Poemas de quem Deu um Fora

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⁠Damos importância no que enxergamos.
Ângulos mudamos ao nosso favor
Nada pode estar fora dos padrões.
Deixamos distrações no lugar do amor verdadeiro.
Investimos em aparências e esquecemos de ser felizes.

⁠╔══❝A noite fora feita para…?
Dizem uns que para dormir, dizem outros que para avaliar o dia que acabou. Porque não ambas? Seja qual for a sua opinião, lhe desejo um #BoaNoite.
Nada existe por acaso. Aquilo que você vê não é igual para todos... Tente olhar a vida por outros olhos, quem sabe muito que não se entende passe a ter uma razão ou até justificação.
Seja livre de tudo e qualquer sua decisão e igual liberdade permita que outros tenham.
Nada existe por acaso, inclusive as palavras que acabou de ler... estás algum lhe querem dizer.
Durma sobre o assunto e deixe sua mente no tema florescer.❞══╝
Tc.10102023/200

⁠O loucos estão lá fora se matando
Os daqui são só vítimas do sistema.
Eles sofrem, sentem tanto
E os de fora não veêm problema..

Na pele eles deveriam sentir
Como é viver preso sem poder sair
Ser dopado de medicamento
Ter hora obrigatoria pra dormir

A liberdade é tomada a força
Não se pode mais agir tranquilo
Não se sabe o que pode ruir
É melhor aqui em meu cantinho.

Aqui dentro tomam-se remédios
Dizendo que é pra testamento
A humanidade toda precisa disso
Pra ver se curam esse mal tratamento.

Quem não é visto não é lembrado.
E é assim que somos esquecidos
Passamos de um lindo retrato
A um papel velho,rasgado, sem brilho

⁠Olhar para seus olhos outra vez fora fascinante;
Lhe ter tão perto depois de muito longe é viciante.
O teu sorriso esbanjava tudo que eu precisava, mas há meia-noite o encanto sempre acaba, e acordado de madrugada eu chorava.

Deveria ter trancado a porta
e jogado pra sempre a chave fora !
Mas quis insistir e fantasiei uma longa
história de amanhãs a dois
como quem desenha flores
infinitas .
Você se foi
sem sequer olhar pra trás
E eu fiquei aqui
sozinha
num canto
gritando em silêncios e
em prantos
teus nunca mais !

Enquanto o mundo corre lá fora,
as vezes eu fico aqui quietinha fazendo
as minhas preces para que as pessoas
tenham mais amor.
Tenham menos pressa
nos dias e aproveitem mais a vida
com mais alegria e menos correria.

Dia de paz, de amor, de amizades.
Dia de ser feliz.
Dia de sorrir, de jogar conversa fora.
Dia de não ter hora.
Dia da diversão continuar, porque amanhã
é feriado
e a alegria não tem prazo pra acabar.

Peixe fora d’água


Sou peixe fora d’água, sem mar, sem ar,
tentando respirar num mundo que não é meu.
A brisa que procuro não vem me tocar,
e o céu que imagino… já escureceu.


Lutei sozinha, por dois, por nada,
amei demais onde não havia chão.
Carrego um cansaço na alma calada,
com o peito pesado, ferido em vão.


Queria alguém que me visse, inteira,
que fosse abrigo e não tempestade.
Mas tenho apenas presença passageira,
que chama de amor o que é só metade.


E sigo sem saber se é amor ou prisão,
se é laço ou rotina, se é real ou ilusão.
Mas sei que meu limite grita em silêncio,
e o que era flor, virou contradição.
Autora:Lindalva Machado

Carregava a culpa igual mochila de concreto
A face dura por fora, alma em caco por dentro
Eu menti pra mim mesmo, neguei meu pecado
Mas o espelho da verdade sempre volta quebrado

Às vezes, acho que falta algo.

Mas talvez o que falte não esteja fora.

Talvez seja só o espaço onde eu possa existir inteira.

Sem ter que me diminuir pra caber,

sem ter que sorrir quando tudo grita por dentro.



Quero um lugar onde minha intensidade não assuste,

onde minha sensibilidade seja abrigo, não peso.

Quero ser vista…

mas não com os olhos.

Quero ser vista com alma.

—Priscila de Araujo

Muitos lares cristãos estão criando crianças bem cuidadas por fora e espiritualmente desnutridas por dentro.


trecho do livro "Lá em casa"

Escolhas feitas fora da sabedoria se tornam prisões emocionais disfarçadas de alianças.


trecho do livro Lá em casa

Ja e mais de meia noite, o vento sopra frio la fora...
Sei que errei, peco perdao!
Suplico que nao va embora...

BOM DIA MEUS QUERIDOS AMIGOS!!!

O sol já está aquecendo lá fora
anunciando que nosso dia será bom
se nós nos dedicarmos agora...

mel - ((*_*))

Você fechou seu coração
me deixou de fora
jogou a chave fora.
Então, só me resta ir embora?

E agora?

Perdi a noção do caminho certo,
não sei pra onde ir sem você por perto.
Não, eu do lado de fora não está certo
preciso ter você por perto
pra não andar num rumo incerto...

O vento é uma orquestra
cujas notas musicais
se entrelaçam em redemoinhos
cirandando lá fora
num pacto com a natureza...

mel - ((*_*))

Quero as palavras em asas de borboletas
A fim de que floresçam ousadas
Para fora dos pensamentos.
Sem fronteiras,
Sem limites e nem fim...
Entre sorrisos escancarados
E lágrimas choradas nas pontas dos dedos.
Quero as palavras como pétalas
Que se soltam
Em voo livre sem pára-quedas
E caem versos ou prosas
Sobre a aridez dos olhares sedentos.
Palavras são emoções em movimentos...
Deslizam fugazes como um sopro
Ou tempestivas como um ativo vulcão.
São traços, riscos,
Esboços de vidas
Revelando a concretude dos fragmentos,
Expostos na imensidão das letras!
Palavras em desalinho, cruzadas,
Inventadas,
Perdidas e achadas.
Palavras que salvam e condenam
Já nascem fecundas...
De primorosos contrastes e texturas
Cada qual com seu estilo.
Palavras imortais e infinitas
Nos versos do silêncio que não se cala
É aconchego de muitos sonhos
A fonte...
... A ponte
Entre o real e o imaginário
Dois princípios
Juntos a esse porto de abrigo
Quero palavras...
Que respiram.

O Silencio - João Paulo Borges

A chuva cai lá fora.
Aqui dentro sempre parece mais quente
Mais quieto, mais vazio.

O silêncio toma conta,
separa a consciência da realidade,
encosto minha cabeça no travesseiro másio.

Procuro não pensar em nada,
não lembrar de nada.
Principalmente em minha amada.

Misterioso esse silencio.
Que bebi as horas tão tardio.

Alguém abre a porta,
a enfermeira entra no quarto,
tentando me dar um remédio
que eu adio.

Tomo-o sem coragem, sem vontade.
A farmeira sai do quarto
e eu volto ao silencio amigo.

Na sala da minha casa tem uma TV que não liga.
Eu poderia mandá-la para arrumar ou jogar fora
e comprar outra nova, mas eu gosto dela assim.
Aprecio sua companhia e seu afável silêncio.

Às vezes sento-me no sofá e fico olhando para ela.
Ela é preta, e quando está dia me reflete.
É nesse momento em que eu paro para pensar em mim.
Gosto de ser espectador dos capítulos da minha vida.

Agora penso: se a TV estivesse ligada eu não me veria.
É tão fútil ouvir falarem sobre sua programação.
Eu não preciso desse falso entretenimento e viva alienação.
Preciso demais de mais vida e me ver na tela preta.

Ouço o assobio agudo que vem de fora,
vejo o mover das folhas verdes e amarelas,
percebo que o vento me faz tanta companhia,
incomodo-me com a ofegante respiração que não consigo controlar,
deparo-me com tanta algazarra, tanto movimento.
É tanto barulho que esse silencio faz.