Poemas de quem Deu um Fora

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Até hoje, pouquíssimos foram imortalizados. Pouquíssimos atravessaram séculos sendo lembrados, estudados, discutidos. Reis, filósofos, conquistadores, líderes espirituais. E mesmo esses são lembrados de forma fragmentada, distorcida, reinterpretada. A imortalidade histórica não preserva a pessoa, preserva um símbolo. Um recorte. Uma narrativa útil para algum tempo posterior.




Dentro desse cenário, Jesus Cristo se destaca de forma desconfortável. Não porque tenha sido o único a influenciar milhões, mas porque sua influência não dependeu de poder político, força militar ou herança genética. Ele não deixou filhos biológicos, não escreveu livros, não fundou exércitos. Ainda assim, seu nome atravessou dois milênios sem perder centralidade. Não existe outro ser humano que ocupe esse lugar simbólico com tamanha persistência.




Ele é apresentado como perfeito. Sem defeitos. Não no sentido ingênuo de alguém sem conflitos, mas no sentido de alguém que viveu alinhado entre discurso e ação. E mesmo assim, teve um final. Um final público, doloroso, definitivo do ponto de vista do corpo. Isso por si só já desmonta uma fantasia comum. A de que viver corretamente garante imunidade contra o sofrimento ou contra a morte. Não garante. Nunca garantiu.




A fé cristã afirma que ele vive. Não como corpo, mas como espírito. Afirma que ele é Deus. Que Deus criou a Terra. E que a Terra não é um teste improvisado, mas um jogo com regras. Um jogo duro, desigual, cheio de ruído, mas ainda assim um jogo estruturado. Se você aceita essa premissa, então nada aqui é aleatório. Nem o nascer, nem o morrer.

Uma vez ia passando na avenida aqui, peguei uma manga verde pra comer com sal, o pé carregado! Lá se vem uma criatura de uns 50 anos, do outro lado da rua gritando, não é pra pegar... Eu disse, mas, não é público? Ele disse que não, que ele quem plantou, aí eu quis devolver a manga, aí ele disse que eu podia pegar mais uma...


Cada coisa!! Kkkkk

Hoje sonhei com uma mulher negra e uma criança. Eu estava na África. Ela era artesã, e eu a chamava para vir para Barra do Corda, porque lá ela não tinha como vender nada, mesmo tendo muito talento.


Depois, sonhei com a vizinha daqui organizando um grande churrasco. Ela colocava convites do tamanho de duas folhas A4, pendurados em um cordão com prendedores de roupa. Estavam muito altos, praticamente na altura do céu.


Em seguida, sonhei com uma mulher árabe se escondendo de muçulmanos. Não entendi bem, já que era a mesma religião, mas ela tinha medo de que descobrissem que também era muçulmana. Eu a escondia.


Depois, sonhei com um homem que foi amarrado dentro de um carro e jogado em uma gruta cheia de outros carros, todos luxuosos.


No final, eu queria salvá-lo. Mas, de repente, eu era ele, tentando retirar as fibras que prendiam meu pé. Acabei me escondendo de uma pessoa que fazia parte de uma família muçulmana… e então acordei, kkkkk.

O passado já foi e serviu como aprendizado.


O amanhã a Deus pertence.


O agora, é o único instante real.


Que possamos ser a melhor versão de nós mesmos, sempre.


Em cada amanhecer, em cada instante em que Deus ainda emana sua energia de vida, dentro de nós.


Que possamos ser gratos por cada respirar, e por sermos herdeiros da terra, porque Deus nos deu o planeta para vivermos plenamente nele!!


Para ele nos servir, e depois a gente gente servir ele.


É uma grande troca, assim como tudo o que há no universo.


Somos todos parte do outro!!


Deus vive em nós, nós vivemos nele.


Assim, somos oniscientes e onipresentes.


Por isso, os sonhos sempre nos mostram coisas além do que os nossos olhos podem ver, porque é uma dimensão espiritual, onde somente o nosso espírito tem acesso. Através da nossa consciência!!


Somos todos partes de um só!!


O tempo não existe. Ele é somente uma metáfora para se referir a nossa mera existência.

Parece que o mundo tem uma obsessão pelos vilões. Os noticiários falam mais dos criminosos do que das pessoas honestas. As redes sociais promovem mais escândalos do que virtudes. O egoísmo chama mais atenção do que a bondade. O barulho sempre parece vencer o silêncio.
Mas existe uma ilusão perigosa nisso tudo.
Os vilões costumam deixar marcas profundas porque causam destruição visível. Já os heróis transformam vidas de forma discreta. Um professor que impede um aluno de desistir dos estudos dificilmente aparecerá nos livros de história. Uma mãe que sacrifica seus próprios sonhos para dar oportunidades aos filhos raramente receberá uma medalha. Um voluntário que alimenta pessoas em situação de fome quase nunca se torna manchete.
No entanto, qual dessas pessoas realmente sustenta o mundo?

Muitas vezes sentimos vergonha de pertencer à humanidade. Não porque somos perfeitos, mas porque enxergamos o abismo entre o potencial humano e a realidade que construímos. Somos uma espécie que fala de amor enquanto pratica a indiferença. Que pede paz enquanto alimenta conflitos. Que sonha com um mundo melhor, mas frequentemente espera que outra pessoa faça o trabalho necessário para transformá-lo.
Mas existe algo que merece uma reflexão ainda mais profunda.
Quando dizemos que o ser humano só pensa em violência, talvez estejamos olhando apenas para o barulho. A violência faz manchetes. O ódio viraliza. A crueldade chama atenção. Mas quantas pessoas silenciosamente ajudam alguém todos os dias? Quantos resgatam animais? Quantos dividem o pouco que têm? Quantos choram ao ver o sofrimento de um desconhecido?

Existe uma teoria silenciosa que atravessa a vida de muitas pessoas sem nunca ser dita em voz alta: para encerrar um grande amor, é preciso escrevê-lo.
Escrever tudo.
Sem filtro.
Sem orgulho.
Sem tentativa de parecer forte.
Apenas a verdade crua de tudo aquilo que ficou preso no peito durante anos.

Existem pessoas que ainda vou conhecer.
Existem lugares que ainda vou descobrir.
Existem sonhos que ainda vou realizar.
Eu sou mais forte do que imagino.

Eu sou suficiente.
Eu sou digna de amor.
Eu sou digna de respeito.
Eu sou digna de paz.

Hoje eu escolho olhar para mim com carinho.
Hoje eu escolho acreditar em mim.
Hoje eu escolho continuar.
E, aconteça o que acontecer, eu nunca mais vou me abandonar.

A ESCOLA É UMA PIADA. NÃO ENSINA DIREITO AS 4 OPERAÇÕES E NEM A LER O DICIONÁRIO PARA EXPANDIR VOCABULÁRIO. SÓ FALA DE VILÕES QUE MASSACRARAM A HISTÓRIA!! SACANAGEM. AS 4 OPERAÇÕES, ENVOLVE EMPREENDEDORISMO. ENSINAR A SE COMUNICAR COM AS PALAVRAS CORRETAS, FAZ AS PESSOAS SEREM EDUCADAS E CIVILIZADAS. O SISTEMA NÃO ENSINA CONCORRENTES. ELE ENSINA OBEDIÊNCIA, NADA MAIS!!
TUDO O QUE APRENDI NA VIDA ADULTA, FOI DEPOIS DE PESQUISAR E APRENDER SOZINHA.
ATÉ LER E ESCREVER, EU APRENDI COMPLETAMENTE SOZINHA. TODOS OS DIAS, CHEGAVA DA ESCOLA E TENTAVA LER UM LIVRINHO DA PREFEITURA, SOBRE CÓLERA, EM UMA SEMANA, EU CONSEGUI. NUNCA VOU ESQUECER DISSO.
TIVE UMA ÓTIMA PROFESSORA NO JARDIM. A ELIETE. ELA ME DEU MEU PRIMEIRO CADERNO BONITO, E A MINHA PRIMEIRA CARTILHA, COM A PERSONAGEM LAILA, NA CAPA AMARELA. FOQUEI TANTO A ATENÇÃO NAS LETRAS QUE ELA ENSINAVA, NAS CHAMADAS EM SUA MESA, QUE LER, FOI COMO ANDAR DE BICICLETA PELA PRIMEIRA VEZ SOZINHA, ENQUANTO SE SOLTA OS BRAÇOS.
OBRIGADA PROFESSORA ELIETE!! SEMPRE DIGO QUE A AMO, PORQUE É VERDADE. ELA NÃO FOI O SISTEMA. ELA REALMENTE AMAVA O QUE FAZIA. OBSERVAR AQUELES QUE NUNCA SERIAM IGUAIS AOS DEMAIS, ERA O QUE ELA FAZIA.

NEM TODA MÃE E NEM TODO PAI AMA SEUS FILHOS... ESSE É O MEU RELATO


MEU PAI FAZIA MUITAS ATROCIDADES, MAIS DO QUE IMAGINAM. COMIGO, COM MEUS IRMÃOS, E COM MINHA MÃE. PORÉM, ELA FUGIA, TINHA RECURSOS E SEMPRE VOLTAVA PARA ELE. SAÍ DE CASA AOS 16 ANOS, LEVANDO ELA E MEUS IRMÃOS. NUNCA MAIS VOLTEI, MAS ELA LEVOU MEUS 3 PEQUENOS IRMÃOS PARA O CALABOUÇO NOVAMENTE. MAIS DE 15 ANOS DEPOIS, ELA ENLOUQUECEU, CUIDAMOS DELA, E ADIVINHA? PAGOU ATÉ BANDIDOS PARA MATAR 2 DOS MEUS IRMÃOS, POR DINHEIRO. FEZ BO FALSO CONTRA ELE! E DEFENDE O CRÁPULA DO NOSSO PAI, ATÉ A MORTE. E, AINDA ESTÁ COM ELE HOJE. NOS AFASTAMOS DELES TOTALMENTE. NÃO JULGUEM ABANDONO DE FILHOS PELOS PAIS, CONHEÇAM PRIMEIRO O INÍCIO DE TUDO. ELA NOS ABANDONOU PRIMEIRO. NUNCA FOMOS AMADOS. ELES SÃO LOUCOS POR DINHEIRO, E ATÉ NOS MATA, SE NECESSÁRIO FOR!
QUANDO VOCÊS OBSERVAR IDOSOS ABANDONADOS E SOZINHOS, INVESTIGUEM O POR QUÊ, ANTES DE SENTIR PENA. NÃO OS ODEIO. SÓ QUERO DISTÂNCIA DELES.

SEXTA FEIRA - 14 DE AGOSTO DE 2026


"O que em mim está terminando, o que está nascendo e quem eu estou me tornando depois de tudo o que sobrevivi?"

ATÉ NAS AFLIÇÕES AGRADEÇA. EU VIVI UMA SÉRIE DE DOENÇAS, TIVE FALÊNCIA DE ÓRGÃOS, CIRURGIAS... DORES 24 HORAS POR DIA, QUE NÃO PARAVAM POR NADA. NUNCA RECLAMEI! EU AINDA AGRADECIA POR EXISTIR, NO FINAL, DEUS ME SALVOU E EM UM SONHO FEZ ALGUÉM ORAR POR MIM E ME CURAR! ESTÁ COM QUASE 1 MÊS SEM EU SENTIR NENHUMA DOR, EU CREIO QUE A CIÊNCIA ELA VAI ATÉ CERTO PONTO E DEPOIS DEUS OPERA DEFINITIVAMENTE.


15 de agosto de 2026

Você está atravessando uma fase da vida em que não existem atalhos.
Você precisa atravessar com os próprios pés.
Então vem a tempestade.
A ponte balança, quebra, a água cai violentamente e você sente medo de que tudo desabe enquanto ainda está sobre ela...

Enquanto o resultado não chega, a mente cria cenários.
"E se for alguma coisa?"
"E se der errado?"
"E se eu não conseguir?"
A mente odeia espaços vazios. Quando não possui informação, muitas vezes tenta preenchê-los com possibilidades.

Você não está sozinha.
Há outras pessoas atravessando a mesma ponte, enfrentando a mesma tempestade e tentando chegar ao outro lado.
Quando finalmente chega ao fim da ponte, você pensa que encontrou a saída.
Mas não encontrou.
Existe outra barreira.
E ela é ainda mais assustadora.
Uma parede muito alta, feita de areia, molhada pela chuva, cheia de buracos. Pessoas estão escalando, mas você sabe que aquilo não é realmente seguro.

"Quando eu resolver isso, finalmente estarei tranquila."
E então aparece outro problema.
Você atravessa uma dificuldade e encontra outra.
Resolve uma questão e surge outra.

Há determinadas travessias que ninguém consegue fazer por nós.
Podemos receber amor.
Podemos receber apoio.
Podemos ser abraçados.
Podemos receber uma mão.
Mas existem determinados momentos em que precisamos colocar o próprio pé no próximo degrau.

Você está dentro de uma caçamba de lixo.
Você foi levada para algum lugar por engano.
Você grita.
Pede socorro.
As pessoas avisam o motorista.
Ele para.
E então ele te abraça.