Poemas de quem Deu um Fora
Mãe, quem é você?
Se estou feliz,
quantas vezes te esqueço;
se estou triste,
quantas vezes te procuro.
Mãe, quem é você,
que eu critico,
de quem eu exijo coisas tão pequenas
para satisfazer a minha comodidade,
mas a quem peço a maior ajuda
nos instantes mais difíceis?
Mãe, quem é você,
para quem eu tantas vezes
esqueço o meu carinho,
e de quem exijo tanta atenção?
Mãe, quem é você, com que discuto
e para quem peço conselhos?
Mãe, quem é você,
para quem reclamo sempre,
e para quem guardo
o abraço maior e a maior ternura.
Mãe, eu sei,
Você só é... AMOR.
"Quem Sou Eu?
Aos Meus Amigos
Eu Sou,
Quando Poder...
- O Riso Do Humor.
Se Precisar...
- O Ombro Da Confiança.
Se Quizer...
- O Conselho Da Consciência.
E Pra Sempre...
- O Sórrizo Da Gratidão!"
Brincar de Viver
Quem me chamou
Quem vai querer voltar pro ninho
E redescobrir seu lugar
Pra retornar
E enfrentar o dia-a-dia
Reaprender a sonhar
Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não
Você verá que a emoção começa agora
Agora é brincar de viver
E não esquecer, ninguém é o centro do universo
Que assim é maior o prazer
Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não
E eu desejo amar todos que eu cruzar pelo meu caminho
Como eu sou feliz, eu quero ver feliz
Quem andar comigo, vem
Lá - lá - lá- lá - lá...
Você verá que é mesmo assim, que a história não tem fim
Continua sempre que você responde sim à sua imaginação
A arte de sorrir cada vez que o mundo diz não.
Lá - lá - lá- lá - lá...
23:23
Às vezes nem eu mesma entendo meus próprios poemas e todos aqueles dilemas. Talvez seja porque são palavras que voam, leves como uma pena. Mas que são certeiras e dolorosas como flechas, meus poemas são sentimentos reprimidos, e oprimidos bem lá no fundo... em um lugar onde ninguém pode ver.
Poucos sabem que por trás daquele sorriso e daquelas diversas risadas tem um gigantesco buraco negro que me arrasta para meus próprios pesadelos... mas voltando para meus poemas que não são apenas dilemas mais formas de me identificar, com eles entendo um pouco mais sobre tudo a minha volta, talvez até um pouco mais sobre mim que sempre confusa está, é sobre essa pessoa que dentro de mim que algum dia se libertará…
Em meu peito um amor intenso florescia
Por alguém que não sentia a mesma sintonia
Poemas e cartas dediquei com devoção
Mas um amor não correspondido foi minha condição.
Melodias ao vento, canções de paixão
Buscando tocar o coração em vão
Um amor, que não encontrou abrigo
No peito da pessoa que eu tanto queria abrigar comigo.
Aceitar essa realidade foi um desafio
O amor inefável, um sonho vazio
Mas não me arrependo de ter amado assim
Pois o amor é uma dádiva, mesmo sem fim.
Guardo as lembranças desse amor não vivido
Uma estrela solitária no céu escondido.
Seguirei adiante com esperança e valor
Em busca do amor verdadeiro, correspondido, e sem dor.
Jogue fora as migalhas e cuspa na cara de quem as deu.
Quebre seu coração pela milésima vez, sofra em silêncio; Lamente, novamente, por não ter sido valorizado (a).
Mas JAMAIS dispa-se do orgulho.
Ele não é o vilão; É o responsável pela sua força e por muitas dores evitadas.
Nenhum amor é digno da sua humilhação.
Primavera (Walmir Rocha Palma)
Um rouxinol acorda os outros passarinhos
Como um maestro, ele conduz o seu coral
Pintor de todas as manhãs, o sol morninho
Seduz as flores com seu beijo matinal
Olho que vê tamanho encanto da janela
Não sei se meu ou se o de Deus está em mim
Estou setembro, vinte e um, é primavera!
Meu coração amanheceu feito jardim
Num alegreto inusitado, as borboletas
Vão espalhando grãos de pólen a granel
A terra fértil, mãe feliz, e tudo aceita
Há comunhão nesta estação, entre ela e o céu
Fascínio assim, de flores, já não há quem pinte
Só mesmo o traço inconfundível de Monet
Ou o delírio extasiado de Stravinsky
Para com sons a primavera conceber
Mas que mulher exuberante, a primavera
Ela é a prima mais querida do verão
E embora o outono morra de paixões por ela
É o inverno que ela traz no coração
Obs.: Este poema foi musicado por Rosa Passos.
quando eu morrer
não
perca
um minuto
chorando por mim.
posso ir embora
mas vou
deixar para trás
todas as minhas
mil & uma
vidas.
– uma garota louca por livros nunca morre.
Eu não tenho uma vida perfeita a te oferecer
Eu não tenho uma promessa de um perfeito amanha
Eu não te garanto um final feliz
E muito menos tenho o mundo pra te dar
Mais tudoo que eu tenho de mais valioso é seu
Conheci você para te amar
Não juramos amar um ao outro
Não prometemos beijos românticos ao luar
Não te beijei naquela hora
Foi estranho não te conquistar
Acabamos sendo amigos
Nos momentos em que lutei
Coincidência que me apaixonei
Por você tanto pensei
Onde quer que eu fosse
Você estaria lá
Me pergunto sobre você
Era para eu te conquistar?
Um amor não correspondido
Uma paixão que traz saudade
Uma garota que amei
Momentos de felicidade
Coisas do amor
Te amei, te amo
Talvez nunca te disse isso
Ao céu estrelado brilhando
Me emociono com uma música romântica
Ainda quero te conquistar
Amor verdadeiro de mim para você
Conheci você para te amar
Pedi a Deus um dia especial
Com uma pessoa incrível
Para dizer o quanto amo
E que, não há nada melhor
Do que estar ao seu lado.
Amor proibido
Viver um amor proibido
É ter asas e não poder voar
É ter seu corpo e não poder tocar
É ter sua boca e não poder beijar
É ter amor e não poder te dar
É ter o paraíso e não poder te levar
É ter um sonho e não poder sonhar
É morrer e estar vivo
É viver e não ter um objetivo.
Viagem (Walmir Palma)
Já não me estresso com o ruído de um motor
Se aumentam o volume do televisor
Se enquanto eu canto você conta
Se deito e você se levanta
Já não me espanta qualquer filme de terror
Enquanto leio pensamentos de Foucault
Você enterra os olhos no computador
Essa canção se espalha pelas ruas
Entre os que buscam no clarão das luas
Outra maneira de curar tamanha dor
Eu plantei meus fícus
Escrevi meu livro
Eu já tenho um filho, meu amor
Tudo é passagem
Fiz minha viagem
Eu vindo e na volta eu vou
Já não me irrita uma canção que é só tambor
Se em vez de abajur preferem refletor
Ou vendem ilusões de luz neon
Se poucos leem o Drummond
Se a tolice insiste liga o reator
Nem o silêncio dos gurus adiantou
A natureza está mostrando o seu tumor
Quando ela grita eclodem seus vulcões
Seu choro inunda civilizações
Não tem senhor, não há remédio seu doutor
Vejo cataclismos
Rescindirem sismos
Quanta indiferença meu amor
Sobra incompetência
Tanta imprudência
O poder não tem nenhum pudor
Seu sorriso é o meu favorito
Ele tem um jeito único, despido de ser
Destrói entre-linhas, tornando você meu bem querer
Meu bem querer que não me quer,mas confesso que ainda amo essa mulher
Mulher sem razão,como não consegue sentir as batidas do meu coração ?
Ah sim,por que não ? aproxime-se de mim junto com teu coração
E agora ? consegue ver as batidas que são como pequenos poemas para você?
Ah sim! foi sem querer,na garoa vi seu maior poder
Poder que não vejo,apenas sinto,de homem me tornei um menino
Simplesmente lindo... conseguir olhar para seus olhos mesmo com meu jeito tímido
Olhares límpidos,seus olhos pareciam não refletirem a maldade
Mas confesso talvez seja delirio da minha idade
Seu amor se acabou e em mim,só sobrou a saudade
Amor ou Paixão?
As vezes me acho um delinquente
Só de te ter em minha mente!
Mais o que fazer se sou
Um Homem carente de tih?
Estou te amando...
Amando a garota errada?
E se a minha abençoada for outra?
Então se eu continuar isso irá se tornar uma enrascada!
Más posso fazer dessa enrascada contigo o sonho de qualquer garota desamada...
Te levar além desse mundo nada zen... E te fazer a mulher mais feliz ao lado desse Men!
Então vem!
Sem medo!
E seja com aliança ou sem...
Eu só quero o seu Bem!
Só quero falar que eu te amo meu bem!
Diário de um mendigo
Sozinho no meio da multidão
Minha companhia é solidão
Jogado na calçada
Com a roupa toda furada
Entre becos e vielas
Hora no luxo, hora na favela
Entre o céu e o inferno
Entre o verão e o inverno
Quantas vezes já ouvir falar
Pobre mendigo desgraçado
Levo comigo aquele ditado
“Melhor pedir de que roubar”
Sou mais um num mundo injustiçado
Onde o ódio e amor andam juntos e disfarçados
Aquilo que sinto
Aquilo que sinto
É um dos sentimentos
Mais sentidos
(Não minto!)
Tem “a” na primeira sílaba
Queima por dentro
E pesa no peito
Se verbalizar
Pode até rimar com mar
Mas parece mais um rio
Pois é um sentimento frio
(Até doentio)
Viver e sentir este vazio
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