Poemas de Reflexão
Quão bom é, acordar ao som dos pássaros, e ver-se despida de tudo, despida de orgulho, despida de vaidade, despida do desamor, do desencanto e da incompatibilidade.
Assim você se olha no espelho,
E se vê como realmente é,
É aí que você pode escolher,
Onde, como, e se... Deve mexer!
A vida é rotulada, como:
Própria,
Como um sopro,
Como o "se não houvesse amanhã",
Como "espera o tempo de Deus".
Você é quem escolhe!
Você, é quem resolve onde se encaixa!
As consequências também são suas; mas aaaah! Que vida estranha, alguns escolhem seguir o caminho do "não arranha" e vivem pagando um sofrimento ao que seu olhar estranha.
Não tenho mais rotulagem,
Cada um a seu modo,
Seja livre para seguir,
Procurar evoluir,
Agora vou dormir,
Amanhã cedo acordo.
Amanhã eu escolho,
O que quero ou sinto ser,
Me redescubro no impensável,
Sou amor, sou poeta
Sou ódio, sou beata
Vivo letras,
Vivo da caneta prata,
Vivo do inimaginável.
Na minha outra vida
Eu te conheci,
E te amei,
E te perdi.
Nessa minha vida
Eu te procuro,
E te sinto,
Mas não te acho.
Essa é minha sensação
Meu sentimento
Minha sina.
A perda de quem jamais possuiu,
Um vazio desabitado,
A necessidade de te buscar
Sem te conhecer
As árvores são mais verdes
O dia tem mais vida
Tudo tem mais cor
As borboletas se misturam
Com as folhas e pétalas
Que o vento soprou
A natureza é incrível
Tudo que existe possui
A assinatura do nosso Criador.
A Vida, nada mais é que:
- Tudo o que nasce;
- Tudo o que vive;
- Tudo o que morrerá; e
- Tudo o que de nós, dirá!
A vida…
Que pena, o seu nascer, ser pra morrer;
Que pena, isso aconteça a toda a havida;
Que pena, vermos a morte em tal tida;
Que pena, isso aconteça; a tão correr!
Que pena, haver em nós, de tal sabermos;
Que pena, haver em tal, tanto acabar;
Que pena, haver em nós, tanto matar;
Que pena, a tal matar, nós não invertermos!
Porque, por não haver, cá maior riqueza;
Que a nela havida, enquanto em nós tão tida;
Teremos que um maior valor LHE dar!...
Desarreigando, em tal, TODA a pobreza;
Que existe nesta VIDA em nós havida;
Pois de cá, nem a ELA iremos; levar.
Com esperança;
Pressa pra quê?
Minha vida é o meu maior evento
Cada momento é de festa
Um ritual sagrado que merece muita gratidão.
É um filme que nenhuma estrela pode passar.
Então eu aproveito cada instante, pois o meu autor é sempre o melhor.
A outra VIDA...
- Foi-nos Garantida, por JESUS;
- Tem-nos sido relatada, por tantos [mesmo sem terem qualquer Fé] dela regressados;
- Eu acredito!
A outra VIDA…
Por de lá, terem já voltado tantos;
Ajudados pela de nós: ciência;
Pra nos relatarem a experiência;
De uma viagem, tão cheia de encantos...
Aumentaram em mim, toda a Fé tida;
Naqueles tão Lindos Ensinamentos;
Que Alguém, Deixou pra nós, como Alimentos;
Que tão serão precisos, pra A Tal Vida!
Zelemos por isso: nosso fazer;
Tal como até, nosso pobre pensar;
Por dele, virem as nossas acções!...
Pra que, dê a tantos um merecer;
Desse por TANTOS a nós relatar;
Como o em nós, já cá: havido em milhões.
Com alegria, por tal certeza;
O ser humano é mutável,
Por que não seria?
Por que ser a mesma casca impenetrável,
A cortina fina entre o que devemos e o que podemos ser.
Por que não seria amável?
Por que não seria gentil?
O que vivemos, o que passamos, enfim...
Levamos conosco, enrolamos numa mochila, escrevemos no teto, nas paredes.
Mas isso não nos define.
Por que definiria?
Por que não ser algo melhor do que fui ontem?
Mesmo se chover, mesmo se nevar, mesmo se o café não estiver acompanhado de nada pelos próximos 10 anos. Por que lamentar?
Por que o lamento?
É mais fácil entender, compreender que tudo é posse do tempo, mas quem dirige, escreve e corrige o momento, é você.
Eu sou o rio...
Eu sou a cidade...
Eu sou a natureza
Eu sou a vida
... 2020
Eu sou o rio...
Eu sou o esquecido
Eu sou o poluido
Eu sou isso...
Seja grato pelo que VOCÊ é...
E pelo que VOCÊ tem.
Nesse MOMENTO agradeça pela sua vida e os que nela habitam.
Às vezes, lembrar dói.
Magoa... faz sofrer.
Vontade louca de correr e correr.
Pra trás a tristeza deixar
Viver um eterno ressonar.
Um passado descolorido
Uma luz frouxa
pra trás tão no pretérito abandonado.
Sonho louco.
Olho-me no espelho.
Olhar magoado.
Vejo marcas e machucados.
Cicatrizes feias e fundas.
A vida tem estado
– no que se refere a mim –
o tempo todo nas mãos com um relho.
Eu tento
Eu tento parecer normal.
Mas o que dissimulo é totalmente anormal.
Eu tento não parecer insana.
Mas minha insanidade beira o caos.
Eu tento ser forte e firme.
Mas medo é o que me define.
Eu tento ser a rosa de alguém.
Meus espinhos ferem a toda a gente, porém.
Eu tento... tento... e tento.
E de tentativa em tentativa,
loucamente,
eu vou morrendo.
Eu tentei... eu tentei.
Aquela lembrança
Retornou como um antigo erro aquela lembrança.
Corri pela areia da praia para esquecê-la.
Coloquei óculos escuros para não vê-la
Mergulhei no mar para afogá-la.
Redimensionei-me.
Fiz-me pequena...
Corpo decomposto...
Fiz tudo o que podia pra daquela lembrança não sentir mais o gosto.
Retornou... simplesmente retornou.
e fustigou-me.
Sinto muito...
por ter feito esperar
por não ter dito que não iria
por assim quando
por coisa e outra te irrita
por ser eu mesmo
por ter ou não empatia
por não te dar sossego
por estar ou não de partida
por sentir muito
por sentir tudo
por sentir você
por sentir a mim
Por somente sentir
Ando por aí, sem rumo ao vento,
Com meu ser ferido, sangrando, ardendo.
Com um fervor maligno me absorvendo.
Não sei mais oque fazer.
Já não sinto vontade de viver!
Calma! A vida ainda não chegou ao fim.
Apenas não estou conseguindo seguir.
Seguir com o peso da sociedade,
Apedrejando meus pensamentos
Com injustiças, e pré conceitos.
A relação entre céu e inferno,
Bem e mal, e meu estado emocional.
Meu espírito e minha alma
Vagam no interior da escuridão,
Na procura de uma razão.
Valores |||
O declínio é resultante da conformidade com sua lástima;
A menção à resiliência vem com o domínio de cada emocional;
Enaltecer sua prosperidade vem com o saber de cada lágrima.
Valores IV
Cada menção merece seu apreço, verbos diferem princípios;
Desde o princípio do pensamento, todavia puro e soberano, sendo submetido apenas ao critério do silêncio;
É esta a dádiva, o engenho da mudança de pessoas, a palavra.
Lembranças de Outras Vidas - Luan Garcia Pereira Barros 16\02\2020
Águas que das cachoeiras escorrem,
pássaros que cantam melodias.
Raposas que nos desertos caminhas,
flores que perfuma as manhas.
Sabores que me recorda ha infância,
som que me trazem lembranças.
Domingos que me trazem esperança,
viagem que me faz amar a vida.
Amigos que sempre levarei comigo,
amores que me marcaram a vida.
família que estais sempre comigo.
Não apenas de felicidade vivi a vida,
mas de lutas que batalhei a cada dia.
Amando sempre a vida.
[...] lá vem a lembrança
gerando cheiro de criança
saudade e nostalgia
evolando memória e poesia...
eterna dança...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Cerrado goiano
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