Poemas de Passado
Nunca é fácil fugir do nosso passado. A verdade é que estamos todos fugindo.
A verdade é como água que lava a sujeira da imundície, das mentiras e decepções, mas não podemos viver só de água! Paz é que nos sustenta como uma refeição quente.
"Não corra, caminhe. Assim há sempre tempo de refletir o passado, viver o momento e planejar o futuro".
jesus disse no passado:" não faça da casa do meu pai um comércio,se fosse hoje, ele diria p/ alguns lugares:" não faça do comércio a casa do meu Pai"
Permita-se crescer. Algumas pessoas que fizeram sentido no passado, não farão sentido no presente. O que você enxergava como importante, pode não mais ser. Permita-se crescer.
Não podemos esquecer o passado. Ele faz parte do mapa que nos trouxe onde estamos hoje.
A única coisa que ainda me conecta as décadas do passado são as estrelas; embora não existam mais, a sua luz ainda está presente, ligara-me de alguma forma a algum futuro, ainda que eu também não esteja a existir.
O presente está grávido do futuro, o futuro poder-se-ia ler no passado, o distante está expresso no próximo.
O passado pode ser intoxicante. Pode nos atrair, criar a ilusão de que tudo era melhor, que éramos mais felizes, ou as experiências eram mais ricas na época. Também pode nos debilitar, nos deixando presos em nossas lembranças de dor, mágoa e decepção, nos impedindo até de tentar outra chance de felicidade.
As vezes precisamos retomar velhos hábitos do passado, só para entender que não servem mais pra nós.
O conservadorismo cumpre o papel de fazer as almas ficarem presas ao passado, assim como os libertinos tendem a estimular os homens a ficarem presos ao corpo.
Por que sempre tenta achar o meu lado bom? Acorda! Eu não tenho um lado bom. Tenho pais e um passado problemáticos.
O passado nunca trará soluções. Elas sempre estarão à sua frente. A vida é assim.
Às vezes, as memórias que eu quero esquecer são como fantasmas do passado, assombrando meu presente e roubando minha paz de espírito.
A estética do modernismo, com sua negação do passado, sua vandalização da paisagem e da paisagem urbana, e sua tentativa de purgar o mundo da história, foi também uma negação da comunidade, lar e assentamento.
