Poemas de Mario Quintana sobre Maes
— Sou o conde Axel Von Fersen.
Um conde! Chamado Axel! Um militar! Com cabelos negros e olhos azuis! E angustiado! Ah, o universo se superou e iria receber flores.
A vida é como uma árvore. Às vezes, você ficará extremamente seca e sem nenhuma folha, ou simplesmente receberá uma forte tempestade. Durante a primavera, você terá a chance de florescer e mostrar a melhor versão de si mesma. Haverá pessoas que te apreciarão durante o inverno, outras durante o verão ou mesmo aquelas que te amarão exatamente como você é, não importa em qual estação do ano você esteja.
Eu vou detê-los. Não importa o quanto seja pisoteada. Uma coisa eu aprendi naquele navio: a jamais desistir.
"Regar seu próprio jardim para que sempre floresça não é uma obrigação, mas sim, uma atitude de coragem, de determinação e de confiança. Tenha sempre em mente as boas palavras, conserve a esperança e cultive a benignidade."
Não podemos alterar fatos objetivos. Mas as interpretações subjetivas podem ser alteradas a quantidade de vezes que quisermos. E somos habitantes de um mundo subjetivo.
A minha literatura não é pra massa nem pra elite, mas sim pra quem a sentir. Não é pra pobre nem pra rico, mas sim pra quem sabe o valor do ser humano. Enfim: minha literatura é sua, pois só foi feita por você.
Minhas emoções são desenfreadas. Uma loucura. Está
no sangue. Eu compartilho isso com meu pai. E minha mãe também. Não temos o dom da temperança.
Amigo de verdade é aquele que quando você menos merece, te olha nos olhos e diz que te ama, simplesmente porque não conseguiria viver sem você.
Nos dias de hoje as pessoas são tão sinicas com essa transparencia; toda transparencia.
Que não consigo enxergar mais pessoa alguma como elas são.
Eu tenho percebido, Dr. Rhodes, que quando recebem responsabilidades, as pessoas normalmente estão à altura da ocasião.
Eu havia descoberto quantas nuances existem nos sentimentos, o quanto é difícil ser você mesmo e deixar os outros te aceitarem.
Ouso-me a aventurar por caminhos desconhecidos porque prefiro conviver com as incertezas e em paralelo a remedição das mesmas; do que viver a extrema calmaria da comodidade e segurança. Só assim consigo me sentir vivo.
Quando uma coisa vai além da minha inteligência, tenho o hábito de não me aferrar a ela e de passar para outra.
Hoje conheci uma pessoa especial, e pessoas especiais nos fazem alegres. Sentimos que estamos vivos. Isso não é bom, é ótimo!
Felizmente já faz tempo. Pensei que ia contar com raiva no reviver das coisas, mas errei. Doer se gasta. E raiva também, e até ódio. Aliás também se gasta a alegria, eu já não disse?
[...], nada volta mais, nem sequer as ondas do mar voltam; a água é outra em cada onda, a água da maré alta se embebe na areia onde se filtra, e a outra onda que vem é água nova, caída das nuvens da chuva. E as folhas do ano passado amarelaram, se esfarinharam, viraram terra, e estas folhas de hoje também são novas, feitas de uma seiva nova, chupada do chão molhado por chuvas novas. E os passarinhos são outros também, filhos e netos daqueles que faziam ninho e cantavam no ano passado, e assim também os peixes e os ratos da dispensa, e os pintos... tudo. Sem falar nas moscas, grilos e mosquitos. Tudo.
Da vida só levamos o que nos faz bem...viva,sorria e insista pois melhor vencer tentando e conquistando do que não lutar
