Poemas de quem Deu um Fora
Eu fico impressionado de como as pessoas não tem memória.
Sobre tudo aquilo que um dia lhes fez algum tipo de mal.
E muitas aceitam o mal como se nada tivesse acontecido de volta em suas vidas.
Se você teve um dia ruim, ainda, sim,seja educado com as pessoas.
Você jamais vai saber como foi o dia dessa pessoa, e ela jamais terá culpa de como foi o seu dia, independente de ter conquistas ou derrotas.
Os outros não têm culpa ou sorte a serem refletidas de como foi seu dia
Apenas ouvir, e assim redescobrir
E mas uma vez se abrir
Dificil decisão, ficar ou ir
um conflito
Uma bagunça de sentimentos
E no fim continuo perdida em pensamentos
E so ao ouvir a sua voz,
Desfaz todo o tormento
Se eu te disser,
Que me perdi em meus pensamentos
Me peguei sonhando acordada em um beijo seu
E cheguei a conclusao
que irei me perder em um sorriso Eterno
O que esperar de um mundo de mentira?
A verdade?
E resposta e tao obvia
Que muitas vezes, acabamos fechando os olhos
Negando se a acreditar na razão
e ouvindo os sentimentos de coração
Eternamente apaixonado pela ideia do amor
Pois nunca foi amado verdadeiramente
trago flores
de emoção
fica um perfume
nas minhas mãos
colore o meu coracao
é a flor da redenção
e do amor
pra voces com todo
carinho
e muitas bênçãos!!!
Não se corrige a Norma Culta de um poeta.
Só se contextualiza seu momento.
Critique.
Agrade-se ou não.
A autonomia é um dos princípios didáticos do Ensino a Distância, onde o discente é o maior responsável pela aprendizagem.
Paulo Freire [*] já falava que um dos pilares do ensino é autonomia, independente de ser no ensino presencial ou a distância.
Contudo, esta autonomia deve ser primordial pois através dela o discente deve compreender e discernir as informações, organizar seu pensamento e a estrtura do seu processo de aprendizagem.
Muitos falam que a característica principal discente deve ser “autodidatismo”. Porém são características diferentes, pois enquanto o autoditada tem a capacidade de buscar o conhecimento e ensinar a si mesmo, o autônomo vai além disso devendo atuar de forma responsável e disciplinada de acordo com a metodologia de ensino oferecida.
Por esta razão faz-se necessário que as “regras do jogo” estabelecidas pela equipe pedagógica e docentes estejam claras e objetivas, intervindo, mediando e zelando para que os objetivos de ensino sejam alcançados.
[*] FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996
Não necessariamente um excelente aluno da educação presencial poderá ser um excelente aluno da educação a distância, pois para o EaD há caractertísticas fundamentais para uma aprendizagem independente. Segundo Gunawardena e McIsaac (*) para a construção do conhecimento nessa modalidade são necessários elementos essenciais como responsabilidade do estudante pela própria aprendizagem, disponibilidade para instrução, combinação de métodos e meios, adaptações às diferenças individuais, variadas opções para iniciar os estudos, distância transacional, controle, interação, contexto sociocultural e presença social.
(*) GUNAWARDENA, C.N., MCISSAC, M. S. Distance Education in Handbook of Research on Educational Communications and Technology: A Project od the Association for Educational Communications and Technology, Por David H. Jonassen, Association for Communications and Technology, Lawrence Erlbaum Associates, 2004.
O professor é um instrutor neste modelo de educação por módulos como se fossem produtos, reproduzidos e distribuídos. É uma visão de modelo industrial da EaD que nas pesquisas Bechavioristas estavam aliadas às práticas de instrução programada. Um novo desenho educacional começou com CMC (Comunicação Mediada por Computadores) oferecendo atividades pedagógicas e recursos tecnológicos mais específicos. Contudo, o professor ainda é um co-responsável pelo resultado.
Conforme Gunawardena e McIsaac (2004) o aluno de EaD é o responsável por seu processo de aprendizagem e resultados devendo desenvolver as características de independência e autonomia.
Referência:
GUNAWARDENA, C.N., MCISSAC, M. S. Distance Education in Handbook of Research on Educational Communications and Technology: A Project od the Association for Educational Communications and Technology, Por David H. Jonassen, Association for Communications and Technology, Lawrence Erlbaum Associates, 2004.
"a realidade de muitas profissões não pode ser totalmente controlada através de um planejamento cuidadoso. Há um lugar para a prática disruptiva em que o destino e a sorte jogam um papel maior, e é nesse lugar que são tomadas decisões e são levadas a cabo ações à luz da sabedoria prática do profissional."
SMITH, K. em conferência: Desenvolvimento profissional de professores para a qualidade e para a equidade da Aprendizagem ao longo da Vida. Lisboa, 2007.
[...]a prática pode ser vista como um processo de aprendizagem por intermédio do qual os professores retraduzem sua formação e a adaptam à profissão [...].
A experiência provoca, assim, um efeito de retomada crítica (retroalimentação) dos saberes adquiridos antes ou fora da prática profissional.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação profissional. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 2002. p. 53.
"Seu olhar"
Alguns passos: caminhos cruzados,
um cumprimento: mera gentileza,
um fato: olhares trocados,
de fato, uma cortesia ingênua.
Você veio, eu fui,
um breve sorriso nos damos,
com leve aceno de mão reforçamos,
a energia e doçura do olha que se constitui.
Um olhar tão brilhante,
que chamou pra perto, marcante,
talvez inconsciente, mas, importante,
se por um lado era ternura, talvez do outro, insinuante.
O olhar que despertou meu interesse,
prendeu também minha atenção,
ao sorrir, consentiu entrar,
neste estado que não estava a esperar.
Aguardando que se chegue a cada dia,
cedo, tarde ou noite que se ria,
de uma espontaneidade trocada,
da pureza do sentimento alcançada.
Sem qualquer pretensão,
desconhecemos o que temos ou o que carregamos,
nos divertimos de várias maneiras,
sem máscara, maquiagem ou adornos,
usufruindo do que simplesmente somos.
Consigo falar do que foi e o que é,
mas não o que possa ser,
o que preciso mesmo dizer,
enquanto seu olhar para mim se expressar,
é ao teu lado que hei de querer estar.
Poema publicado no e-book "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias"
"A molinha pulou feliz.
A molinha amou o bis.
A molinha gosta de um par,
A molinha sozinha,
Não quer ficar.
A molinha pula, pulou,
A molinha só quer amar."
Metáfora:
"O homem se afastou da Natureza, quando vestiu um calçado.
Uma borracha que o isolou da Mãe terra?"
Como um Poema ao luar,
Eu vi o Morro do Lampião,
Onde a superlua vaidosa, sestrosa, dengosa,
Foi se ocultar....
Título: não quero um amor irreal
não quero um quero um amor irreal
não quero só uma ficada
não quero vc lá e eu aqui
quero amar só mais uma vez
mas dessa vez que que seja pra sempre
até que a morte nos sepere
que o presente não venha ser ausente
mas que a gente possa compartilhar
dores
carinhos
tristezas
e muitas alegrias
eu só não quero viver algo ilusório
como eu ja vivi algumas vezes e no fim eu vi a garota que eu gostava seguindo um caminho diferente do meu
Não quero um amor irreal, quero um amor real
que tenha princípios
Quero amar a minha futura namorada, minha futura companheira, minha futura esposa dá mesmo maneira que Cristo amou a igreja.
Livre-se das sombras que inundam seu coração
Feche os olhos e abra um sorriso
Lembre-se de que nada é em vão
Quando tudo parecer perdido
Encontrarás a solução
Lembre-se, nada é em vão...
Com um gesto fulgurante o Arcanjo Gabriel
Abre de par em par o pórtico do poente
Sobre New York. A gigantesca espada de ouro
A faiscar simetria, ei-lo que monta guarda
A Heavens, Incorporations. Do crepúsculo
Baixam serenamente as pontes levadiças
De U.S.A. Sun até a ilha da Manhattan.
Agora é tudo anúncio, irradiação, promessa
Da Divina Presença. No imo da matéria
Os átomos aquietam-se e cria-se o vazio
Em cada coração de bicho, coisa e gente.
E o silêncio se deixa assim, profundamente...
Mas súbito sobe do abismo um som crestado
De saxofone, e logo a atroz polifonia
De cordas e metais, síncopas, arreganhos
De jazz negro, vindos de Fifty Second Street.
New York acorda para a noite. Oito milhões
De solitários se dissolvem pelas ruas
Sem manhã. New York entrega-se.
Do páramo Balizas celestiais põem-se a brotar, vibrantes
À frente da parada, enquanto anjos em nylon
As asas de alumínio, as coxas palpitantes
Fluem langues da Grande Porta diamantina.
Cai o câmbio da tarde. O Sublime Arquiteto
Satisfeito, do céu admira sua obra.
A maquete genial reflete em cada vidro
O olho meigo de Deus a dardejar ternuras.
Como é bela New York!
Aço e concreto armado
A erguer sempre mais alto eternas estruturas!
Deus sorri complacente. New York é muito bela!
Apesar do East Side, e da mancha amarela
De China Town, e da mancha escura do Harlem
New York é muito bela! As primeiras estrelas Afinam na amplidão cantilenas singelas...
Mas Deus, que mudou muito, desde que enriqueceu
Liga a chave que acende a Broadway e apaga o céu
Pois às constelações que no espaço esparziu
Prefere hoje os ersätze sobre La Guardia Field
Vinícius de Moraes
Crepúsculo em New York
Rio de Janeiro , 1954
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