Poemas sobre Medo
Todas as vezes que você sentir medo, indigno, Ele estará te esperando de braços abertos para te abraçar.
"Num tempo em que a verdade é censurada e o medo é vendido como virtude, uma marca autêntica é um ato de rebeldia."
"Em tempos de manipulação sutil e medo travestido de moral, um storytelling autêntico é mais que técnica — é insurgência."
"Em uma era de filtros e discursos prontos, em que a verdade é censurada e o medo é vendido como virtude, uma voz autêntica é um sussurro de insurgência."
“Vivemos tempos em que o medo é virtude, a verdade é crime — e uma simples voz autêntica, um grito de resistência.”
"O medo não é uma condição de fraqueza, e sim um estado de alerta para você não conduzir suas escolhas há um caminho sem volta."
"Não permita que a ansiedade mórbida exale no seu latíbulo, o medo irracional de ser esquecido ou ignorado por figuras genéricas. Exortando de si sintomas secundários de personalidade limítrofe ou narcisista, que podem insultar paulatinamente num distúrbio obsessivo-compulsivo de transtornos mentais, como o impasse amargo da atazagorafobia."
“Aprendi a ter o respeito como escudo e o medo como espada. E sei que a espada só deve ser usada em último caso.”
Se você terminou um relacionamento e o arrependimento bateu, não tenha medo de voltar atrás. Diga o que sente, envie uma mensagem, ligue, demonstre que ainda se importa. Quando o amor é verdadeiro, o maior temor não deve ser dar um passo para trás, mas sim perder para sempre quem você ama. O tempo passa, e com ele, o amor do outro também pode se esvair.
Não é a solidão que nos arruína, mas o medo dela. Desse medo nascem os enganos mais fatais: tomar escuridão por luz e algemas por abraços. Quem teme a própria companhia é engolido pela carência; senta-se à mesa com a serpente e toma do seu veneno em taça de vinho.
Não é porque ela é a Mulher Maravilha, que ela não tenha medo, fraqueza, insegurança e não precise chorar.
Fácil é ter medo da vida e das suas múltiplas complexidades emocionais. Afinal agregamos interesses e empatia em direções e reações presumíveis.
A vida com o medo, concorrente e opressora, inclusive dentro do militarismo e pelas poucas oportunidades, convida ao domínio e a passividade se afastando da verdadeira liberdade. O consumo passa a fazer parte da felicidade como a insegurança do depois a arbitraria eternidade. Tudo hoje a qualquer preço pois os valores envelheceram e ficaram perdidos no passado.
