Poemas de quem Deu um Fora
— Vivo em um país democrático e livre o bastante para ter o direito de não me posicionar politicamente!
—Sim, você tem esse direito e vive em um país livre porque muitos deram a cara a tapa, se posicionando bravamente para conquistar isso para você.
Não esmague com teus pés um brotinho que esta nascendo,
se ele nunca se tornar uma árvore,
a culpa pode ser mais tua do que dele!
Se por trás de um grande homem sempre há uma grande mulher;
Então, por trás de uma grande mulher;
Só pode haver um grande Deus!
POR QUE EU PRECISO DE ALGUÉM?
Eu não preciso de alguém
Só por um rostinho bonito, 😊
Ou um corpo perfeito, bem feito, ✨
Ou dinheiro guardado, infinito. 💰
Tem coisas na vida, eu sei,
Que a gente nem pode escolher… 🤷♂️
Simplesmente chegam de leve, 🍃
Quando têm que acontecer. ❤️
Eu preciso de um abraço sincero, 🤗
De um sorriso que venha acalmar, ❤️
De alguém que me tire do eixo…
Mas nunca me faça quebrar. 🫶
Eu já procurei tanto por isso,
Já pensei além do que devia, 💭
Perdi tempo buscando em outros
O que em mim já existia. ❤️🩹
Eu preciso de sentimentos de verdade, ❤️
Um alguém andar de mãos dadas na rua, 🤝
Pra sorrir das coisas simples, 😊
E viver cada admirar estrelas e a Lua
Porque no fundo, eu confesso,
Não preciso de luxo ou poder…
Eu só preciso sentir, ❤️
E esse sentir… é você. 🥰
Eu preciso de você ao meu lado, ❤️
Do teu jeito, do teu calor, 🔥
Posso ser teu amigo primeiro… 🤝
Mas também quero ser teu amor. 🌹
Porque no fim dessa vida corrida, 🛣️
Entre idas e voltas do coração, 💓
A verdade mais simples de todas:
Nós precisamos dessa conexão. 🫂❤️
Então fica assim combinado, 🤝
Sem pressa, sem medo, sem dor: 🌹
Você me empresta teu beijo, 💋
E eu te entrego o meu amor. ❤️
Eu preciso de você… 🥰
Sem começo, sem fim, sem razão… ♾️❤️
Só preciso que fique comigo, 🫂
Pra sempre, no meu coração. 💓🌹
Texto :Fhayom
Para Marli Barcela 💓🌹
Nunca escute um pastor, que
quer te ensinar a votar; e nem,
um político que quer te ensinar a orar...
“Me vi pensando em Van Gogh:
Se ganhando e perdendo em cada linha,
De um esboço pintado de uma janelinha.
Paredes cinzas, quem sabe?
Meio velhas, desgastadas por loucuras de quem as habitava.”
Livro “o quarto dos poetas”
Maysa S. Barrocal
“ Sob a luz da lua, vi teus olhos a brilhar. Como eu poderia pensar que em um simples farrapo de modéstia tu firmarias teu lar? “.
- Maysa S. Barrocal
“ Como uma estação nova que chegava, ou um porto em cada estrada.
Via meus laços sempre saindo, mais nunca ficando.
Sou ponta de partida para quem tem duvidas de suas escolhas.
Sou embarque para quem nunca quis ficar “.
Nas entranhas de uma montanha sagrada, repousa a lápide do imortal: um sarcófago que parece flutuar sobre nuvens de vapor, suspenso por pesadas correntes. Abaixo dele, corre um lago de mercúrio reluzente, alimentado por mil pílulas da alquimia proibida. Ali jaz um corpo redesenhado e petrificado, eternizado pelo próprio veneno do elixir que prometia a vida eterna.
Guardando seu sono, dez mil soldados de terra cota o acompanham no silêncio da pedra. Cada guerreiro carrega uma face única e uma expressão singular — o testemunho visceral de anos de trabalho místico e devoção. A montanha respira riqueza e magia, abrigando o ápice da engenhosidade humana: sismógrafos ancestrais, bússolas de precisão e mapas estelares gravados sob abóbadas sagradas.
Ali repousa o arquiteto da lei, o soberano que trouxe clareza ao comando real e fundou a mais lendária das dinastias — aquela que ergueu muralhas infinitas até transformá-las em maravilhas do mundo. Entre composições musicais de uma sofisticação inigualável e o eco de templos que transcendem o próprio carma, sua memória permanece incólume, petrificada no centro do cosmos.
Um dia você aprende que o vinho mais caro do mundo não vale nada quando a sua sede é de água.
E entende que a vida não é sobre ter o que impressiona os outros, mas sobre reconhecer aquilo que realmente faz bem à sua alma.
Porque, no fim, luxo não mata qualquer sede, riqueza não compra qualquer paz e aparência não substitui aquilo que é essencial.
Aprenda a dar valor ao que você precisa, não apenas ao que os outros admiram.
A jornada não revela uma essência; ela a constrói. Não existe um “eu verdadeiro” esperando ser descoberto — apenas aquilo que você escolhe se tornar. E, na era da tecnologia, cada um ocupa seu papel, moldado pelas escolhas que faz.
_KANGAL
O amigo sussurrou: Posso te ajudar.
O inimigo sorriu: Eu já ajudei.
Um deles mentiu,
não importa qual.
Eu já sabia.
Sempre saberei.
Você começa a perceber que a leitura é um caminho sem volta, quando mal desvia os olhos de um texto e se vê lendo e interpretando pessoas.
Quando, sem notar, ela começa a moldar a forma como você enxerga o mundo.
No início, os livros parecem apenas histórias, informações, curiosidades.
Mas, com o tempo, algo muda: cada página lida amplia sua lente interna.
Você já não se contenta em apenas decifrar palavras — passa a querer decifrar gestos, silêncios, intenções…
Aquilo que antes parecia simples ganha camadas, nuances, contextos.
Ler é, aos poucos, aprender a interpretar o humano.
É perceber que as pessoas, assim como os livros, carregam prefácios ocultos e capítulos inacabados.
Que as entrelinhas não estão apenas nos textos, mas nas conversas, nos olhares, nos desvios de assunto…
Os que cultivam o hábito da leitura acabam desenvolvendo um tipo raro de sensibilidade: não conseguem mais caminhar pelo mundo sem tentar enxergar as histórias escritas em cada rosto, enredos escondidos em cada atitude…
Por isso, a leitura não transforma apenas o leitor; transforma também a forma como ele se relaciona com tudo e todos.
E, depois disso, não há retorno.
Porque, uma vez que aprendemos a ler as páginas da vida, descobrimos que elas nunca acabam.
Aprendemos que cada indivíduo é uma obra aberta, cheia de prefácios ocultos e capítulos inacabados.
Fomos tão seduzidos pelo universo digital, ao ponto de romantizar um mundo onde políticos influencers — eleitos por nós — brincam de governá-lo.
Essa constatação medonha é um convite a pensar sobre a profunda transformação que a política sofreu na era digital.
Hoje, a figura do político tradicional se mistura com a do influencer, aquele que domina a arte da comunicação rápida, do espetáculo e da conexão emocional imediata.
Mas, ao transferirmos nossa confiança e votos para essas figuras, muitas vezes mais preocupadas com a imagem do que com o conteúdo, acabamos por trivializar o exercício do poder.
Quando políticos se tornam influencers, a política vira palco para likes e compartilhamentos, onde o debate se perde para a viralização.
A “brincadeira de governar” — expressão que revela a leveza e a superficialidade com que algumas lideranças assumem responsabilidades sérias — coloca em risco a qualidade da democracia e o futuro da sociedade.
Nós, eleitores e cidadãos, também somos parte desse processo: somos os que elegem, os que curtem, os que compartilham.
Cabe exercitarmos um olhar crítico, exigir transparência, responsabilidade e compromisso real.
Sem isso, continuaremos reféns de uma política de aparência, onde a profundidade das ideias e a seriedade das ações ficam em segundo plano, diante do espetáculo digital.
O desafio está lançado: usar o poder do universo digital para fortalecer a democracia, não para reduzi-la a um jogo de imagens e seguidores.
A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.
A vida, em essência, é uma sucessão de chegadas e partidas.
Um amontoado de despedidas silenciosas que se acumulam, quase sempre sem aviso.
Nunca sabemos qual abraço será o último, qual conversa não se repetirá, nem qual olhar se prenderá eternamente na memória.
Talvez seja justamente essa incerteza que valorize o instante — a consciência de que ele é frágil, transitório, irrepetível.
Por isso, a vida nos convida a viver cada encontro com reverência, cada presença com gratidão e cada despedida com a delicadeza de quem entende que até a separação faz parte do milagre de existir.
No fim, não é a derradeira despedida que mais importa, mas sim a intensidade dos encontros que a antecedem.
Secar um clube encharcado de história não é para qualquer um… tradição não evapora — transborda! Avante, Tricolor Paulista!
Em vão se desgastam os menores, tentando secar aquilo que não se apaga — a História dos Gigantes!
Mas como drenar a essência de um clube encharcado de glórias?
Como estancar a força de uma história que não evapora, mas transborda em cada geração?
O São Paulo não precisa provar sua grandeza — ela está gravada em títulos, eternizada em almas e páginas históricas, marcada em cada coração que pulsa em vermelho, branco e preto.
A Grandeza do Campeão de Tudo é Ilibada!
Um homem mau oferece muito menos perigo empunhando uma arma do que folheando uma Bíblia.
Empunhando uma arma, ele é previsível, folheando uma Bíblia, não mais.
Pois, nas terras férteis da instrumentalização religiosa, o que não falta é gente ruim se valendo do nome do Filho do Homem para se esconder, aparecer e se promover.
Quando um homem mau empunha uma arma, pode até ferir corpos e espalhar medo por algum tempo.
Mas quando ele abre uma Bíblia e se apropria da fé alheia para justificar sua maldade, o perigo se torna ainda maior.
A arma só atinge a carne, mas a Manipulação Religiosa corrói a Consciência Espiritual, Desfigura a Verdade e Aprisiona o Pensamento.
É por isso que, muitas vezes, o estrago causado por um Falso Profeta se prolonga para muito além de sua própria existência: porque não apenas mata, mas ensina outros a matarem em nome de suas verdades.
A fé deveria libertar e iluminar, mas, nas mãos de quem só deseja poder, transforma-se em algemas invisíveis.
Eis a gritante diferença: balas deixam cicatrizes no corpo, enquanto a palavra descaradamente distorcida deixa cicatriz na alma.
Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a Religiosa.
Um trisal tão nefasto entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado só poderia parir tamanha aberração.
Não há sutileza nessa união — ela sempre carrega consigo os germes do abuso e da manipulação.
Quando a fé se deita com a política, e ambos convidam o braço armado para o mesmo leito, o resultado buscado nunca é comunhão, mas o controle da nação.
A Igreja, que deveria consolar, torna-se cúmplice do silenciamento.
O Estado, que deveria servir, converte-se em senhor.
E o braço armado — que deveria nos proteger — se vê no direito de intimidar.
É nesse pacto que o sagrado se prostitui, o político se corrompe e a violência se legitima.
Não é difícil reconhecer os frutos dessa aberração: consciências domesticadas em nome da obediência, corpos disciplinados pelo medo e uma sociedade moldada não pelo diálogo, mas pela imposição.
O trisal nefasto não gera filhos livres, mas servos disfarçados de cidadãos.
E talvez o maior desafio não seja tão somente apontar os riscos sem precedentes dessa união, mas perceber como, vez ou outra, ela continua a ser desejada por aqueles que temem mais a liberdade do que as medonhas grades invisíveis da prisão.
Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.
Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.
A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.
É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!
O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.
Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.
E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.
Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.
Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.
Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.
O brasileiro, em sua maioria, carrega dentro de si a estranha mania de se achar especialista em quase tudo — é médico nas segundas, repórter nas terças, técnico de futebol nas quartas, teólogo aos domingos, juiz e cientista político em tempo integral.
Opina com tanta convicção sobre o que nem consumiu e sentencia com a segurança de quem jamais se atreveu a se questionar.
Tão ávidos e apaixonados pelas respostas, ignoramos que o mundo subsiste mais pelas perguntas…
Talvez seja tão somente uma forma de sobrevivência intelectual em meio ao caos — ou, quem sabe, um capricho coletivo para não ficar a dever aos políticos que também aprenderam a ser influencers de quase tudo e especialistas em quase nada.
E assim seguimos, palpitando — sempre cheios de certezas — enquanto a ignorância se disfarça de sabedoria e a vaidade faz parecer que já desbravamos e entendemos o mundo, quando mal entendemos a nós mesmos.
Que o Senhor — o Dono da Verdade — nos livre do infortúnio de tropeçar na demonização da dúvida!
Amem!
Nosso país e o mundo precisam subsistir, assim suponho!
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Poemas sobre saudade para transformar ausência em palavra
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas românticos para declarar todo o seu amor
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Poemas de amor
