Poemas de quem Deu um Fora

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A utilidade da virtude é de tal modo evidente que os maus a praticam por interesse.

Os soberbos são ordinariamente ingratos; consideram os benefícios como tributos que se lhes devem.

Muitas pessoas se prezam de firmes e constantes que não são mais que teimosas e impertinentes.

Se fazes o bem para que te o agradeçam, negociante és, não benfeitor; cobiçoso, não caritativo.

Não construais estátuas aos vossos heróis, é melhor erguer estátuas às vossas vítimas.

Sempre vimos boas leis, que fizeram com que uma pequena república crescesse, transformarem-se depois num peso para ela, depois de grande.

O mundo, que não é causador de nenhum bem, é cúmplice de muitas infelicidades; depois, quando vê eclodir o mal que ele maternalmente chocou, renega-o e vinga-se.

Os lugares de chefia fazem maiores os grandes homens, e mais pequenos os homens pequenos.

É próprio das grandes almas desprezar grandezas e almejar mais o médio do que o muito.

A honra tem assim, as suas regras supremas, e a educação é obrigada a respeitá-las. Os princípios são que nos é sem dúvida permitido preocuparmo-nos com a fortuna, mas que nos é absolutamente proibido fazer o mesmo com a nossa vida.

O amor-próprio dos tolos desculpa o das pessoas inteligentes, mas não o justifica.

A sabedoria é geralmente reputada como pobre, porque não se podem ver os seus tesouros.

Sem as ilusões da nossa imaginação, o capital da felicidade humana seria muito diminuto e limitado.

Considero a família e não o indivíduo como o verdadeiro elemento social (arriscando-me a ser julgado como espírito retrógrado).

Na mocidade buscamos as companhias, na velhice evitamo-las: nesta idade conhecemos melhor os homens e as coisas.

Despendo mais energia numa discussão com a minha mulher, do que em cinco conferências de imprensa.

A variação quantitativa de tensão da realidade originária dá origem a todas as coisas.

O deleite imaginado é muito maior que o gozado, embora nos verdadeiros gostos deva ser o contrário.

Num Estado, isto é, numa sociedade onde há leis, a liberdade só pode consistir em poder fazer-se o que se deve querer e em não estar obrigado a fazer o que não se deve querer.

O avarento mais preferiria que o sol fosse de ouro para o cunhar, do que ter luz para ver e viver.