amor,
- o maior sentimento
Pinto a nossa constelação,
- íntima e luminosa
Descoberta e estrelada,
- autêntica
Floração em movimento,
Uma contemplação mútua,
- ao extremo
Do pico do amor tremendo.
Floração extremada,
- externada
Consentida, indiscreta
E assanhada...
Floração perfumada,
- e apaixonada
Por causa dessa paixão
Secreta que tenho por você.
Com fascinação própria,
- arte e luz
Fui agraciada ao ver,
A Lua cor-de-rosa,
- maravilhosa
Beijando o mar.
Aos passos, tateando,
- experimentando -
E exortando a delícia
De contemplar a cena,
Que talvez não se repita,
O mar se deixando beijar.
A Lua ao beijar o mar,
- acabou beijando-me
E seduzindo-me,
Acabou enfeitiçando-me,
E completamente doce:
acabei entregando-me.
