Poemas de primeira vez que te Vir
As flores sem você outra vez, apequena a imensidão de um jardim na escuridão de uma madrugada, essa noite fria e calada estende manso itinerante de um amor sem dimensão e mais nada.
Eu costumo pensar o seguinte: toda vez que nos sentirmos mal pensando que estamos ficando velhos e não conquistamos nada, devemos nos lembrar das pessoas que morreram mais novas do que nós e que independente de terem ou não um futuro promissor, tudo acabou ali. Nós por estarmos vivos estamos em infinita vantagem sobre elas, pois ainda temos aberta a porta para todas as possibilidades, cuja condição mínima é viver.
Tenho a impressão de que a vida é como um grande quebra-cabeças, que uma vez que tivermos juntado todas as peças, formará uma imagem muito bonita! O problema é que não conseguimos juntar todas as peças e a imagem nunca se forma...
Certa vez uma pessoa me perguntou: "Quem sou eu? Quem é você? Quem somos nós?" Eu não respondi nada, porque não tinha e ainda não tenho a resposta...
Eu luto com as mais poderosas armas que alguma vez vivências te: Fé, esperanca, conhecimento e o foco...
Estás são as armas que utilizo para todas as lutas que sou incluído, (CLÁUDIO SANTOS, 2025).
O amor nutri a alma, e o alimento nutri o corpo, ambos se forem falsos podem matar em vez de nutrir, não aceite imitações.
O dialogo é melhor do que uma bomba atômica, mas o mesmo esta cada vez menos presente nas reivindicações e relações humanas,que de uma forma ininteligente, preferem a cultura dos confrontos, conflitos e destruição.
Ganhando as batalhas com as armas da paz e força de aço, a mulher, cada vez mais, vai conquistando seu espaço.
Se você acertar em 99 atitudes tomadas e falhar uma vez, vão falar de seus acertos com timidez, e do seu único erro com intrepidez.
Passam dias, meses e anos, e o ser humano ficando cada vez mais individualista e especialista em injustiça.
Neste mundão com mais negativo do que positivo, a falta de educação e a estupidez são a bola da vez,
e o carinho que é o alimento afetivo do coração, anda em escassez de produção.
Hoje rainha da vez, na beleza e bajulação do trono, amanhã talvez na tristeza e solidão do abandono.
Em qualquer loja, o freguês é a bola da vez, é a pessoa mais querida, a mais esperada para ser bem recebida e muito bem tratada; o freguês é a razão da casa não estar fechada. Mas ao que me parece, tem gente que ainda não sabe que isso acontece, mas aconteceu comigo, entrei num mercado pra comprar com atendentes a fofocar e cada um a olhar pro seu próprio umbigo.
A cada vez mais, vejo demais; pessoas que querem colher sem plantar, voltar antes de ir, com dificuldades de ouvir para concluir.
Meu medo de tirar a armadura se tornou real. Fui ferida mais uma vez, nessa guerra o melhor é ser efêmera.
