Poemas de quem Deu um Fora
Quem sou eu?
Eu sou uma tábula rasa. Pretendo levar o que for nela escrito, à um estágio além de uma folha de papel escrita.
poha! Eu sou o homem que não quer ser menos que o super homem, será?
Cada um me ve de um jeito.
sempre vão me julgar, mas só Deus sabe quem eu sou de verdade.
Só ele conhece meu coração, só ele sabe o porque de cada atitude minha, somente ele sabe tudo que eu penso.
Somente ele me entende.
E é exatamente por isso que eu vivo em paz.
Um certo alguém!
Alguém chamado vento
Veio em minha direção
Trazendo lembranças frias
Pra congelar meu coração.
Alguém chamado estrela
Decidiu brilhar no céu
Para colorir meus olhos
Feito tinta no papel.
Alguem chamado destino
Trouxe você para mim
Para está sempre ao meu lado
E ficar - mos juntos até o fim.
Queria escrever um poema de saudade
Mas meu coração não aguentou
Tentei falar de liberdade
Ele logo retrucou
Perguntei, quer falar de que?
Ele respondeu, de Amor!
No finzinho da tarde escrevi
Um poema com muita alegria
Pois faz parte de mim, a poesia
Que carrego comigo em meu peito
Acho até que isso é um defeito
Me perturba e até me tira o sono
Entorpecido sigo sem pensar direito
Me sinto como um poeta sem dono
Sou um lobo solitário não tem jeito
Em completo e total abandono.
Ela era poesia eu nao sabia ver,
Com uma caneta na mão e um
Caderno nos braços escrevo quando,e onde
Eu vou morrer.
Quem sou eu?
Será que sou um ser-humano
Da terra?
Ou eu sou um alienígena obscuro
De um planeta das trevas!!
Quem sou eu?
Será que eu sou um protóxico
Criado pra sofrer?
Ou eu sou uma arma criada
Para fazer as pessoas se sentirem
Incapazes de saber,poder,querer
Morrer com o pensamento de
SALVAÇÃO tentando escapar do desprezo,da dor de ter Depressão
Queremos ser conhecedores de um tudo.
Conhecer a Deus!
Conhecer as verdades.
Conhecer as pessoas.
E não conhecemos nem a nós mesmos.
Somos quase indecifráveis, somos tal vezo maior mistério que existe.
Quem sou EU caro amigo Eu?
Que me procuro em alguns momentos e deparo-me com um ser muitas vezes cheio de ascos, putrificado em dogmas, cheio de imaginares onde a dúvida me assola, sobrando outra vez a mesma indação.
Quem sou EU?
Sou ou não Ser?!.
Presente de Deus.
Fizera assim.
Tão bela quanto Monalisa.
Uma moça, feita a de Ipanema.
Uma flor de Lis para Djavan e também pra mim.
Má, Mai.
Má, má, Mai.
Gaguejo ao te ver sorrir.
Te peço que seja quem queres, mas seja só você.
Má, Mai.
Má, má, Mai.
Maiana.
Seja você quem ama, quem queres ser.
Mas seja só você.
Não diga Eu tenho um Problema.
Diga o problema me tem.
E sou Eu que escolho ser ou não dominado por ele.
Quem és...
Quem és, esta menina?
Quem és, esta mulher?
Ela, que com um sorriso fascina,
Ela, que sabe bem o que quer.
Nos floridos campos, passo a procurar,
Nas flores de todas as estações,
Em uma foto cativou com seu olhar.
Me fez sentir a melhor das emoções.
Quem és ela, que envergonhada fica sem jeito,
Tão eloquente e vibrante canceriana,
Ela és a dona do sorriso perfeito.
Ah... Menina, mulher chamada Ana.
Tudo passa muito depressa.
Um dia desses éramos apenas uma ideia, um plano ou meta!
Noutro dado momento, um óvulo, fertilizado um misto de girino animalesco, entre quadrupedes e bípede.
Em outro momento desenvolvido bebê e nascido criança, adolescente, adulto, e no instante final idoso, e FIM...
Passamos muito rápido por esse trem vida.
... e fui visitar um homem o qual chamavam de sábio.
E indaguei-lhe, és um sábio?
...e ele me devolveu como retórica! ...quem disse ou oque dizeis que sou?
Mas continuei.
...imaginei que o mesmo estava a zombar da minha tolice.
Escreves ou tem feito provisões da vida? Falei-lhe outra vez.
E porque, ou oque é ser oque dizem que sou?
E ele como que insatisfeito e largando-me à margem da dúvida, fingiu ignorar este reles que vos fala, baixando suas pálpebras deixando meio que entre abertos calou-se de vez.
Já eu! recolhi-me a minha pessoal insignifiquetude.
Mete-me medo ser reconhecido ou ovacionado por um grupo de gente ou uma multidão como "Líder" , "Libertador" e na pior das Hiposes "Salvador" libertador de algo ou dos mesmos.
TODOS sem exceção, os que foram à frente para tornar plausível um modo apaziguador de convivência... Exterminaram-no!
Buda, Jesus, Luther king, Madiva, Tiradentes, Irmã Dulce, todos os Lamas, Os ditos como Santos, desbravadores, e tantos outros Paradigmas, Libertadores, os verdadeiros ídolos!
"Eu não sou besta, pra dar uma de Herói...".
"Eu sou um avião de chassi africano, cabine cristã, asas da determinação brasileira e turbinas da educação voando pelo mundo. "
Sergio Junior
Quem és tu?
Sou uma equação de sentimentos onde a maioria dos elementos são incógnitas.
Sou um acumulador de alegrias, mas um desprendido de tristezas.
Coleciono momentos e, em muitos momentos, me faço peça na coleção dos outros.
Sou abençoado com o milagre chamado entusiasmo.
Sou meu presente, fui meu passado e serei meu futuro, isso é minha propriedade!
(Parte I)
"Está lá um corpo estendido no chão!".
Quem sou? Quem somos nós?
Oque sou? E pra que sou?
Vi certa vez um homem caído na vala, chovia muito, ele sangrava.
Ao passar de carro olhei e vi pessoas olhando, sem saber oque fazer. Era tão somente um corpo ferido, onde depois de lhe sugar o espírito, chamam apenas de cadáver. E de novo, oque e quem somos nós?
Acredito que apenas e tão somente um bichinho da seda tecendo nossos fios, que ao se romper, seremos apenas algo que frutificou mas que morreu, onde muitos nem sabem porque, ou pra que viveu!
Tem muito mais alegria
e no Alqueva um bom iate
quem assiste à cantoria
com mil sopas de tomate.
I
Vê-se o tempo a manobrar
nesta louca embriaguez,
vai-se o dia, chega um mês
e o tempo custa a passar...
Com a cabeça a divagar
nesta dura antinomia,
vai-se o mês, vem mais um dia
da nossa sobrevivência,
e quem come a paciência
tem muito mais alegria.
II
A medida do telhado
faz a porta da entrada,
e em cada assoalhada
o tamanho é limitado...
O sofá é mesmo ao lado
de onde havia chocolate,
num pequeno escaparate
resta o jogo dos milhões
onde compra as ilusões
e no Alqueva um bom iate.
III
Santas casas portuguesas
solidárias nas esmolas,
dão aos pobres das gaiolas
o que sobra das riquezas...
São luxúrias, são pobrezas
desta vã egolatria,
onde tudo se esvazia
numa ordem movediça,
e tolera a injustiça
quem assiste à cantoria.
IV
Todos cantam em voz alta
o que diz A Portuguesa,
vê-los juntos é uma beleza
nessas luzes da ribalta...
Que se anime toda a malta
sem princípios de debate,
e o convívio é um biscate
desigual e pouco humano,
que se farta todo o ano
com mil sopas de tomate.
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