Poemas de Mario Quintana sobre Maes

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⁠Sobre o amor: O amor é uma coisa sem forma cuja necessidade carece de cuidado. Sua presença permanece por meio das coisas simples como um afago no cabelo, um sorriso no rosto, a compreensão do dia a dia, as mãos dadas. O amor não se explica, apenas existe porque não tem razão.

⁠Sobre malhação: algumas pessoas quando malham se olham no espelho e acreditam que a imagem refletida lhe constitui, esquecem-se que quem as olha lhe enxerga segundo sua constituição cultural. A beleza e a feiúra são relativas.

⁠O ser humano só tem poder sobre outro quando descobre qual é o seu medo. A administração do medo é um poderoso dispositivo de controle. Por esse motivo, os meus medos ficam muito bem trancados dentro de mim... Talvez por este motivo algumas pessoas me acham arrogante. Não acredito que eu seja, só não compartilho com a cultura da miséria. Não gosto de pessoas que choram e expõem suas mazelas o tempo todo. Indubitável manifestação de medo.

Não contribua para a sociedade para que façam um filme sobre você, mas para que dê sentido à busca de alguém.⁠

"Não gosto de quem fala mal dos outros, não gosto de fofocas, detesto mentiras sobre mim. Sou homem de não mandar recados a ninguém, se um dia tiver que dizer algo à alguém, faço questão que seja por minha boca, e assumo tudo aquilo que por ventura eu diga... A pior de todas as maleficências que um homem pode possuir é a fama de fofoqueiro... Hoje perdi um colega que ouviu uma fofoca sobre minha pessoa, como não me conhece preferiu acreditar em mentiras e se negou a ouvir a verdade...Um colega não poderia mesmo entender a minha posição, pois somente os amigos me abordariam para saber a verdade dos fatos, colegas são apenas colegas, apenas mais um que esta sempre pronto para ser o nosso próximo inimigo..."

No vazio cheio de significado, o nada abraça tudo sem explicação. O tempo se dobra sobre si mesmo, criando curvas que não levam a lugar algum, mas definem o espaço entre ser e não-ser. O silêncio ruge e o imobilismo se move, revelando a plenitude do incompreensível. Cada fragmento desconexo é a peça que falta na arquitetura confusa do existir. A verdade se esconde no paradoxo: que nada faça sentido, e ainda assim tudo seja perfeito. A filosofia surge não no esclarecimento, mas na entrega ao absurdo, onde lógica naufraga e sentido se dissolve em ausência e presença simultâneas.

Caixinhas. Hoje refleti sobre elas. Geralmente são surpresas, mas também podem ser de recordações, de chocolate, de música (daquelas com bailarina, sabe?! Me encantam) As caixinhas de problemas, essas sim, nem pense que é feita apenas dos problemas, elas são cheias de verdades, sinceridade, cuidado, respeito e crises de riso e choro (ao mesmo tempo, daquelas de ficar com a cara vermelha, vai entender). O que posso dizer da caixinha de problemas? Surpreendente! Quanto aos problemas, esses ainda não consigo ver.

Lembro da varanda, do sol, da ausência do sol, da cortina fechando e do teu corpo pairando sobre o meu.

⁠Quando alguém me procura para falar sobre os outros, acaba por desnudar o próprio caráter.

Você é o único capaz de tomar decisões sobre sua vida, então faça a melhor escolha possível!

Sobre ela me chamar de “pseudoblogueira” não foi uma crítica. Foi uma tentativa mal disfarçada de diminuir algo que já estava grande demais pra caber na visão limitada dela.

Não diz nada sobre mim. Diz sobre o incômodo dela ao ver alguém que ela achava inferior ocupando um espaço que ela talvez nunca teve coragem de tentar.

“Uma das doutrinas do Reiki é aceitar a responsabilidade sobre sua própria saúde.”

“Quem deseja estudar sobre a virtude de amar incondicionalmente, será um eterno estudante.”

No Dia Internacional da Mulher (08 de março) é necessário refletir sobre a violência contra as mulheres e combatê-la em todos os sentidos!

Chovia como se o céu abrisse uma ferida antiga sobre a cidade, e cada gota trouxesse consigo um fragmento daquilo que ainda não aconteceu. Eu caminhava dentro desse rumor líquido com a sensação estranha de estar tocando a quarta dimensão, como se o tempo deixasse de ser linha e se tornasse um quarto secreto dentro do peito. Havia, na parede de uma casa esquecida, um relógio sem ponteiro. Ele não marcava horas; marcava ausências, retornos, aquilo que a memória inventa quando a saudade precisa sobreviver.
No bolso, eu carregava uma bússola de areia. Ela não apontava para o norte, mas para dentro, para esse lugar onde seguimos olhando o futuro reescrevendo o passado, sem perceber que ambos se misturam na mesma água escura. Talvez viver seja isso: atravessar a chuva sem querer secar demais, aceitar que o destino também hesita, e compreender que o amanhã nem sempre vem à frente. Às vezes, ele chega ontem tocando nossas cicatrizes, mudando o nome das antigas dores e devolvendo sentido ao que parecia perdido antes que a alma aprenda a chamá-lo casa.

Em resumo: Para Fabrício von Beaufort-Spontin, inclusive no livro, o juiz decide sobre o que está trazido, provado, ou seja, onde 'dói'. Se a sua petição não mostra a "dor" (o prejuízo), o juiz pode decidir pelo caminho que lhe gera mais conforto (menos trabalho ou decisão padrão), que é legal, ignorando a verdade fática que não foi devidamente "gritada" nos autos. Pois quem alega tem que provar.

⁠Palavras não mentem, tampouco cheiros, tampouco a minha intuição sobre algo.

Quando você toma uma certeza inabalavel sobre o teu futuro, você começa ver o seus problemas cotidianos como PROVISORIOS

Inserida por renanbride

Hoje aqui pensando em luto sobre minha pessoa observando mundo passar as mascaras caírem ,os arames farpados nao sangrar oh certo oh cego nao enxergar sendo burro eu de pensar.

Inserida por SOLEQUEDIEGO