Poemas de Personalidade
Não adianta posar de ‘star’ se, que nem satélite desprovido de luz própria, a vida alheia vive a orbitar, ao tempo que tenta o mundo de alguém se tornar.
A boa formação de jovens atletas está atrelada ao respeito pelas fases de seu desenvolvimento neuropsicossocial.
Somos programados para o bem e para o belo, e quando desviamos deste intento, condenamos a nós mesmos ao martírio, desequilíbrio e falta de paz interior.
Faz-se necessário que conheçamos um pouco o mundo interior de uma pessoa, se quisermos entender a visão de mundo que ela comunga.
Convivermos com alguém de perfil PEDRO, impulsivo, é muito melhor do que de Judas Iscariotes, manso, mas que nos trai, ainda mais com um beijo.
Percebemos que o mundo ainda tem jeito, quando deixamos que o amor se manifeste da maneira mais singela.
Talvez as pessoas não estejam jogando indiretas o tempo todo, o que lhe afeta tanto pode ser a certeza que tens de sua própria índole...
Que você tenha luz própria para não precisar de aprovação alheia para enxergar o brilho que há dentro de você.
Muitas vezes, o que mais nos tem incomodado a nosso respeito ou a outrem, é bem o que nós mesmos temos mais promovido.
Somente na medida em que desativarmos o modo ter, quer dizer, não ser – isto é, parar de buscar a segurança e a identidade aferrando-nos ao que temos, "sentando em cima" do material, atendo-nos aos nossos egos e a nossas poses – é que pode emergir o modo ser.
Posso admirar um homem pelo que ele é, pelo que ele sabe, ou pela influência que ele tem ou pode vir a ter sobre a minha vida. Nunca pelo que ele tem.
Faz-se necessário que percebamos a nós mesmos através de nossos próprios olhos, e não como os demais nos enxergam.
Jamais imaginei ser possível contribuir efetivamente na mudança e construção de uma nova personalidade de alguém, mas com empenho e amor é possível sim.
Tem ser humano que parece um beija-flor a se alimentar do néctar do interior das flores, e outro feito um urubu com a carcaça de animais em decomposição, pois cada qual vive conforme sua capacidade de compreensão do mundo e de si mesmo.
O cidadão não deve ser um mero anônimo formador de multidão como se fosse um escravo da sociedade, deve ser um nobre contribuidor com justo reconhecimento por todos os seus feitos.
