Poemas de reflexão sobre a Vida

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A vida é a variedade. Assim como o paladar pede sabores diversos, assim a alma exige novas impressões.

O sucesso na vida vem não de ter as cartas certas, mas de jogar com as erradas corretamente.

A cultura é uma necessidade imprescindível de toda uma vida, é uma dimensão constitutiva da existência humana, como as mãos são um atributo do homem.

Os heróis são aqueles que tornam magnífica uma vida que já não podem suportar.

Uma das situações da vida mais cheia de esperanças é aquela em que estamos tão mal que já não poderíamos estar pior.

No meio da vida acontece que a morte surge e mede o homem. A visita é esquecida e a vida continua. Mas o fato está feito, silenciosamente.

Passarei a minha vida a provocar as confidências dos loucos. São pessoas de uma honestidade escrupulosa e cuja inocência só encontra um igual em mim.

Quando tiramos a vida aos homens, não sabemos, nem o que lhes tiramos, nem o que lhes damos.

Lord Byron
BYRON, L., The works of lord Byron, comprehending the suppressed poems‎ - Volume IX, 1822

Que todos os que se aproximarem de mim tenham vontade de cantar, esquecendo as amarguras da vida.

A vida é o último hábito que se deve perder, porque foi o primeiro que se tomou.

Para um tal resultado, podia-se arriscar a vida. Era a este preço que se descobriam os mistérios da arte.

A juventude passa e o crepúsculo espalha-se no seu sorriso. / A vida exilada do seu sonho é uma viagem sombria.

Por cultura entendo a mais intensa vida interior, a de mais batalha, a de mais inquietação, a de mais ânsia.

A vida de uma pessoa consiste num conjunto de acontecimentos, dos quais o último também poderia mudar o sentido de todo o conjunto.

O avarento gasta mais no dia da sua morte do que gastou em dez anos de vida, e o seu herdeiro mais em dez meses do que ele na vida inteira.

A vida, para os desconfiados e os temerosos, não é vida, mas uma morte constante.

Há um limite nas dores e mágoas que termina a nossa vida, ou melhora a nossa sorte.

O mais vulgar dos alunos sabe agora verdades pelas quais Arquimedes sacrificaria a vida.

Publicamos para não passar a vida a corrigir rascunhos. Quer dizer, a gente publica um livro para livrar-se dele.

A construção da vida encontra-se, atualmente, mais em poder dos fatos do que das convicções.