Poemas de quem Deu um Fora

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⁠Lei de Murphy é uma lei informal e universal que, em tom de humor, fala da probabilidade e capacidade que as coisas têm de dar errado. Sendo assim, se alguma coisa tem a mais remota chance de dar errado, certamente dará errado. A lei estaria atrelada a leis de probabilidade. Fique muito atento:
Ocorre muitos acidentes em virtude de você não obedecer está lei: Os PEDREIROS, MECÂNICOS, JOVENS, IDOSOS E TANTOS OUTROS QUE NÃO AVALIAM OS RISCOS DE OCORRER ACIDENTES.
Exemplo: aquele idoso que não mantém dentro de casa aquela escadinha de mil utilidades e ao trocar a lâmpada usam a cadeira para se apoiar, muitos deles acabam se desequilibrando e caem; acarretando inúmeras conseguencias. Quem obedece a lei de Murphy, vive mais e sem sequelas.

Inserida por Ademarborba46

⁠O TEMPO


O algoz e o herói
Nos prende até nos preencher do necessário
Ou talvez nos comprime até nos esvaziar
Para assim estreitos, sermos a própria chave que adentrará a fechadura
Deixando para trás a prisão
Na liberdade, agora sem porta, paredes, fechaduras...
Sem barreiras
Sendo o Nada e o Tudo


(C.F.S)

Inserida por Camilafs19

⁠Dinheiro, o ópio do povo
Divide casais, amores e lares.
Na guerra se ganha mais dinheiro do que o incalculável tempo de vida do soldado.
O acaso vem trazendo amigos comprados e serviços duvidosos.
Será que a riqueza é vida para sempre ?

Inserida por marcelodecastro3

⁠O melhor motivo - Soneto

Cores entrelaçam minha aquarela,
em traços vivos, dou vida ao meu imaginar,
vejo chuva batendo em alguma janela,
água, que o vento não pode secar,
e vivo, vivo de um inverno a outro inverno,
aquecendo-me na estação sonhar,
meu silêncio, não será eterno,
na garganta um nó carrego, para o tempo desatar,
e sigo, vivo minha infinita tempestade,
e em cada segundo que vivo,
sei que és o meu melhor e único motivo.
Contudo, ó insensibilidade,
somos partes de algo escondido.
Somos e vivemos à sombra, de um tempo perdido.

Inserida por MarioDeOliveiraRSA

⁠Soneto ao Amor

Amo assim amar, calado.
Amo perto, distante, ao luar.
Intenso, inculpado,
amo assim, amo assim amar.
Inteiro, amo em pedaços,
amo, até queimar.
No calor, oculto meus passos,
aluado, fujo, céu e mar.
Amo o que faço por amor.
Amo não expor,
mas amo o vento, amor soprar.
Amo, com ou sem nenhum pudor,
tímido, amador.
Amo assim amar.

Inserida por MarioDeOliveiraRSA

⁠Encanto teus - Soneto

Encantos teus, minha alma sem demora,
busca-os nos poucos momentos de lembrança,
nas doces memórias dos verões de outrora,
que por eles, cantou minha alma, um cântico de esperança.
Invadiram o meu vazio, a minha solidão,
fizeram-me de amor por ti, transbordar,
sentir a leveza da tua grandeza, o prazer da tua imensidão.
Ó amada, que minha alma dos teus encantos, não venha se afastar,
pois são para mim, como jóias raras e bem guardadas,
beleza indiscutível, impossível de ser ignorada,
essências perfumadas, aguçando o meu sonhar,
florescendo nos campos da saudade,
brotam como desejos, dos tempos de felicidade.
Encantos teus, perfeitos, deixam-me fora do ar.

Inserida por MarioDeOliveiraRSA

⁠Vivo com respeito ao tempo
que ritmado dança o momento,
ao corpo que explana
as atitudes pelos poros a um olhar,
aos valores que se aliam
às jornadas idealizadas desde sempre aladas.

Inserida por kbejar

⁠não enterrarei as minhas mãos
não enterrarei
as minhas mãos
por não caberem
na terra dos outros.

(Pedro Rodrigues de Menezes, "não enterrarei as minhas mãos")

Inserida por PoesiaPRM

⁠malmequer negro
percorro pulsante o corredor
de pés mudos como muros
ergo o intransponível crânio
nascendo e dormindo prescrito
adio a translúcida sibilância
malmequer fulgente e negro
que levo ao peito como um sabre
recito pelo adejar rítmico dos lábios
salmos rituais ossos barro pó
fulgurante translação das veias
arde-me o míope sangue vertical
escorrendo pelo lantânio e lutécio
hei-de criar pedra sobre pedra
farei da luz dois vítreos ciclopes
pousarei nos pilares de hércules
a incorpórea maldição dos deuses
e levitando andarão as testas
dos homens e deuses
dos deuses homens
sit tibi terra levis[1]
requievit in pace.[2]

[1] que a terra te seja leve
[2] descansa em paz

(Pedro Rodrigues de Menezes, "malmequer negro")

Inserida por PoesiaPRM

⁠O fantasma de Ani ( nas ruínas de 1001 igrejas).

De longe eu vejo as ruínas
Se eu pudesse ver mais
Eu veria as mil e uma igrejas
Oh Ani! Tu foste grande!

Seda, reis e riquezas tiveste
Se eu pudesse saber mais
Basalto em vermelho e amarelo
Oh Ani! Tu foste tão linda!

Oh Ani!
O quê resta-me de ti?
Oh Ani!
Apenas teu perfume!
Oh Ani!
O quê resta-me de ti?
Oh Ani!
Apenas teu perfume!

De longe eu vejo as ruínas
Se eu pudesse ver mais
Eu veria a sua decadência
Oh Ani! Tu foste destruída!

Morte, invasores e terremotos
Se eu pudesse viver mais
Eu veria seus restos mortais
Oh Ani! Tu és um fantasma!

Oh Ani!
O quê resta-me de ti?
Oh Ani!
Apenas teu perfume!
Oh Ani!
O quê resta-me de ti?
Oh Ani!
Apenas teu perfume!

Inserida por VanderleiCampos

⁠"USE A BUZINA E O PISCA--ALERTA Lei de Murphy. Se houver a probabilidade de ocorrer uma colisão, ela vai ocorrer:
Quando estiver estacionado e tiver que dar RÉ para sair, use o pisca-alerta, e evitaras colisão. UM RETARDADO sem olhar no retrovisor, nem ligar o pisca-alerta deu ré no carro, simplesmente eu estava passando, tive que dar uma freiada brusca e buzinar para não colidir.
Por outro lado, quando você ver o carro ao lado cheio de amassadinho ao lado é porque o motorista não usa a BUZINA para alertar que há gente ao lado, principalmente na ERA DO CELULAR, homem que é homem só aceita que se encoste nele mulher e bonita. USE A BUZINA E O PISCA-ALERTA E EVITARAS ABORRECIMENTOS"

Inserida por Ademarborba46

⁠"Insana "

Eu sou a fúria que arranca a pele
A sede que queima
Rasgando a garganta
A dor fervente , abrindo a ferida

Eu sou inevitável
Aos corações quebrados
Eu me parto a pele sangrenta
Eu esfolo

A dor corroída insípida
Cuspida , escarnecida
Aos cacos de vidro
Mastigados engolidos

A fome negra , a fúria intermitente
A tempestade regida
A chuva de mim
Que sai pra fora

De que não ver a hora
De derramar espinhos
Em te , desapareça
Desapareça

De mim

Inserida por Ariane28

⁠TRANSLUCIDEZ

Era uma rosa amarela,
Translúcida
Mas não lúcida
Era trans versus lúcida
E de tão lúcida!
Que escolheu dentre todas
A cor que desejava ser.
E não podendo,
Preferiu morrer.
De sede, sem cor,
de amor.

Inserida por joanadeoviedo

⁠Cuidado com o excesso de pensamentos negativos
Eles se tornam emoções debilitantes
Cuidado com a frequência das emoções debilitantes
Elas se tornarão vícios silenciosamente
Cuidado com seus vícios
Sem que você perceba eles destroem sua vida

Inserida por MagnaOMelo

⁠Nunca podemos nos deixar levar pela emoção. Ela nos engana por mais que demore com o tempo.
É como se a verdade fosse aparecendo no fim do túnel e derretesse aquela imagem que a gente mesmo construiu.
Os sentimentos cegam os olhos, limitam nossos pensamentos e nos fazem tomar atitudes imprudentes.
O sentimentos e a emoção fantasiam uma realidade que não existe; já a razão é nua e crua, nos faz perceber uma realidade que nos recusamos a aceitar.

Inserida por geovanademelo1999

⁠Precisava escrever

Há dias que precisava escrever. Meses talvez, ou será anos? Enfim, sempre falei, acreditei e repeti que “nada acontece por acaso”, então se somente hoje eu estou escrevendo, significa que existe um porquê.

Será mesmo? Será que as histórias vividas até aqui, histórias essas que não foram contadas, realmente não deveriam ser? Ou será que o fato de não serem contadas, hoje tornou-se fundamental para que eu entendesse a real necessidade de não deixá-las somente nas minhas vagas lembranças?

Entendo que precisava escrever sobre a vida, talvez relatar tudo que aconteceu até aqui, quem sabe assim entenderia como mudei tanto em tão pouco tempo. Afinal o que me fez diferente? O que hoje, é diferente? É melhor? É pior? Não faço ideia. Tá bom, talvez eu faça, mas somente porque acredito que nada acontece por acaso.

Enfim, poderia escrever muito sobre isso, talvez eu deva… é eu sei que devo, mas calma não será hoje, pois apesar de ainda ter muito o que escrever, agora pelo menos sei, que de fato hoje eu precisava escrever.

Inserida por RafaellDeBrito

⁠"Turquesa"

Senti o seu cheiro
A sua pele exalava
A sensação desequilibrada
Dos meus olhos perdidos

Sem entender , sem requeri
Te despi com os olhos
Tentei juro , tentei
Me engasguei

Prostrada , não consegui
O que ? Porque
Sobre o que
Deslocar os olhos de te

Pobre carne infundada
Em desejos todos por nada
Golpeada exposta ali
Montou uma armadilha

De mim, dentro de mim ,

Para mim.

Inserida por Ariane28

⁠A VIDA

A vida?
A vida.
A vida!
Há vida.
Ávida
Havida.

A vida! Ávida! Havida!

Inserida por joanadeoviedo

⁠Muitos buscam
o mistério,
São fascinados
pelo Desconhecido
Ainda
que valha
tão pouco
Ou nada.

Inserida por joanadeoviedo

⁠Todas as noites
trazem seus encantos:
Amanheceres sucessivos
Que chamam vida.

Inserida por joanadeoviedo