Poemas de quem Deu um Fora
Recebi
Todo amaçado
Um abraço.
Assim meio que um laço
Amarrado aos braços.
Apertado um tanto
Que me tirou os espaços
E os cantos
E também os prantos.
Recebi
Por Sentir
Esse sentimento que se sente
Assim sem perceber.
É quase uma vontade,
Quase um não querer.
Não cabe na coragem
Tão pouco em ser cobarde.
Nele nada se espera,
Também não desespera.
Nele há um “Q” de medo
Quiçá ser temerário,
Um leve desamparo,
Na alma um abraço.
Quem lho buscar no hoje
Alcançará no amanhã.
Aquele que vestir-se disso
Sentir-se-á despido.
Não há mesmo o que sentir
De tanto que se sente.
E de tentar dizer-lhe o nome
Treme a língua,
Morre a trama.
Olhei para um copo,
Em seguida olhei para o céu,
Será que o mundo cabe nesse copo,
Se eu falasse só de felicidade no papel?
A iluminação é um presente da natureza...
Como o sol reluzente
Acariciando os seres e o seu pomar...
Não conseguiríamos viver sem a luz...
E se juntarmos um pouquinho de amor
O brilho ficará ainda mais intenso...
Não podemos acreditar que todas as pessoas são sensíveis como nós...
Nem todos tem um coração cheio de amor..
Carinho se compartilha com quem merece...
Me dê uma pitada de sabor
Que eu te dou um pouquinho de carinho...
Me manda uma abraço apertado
Que eu te mando outro entrelaçado...
Me dê uma olhada apaixonante
Que eu te dou o brilho da lua..
Me dê um beijo doce
Que eu te dou um coração cheio de amores...
No ínterim da vida, um mal estar, uma despedida
De mim. De quê?
Acho que eu dormi nos intervalos da chegada, da partida.
E a cada despedida eu me pergunto se é o fim
Ontem, morreu um bicho dentro de mim,
E hoje as suas tripas me degolam
Um bicho esguio e luminoso... Sei lá...
Só sei que estava aqui porque agora não está,
E se nunca esteve, tem um espaço aqui pra ele... Vazio, vazio
No ínterim da vida, um não estar, uma despedida...
Assim foi que eu fiquei desfalecida no sofá do quintal velho
Enquanto uma semente que virou broto que virou árvore e virou árvore
De repente, virava árvore que virava broto e virava semente
Semente que se enroscou e bloqueou minha garganta
Semente que dói feito pedra.
O que eu sei é que até ontem havia um caixão por aqui
Um caixão que ninguém abriu
O cadáver... Não sei bem... Mas acho que era morte/por segundo
Talvez por cárcere privado, talvez por conveniência.
O que eu sinto, vejo e ouço é que até hoje fede e bate na madeira inutilmente.
Aconteceu...
No ontem de algum dia
Em algum olhar distante, vazio e doloroso.
Eu não sei... Mas eu me lembro,
Como uma sensação no escuro.
Arrancando as cascas das coisas e dando a alma um grito e uma voz...
Que as palavras sejam borboletas e não pedras em nós.
Que os dias fortaleçam os sonhos e jamais aprisionem os fios dourados das ilusões que temos.
Que as noites sejam sempre de abraços, àqueles que nos acalantam e nos orvalham a alma cansada e vagante.
Que nossos mais íntimos e tímidos quereres de felicidade caminhem de mãos dadas com nossa mais resiliente coragem.
Que o frio da solidão que mora dentro de nós se aqueça de ternura e que as lágrimas forjadas de um palhaço, seja a única ironia possível em nós.
Que apesar do tempo e de toda sua pressa desleal, que sigam sendo teimosos e indomáveis nossos sorrisos.
E que a fé e o amor sem nada dizer, nos salvem e nos reescreva como infinitos inacabados todos os dias.
TREVAS NOSSAS
A morte encontra um sentido por antecipação
Nas noites em que o abismo é sonolento
As trevas imperam no sangue, que corre nas veias
Onde reina o desespero das almas perdidas
Os sentidos enganam as presas na carne que queima
Nos muros feridos de morte do nosso tempo
Fez-se silêncio nas doces lágrimas salgadas
Nas mágoas de um violino que grita de dor
Já despido com as pautas na tempestade do vento
Choram as almas d’encanto nas trevas escuras
Vasto escuro céu, enigma de muitas almas esquecidas
A podridão gera o sangue que corre nas nossas veias
Mentalmente passamos a viver como sombras
Das saudades que abre os novos caminhos em lágrimas.
Se a tristeza em um
voo pousar do seu lado ,
Diga assim : Desculpe !
Aqui mora a felicidade ,
que o vento te leve pra longe ,
que só venha a mim,
ternura e bondade.
Gosto de gente que tem brilho único,
um brilho que poucos suportam .
Gosto de pessoas luz
Que te contagia com boas energias .
Gosto de gente simples,
Que não te olha com olhar devorador,
Mas que te abrace forte,
Te olhe nos olhos e, transmita amor.
Gosto de gente que :
Canta
Dança
Sorri
E é feliz!
Trazendo cor aos meus dias
Trazendo alegria,
Pulando e
Sorrindo.
Gosto de gente assim;
que chega, e faz morada.
Cada lágrima derramada ,
é um grito de superação .
Que as próprias não seja
derramada pelo mesmo motivo
e sim por te-las vencido .
caminho
"Antes de um lugar há o seu nome. E ainda
a viagem até ele, que é um outro lugar
mais descontínuo e inominável."
Quero um pensamento.
Um revoar de emoções.
Quero um sim,um não.
Quero um beijo,um queijo
Coias simples.
Coisas da vida.
Vivida ou sofrida.
Partida ou dividida...
Apenas quero.
Um pouco de tudo
E muito da vida.
Ela tem um jeito no olhar que me encanta.
Um sorriso que fascina.
Um jeito suave de menina...
Ela tem o perfume do amor.
A doçura do vento.
O calor do verão...
Ela tem mil encantos que me encantam.
Mil motivos pra me deixar partir.
Mil pra me deixar ficar...
Ela tem a felicidade quando
Deita em meus braços
E me beija sem saber
O quanto meu coração
Esta louco para amar.
Plataforma B (Move)
Deveras solto em um mar de sonhos.
Rato corre, corre sonhos.
Limpa, limpa, varre, varre...
Espera, espera, espera, espera...
Espera! Espera.
Cigarro acende, fumaça sobe.
Faz firula no ar
faz firula, falta o ar.
Música rasga o vento
olhares se entrecortam e silenciam.
Se entreolham e silenciam.
Espera...Varre...Limpa o chão.
Rato corre, corre o sonho.
Espera, espera, espera...Espera.
Por mais um segundo de ódio,
evoluo por um tempo absorvendo
o intuito dos maiores planos,
a mente transcende a ponte da realidade,
perito do caos reluto em uma aurora,
e assim caminho numa expressão algos,
dos tais sentimentos,
rebulho nos tais fantoches,
semelhantes da dor e solidão...
de todos impérios, apenas a devastação,
denoto de alegria afago nos pesares,
variáveis dos demais somente
frascos vazio de um apogeu.
As ondas do mar me levou
Mas elas estão me trazendo de volta
Pois elas sabem, Que um navegador também tem seu grande amor.
Como o sol que desaparece durante a noite
Deixaste assim a escuridão em minha vida
Um ócio desgastante e um vazio na alma.
Não há saída amor... não há...
De ti só tristeza e de mim só saudade!
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