Poemas de Mario Quintana sobre Maes

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Sou apenas um estudante da vida que quero levar, viver é não ter a vergonha de ser feliz e eterno aprendiz, acho que por isto que comecei minha vida mais tarde, sempre com estas frases musicais de Belchior e Gonzaguinha, mas acabei fazendo destas frases musicais, lemas principais de minha vida. Passei por tantas experiências boas e ruins, que se tornaram lema. Por isto acredito que o homem tem de ter um olhar de águia, sempre olhando de cima, as novas fronteiras, e só conquista estas fronteiras, ao ter coragem de buscar o conhecimento da vida. Afinal a vida só é como ela é, se de fato buscarmos novas fronteiras, sempre estaremos a caminho, porque quem não sonha não conquista, talvez por isto que o maior mistério da vida é justamente entender a vida.

Um país que aceita o aborto não está a ensinar os seus cidadãos a amar, mas a usar a violência para obterem o que querem. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto.

Sempre ouvimos dizer que não se deve ter vontade de voltar no tempo, de se arrepender de nada que passou. Enfim, de um passado não tão distante, mas que marcou e deixou saudades (e bota saudades nisso). Rimos, brincamos, brigamos, choramos e fomos amigas, crescemos juntas em meio a tantas idas e vindas. Hoje, mais uma vez distantes uma da outra, só nos restou lembrar e desejar que essa amizade do passado continue no presente e no futuro, e que a distância que sempre ousou nos afastar fisicamente, não seja problema! Guardo no coração sua amizade e que seja eterna até depois dessa vida! Que saudade ingrata!

Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer.

"O que dói em você, pouco me importa. Eu não cavei teus abismos de mim. Fui teu abrigo, teu barco e lua cheia iluminando caminho. Você escureceu nosso afeto, você minou nosso rio. Pra eu ficar, só precisava do seu toque agasalho você me deu esse punhado de frio."

Há duas maneiras de abrir a cabeça de uma pessoa: ler um bom livro ou usar um machado. Recomendo o de Assis.

O analfabeto funcional lê todas as sentenças em sentido absoluto, material e chapado, como se fossem juízos atomísticos num manual de química. É insensível às nuances, imprecisões e ambigüidades que tornam possível a linguagem literária. Objeções levantadas por um analfabeto funcional são irrespondíveis, pois versam sobre objetos da sua própria invenção, alheios àquilo que ele imagina questionar.

Uma noite com álcool deixa um clima filosófico, atrevido, e pouco a pouco vai se transformando num punhado de histórias pra ficar matutando em memória.

Todo mundo nos envia de volta um sentido diferente de nós mesmos, para nos tornarmos um pouco do que eles acham que nós somos.

Que todos os dias quando você acordar receba dos céus a bênção de ter sempre por perto as pessoas que te amam!

3 palavras que mudam uma discussão e até mesmo uma vida: Reconheço. Errei. Perdão.

Cores cortam cursos de curvas e estradas.
Curvam-se os olhos. Curvam-se as almas.

"E quando pensa em realizar seu sonho?, perguntou o mestre a seu discípulo.`Quando tiver a oportunidade de fazê-lo´, respondeu este. O mestre lhe disse:`A oportunidade nunca chega. A oportunidade já está aqui."

Durante todo o dia reze com Madre Teresa de Calcutá esta oração: “Jesus por Ti e pelas almas!”

Quanto tempo foi gasto procurando coisas e pessoas que preenchessem minhas lacunas quando eu apenas precisava do vazio; de estar comigo na feiúra e na beleza que carrego..

Eu sempre me achei pesada demais, profunda demais. Carregava o peso da vontade de ser apenas alguém leve. Um dia eu desisti da leveza... E comecei a flutuar!

[...] Nós sem separarmos suficientemente do "amor pela amizade" o amor só, que vai mais depressa .

Há vários motivos para não amar uma pessoa, e um só para amá-la; este prevalece.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.

Quem busca na liberdade outra coisa que não ela própria, foi feito para servir. A Liberdade tem um fim em si mesma.

Todo pseudo-intelectual vive uma existência farsesca infectada, na base, de insegurança e medo.