Poemas de quem Deu um Fora

Cerca de 433251 frases e pensamentos: Poemas de quem Deu um Fora

Um brinde aos felizardos que me conquistaram, aos infelizes que me perderam e aos sortudos que ainda vão me conhecer!

É melhor retirar-se e deixar uma bonita lembrança do que insistir e virar um verdadeiro incômodo. Você não perde o que nunca teve, nem mantém o que não é seu. Se você é forte para dizer adeus, a vida te recompensará com um novo olá.

Se a vida te dizer que um dia você será feliz, não acredite, porque antes triste e desiludida do que alegre em meio a mil mentiras.

Sou um homem de causas. Vivi sempre pregando, lutando, como um cruzado, pelas causas que comovem. Elas são muitas demais: a salvação dos índios, a escolarização das crianças, a reforma agrária, o socialismo em liberdade, a universidade necessária. Na verdade somei mais fracassos que vitórias em minhas lutas, mas isso não importa. Horrível seria ter ficado ao lado dos que nos venceram nessas batalhas.

Já chorou o suficiente por esse amor, agora passa pra outro. Sofra por um amor de verdade

Em um mundo onde os sentimentos não são valorizados, é quase um suicídio se apaixonar.

Um amigo de verdade, a distância nunca separa, apenas provoca saudade e fortalece a amizade!
A saudade dói, mas é um meio de descobrir o quanto somos amigos de verdade!

Se um homem fala ou age com o pensamento puro, a felicidade o acompanha como uma sombra que jamais o deixa.

Buda
Dhammapada, verso 2.

Ser voluntário é ajudar gratuitamente alguém sem custos para investir em um mundo melhor.

Bonito mesmo é um abraço inesperado, um beijo roubado, um sorriso sincero, uma lágrima de felicidade. Bonito mesmo é o sentimento verdadeiro, o sentir-se perto mesmo estando longe. É se doar sem querer nada em troca, é pensar que a vida é mais do que um dia triste ou uma noite de pesadelos.

A vida é um jogo de baralho, revele suas cartas na hora certa, só assim poderá surpreender seus adversários.

Todo segredo da alma de um escritor, toda a experiência de sua vida, toda a qualidade de sua mente está melhor escrita em seus trabalhos.

Nós ateus não fazemos o bem para bajular um Deus para quando morrermos irmos diretamente para o céu, mas para nossa própria consciência e possível benefício alheio.

E se um dia você perceber que eu não falo com você há um tempo, lembre-se: foi você que me afastou.

A maior prova de amor foi dada pela atitude de um homem que morreu na cruz para provar seu sentimento. Sofreu calado, porém seus sentimentos foram expressados por suas atitudes.
É impossível falar de amor sem lembrar de Jesus Cristo.

Chefe que se entrega ao oportunismo dos bajuladores de plantão não sabe incentivar um bom trabalho em grupo, pois este só quer dissimular a sua insegurança, ou esconder a sua incapacidade de liderar pessoas e as suas diferenças. O puxa-saquismo é a ruína da autoestima, é o prejuízo da competência, e é a falência do profissionalismo.

Jamais subestime minha inteligência, não sou apenas um rostinho bonito! Sou feita de amor, humildade e ótima personalidade! Carrego em minha bagagem uma capa protetora, chamada de sabedoria e muita fé.

Já não compramos laranjas, compramos vitalidade, já não compramos um automóvel, compramos prestígio. (...) Com um dentifrício, por exemplo, adquirimos, não um mero antisséptico ou um produto de higiene, mas sim a libertação do medo de sermos sexualmente repulsivos. Com o vodka ou o whisky não adquirimos um veneno protoplásmico que, em pequenas doses, pode afetar o sistema nervoso de maneira psicologicamente valiosa; estamos adquirindo amizade e boa camaradagem... (...) Com o best-seller do mês adquirimos cultura, a inveja dos vizinhos menos ilustrados e a admiração dos que são intelectuais.

Tenho tantas cicatrizes em minha alma que ela mais parece um quadro pintado por Pablo Picasso em um dia de chuva e muita tristeza. Você não imagina a bagunça. É bonita, mas assusta.

Na verdade, o homem é um rio poluído. É preciso ser um mar para, sem se poluir, poder receber um rio poluído.

Friedrich Nietzsche
Assim falou Zaratustra. São Paulo: Editora Martin Claret, 2003.