Poemas de Luto
Meus livros são proibido em vários paises.
Minha poesia sem carrega metáforas.
Alienação intelectual morre minhas críticas.
Não aceito a repressão e impunidade...
Sofro racismo pela cor da pele e por ser o que sou...
Meu eu sofre com a hipocrisia e a intolerância religiosa e social..
Ser por ser o que sou...
Recebo a indicação de conteudo de IA somente para maiores de 21 anos...
Porque penso logo existo diante indignação... repressão da censura ainda existe... tudo que pensa guarde para si .. pois a fogueira te espera..
Tudo medido para não se comprometer...
A poesia morreu
O poeta nos deixou...
Mesmo inferno acordou...
A poesia morreu...
Ninguém sabe o que é o abismo literário?
O poema morreu a três dias Ninguém ressuscitou...
O momento se calou diante a trova Ninguém acordou...
Aonde esta o pensamento...?
Nossa imaginação se tornou parte da gente... e mesmo assim quem chorou?
Num mundo de palavras o mundo está cego e vendido...
Na semântica todos são apagados amor, no paradigma o estado de apologia somos a vertente... para aquele que ousam dizes que vida nunca foi uma opção...!
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Morre a poesia em teus lábios...
A morte das palavras,
... perdem o sentido,
As lágrimas escorrem veladas.
Num arco fulgaz de notório espírito...
Para o flagelo do caos interno seja parte do espírito...
Na sombras a poesia está morta.
Seria simplório a música encanto da minha vida...
Então são metáforas de um sentimento...
Exposição da carne nua crua comida pelo corvo...
O corvo é preso pelo delito de comer...
Nas sombras o assassino se vangloria...
Seus caminhos são expostos pela lucidez..
Ar sombrio engana de madrugada...
Espinhos da rosa morta são belas...
Num suposto telema apenas olhares num estante vazio.
O glamour do pos morte na mesma palidez observa que o brilho do luar.
Sois antro perdido de alegrias e tristeza pois declínio do silêncio é o algoz do silêncio.
Tal conciliação atroz sentimento o fruto do esquecimento.
Embora seja maravilhoso o renascer do amanhecer,
Como amantes cansados espera o entardecer do dia para acordar e contemplar as trevas do anoitecer.
A poesia calma e a alma permuta no profundo algoz.
Por Celso Roberto Nadilo
A voz no silêncio de nossa consciência mesma que grita bom dia acordei.
O mais belo poema da vida
Universo escondido
Nos recônditos da alma
Arte esculpida de algodão
Nas nuvens que vi no céu
Dos sonhos de criança
Que um dia todos sonham
Em voltar a ser
Onde a única lei
Que desejamos ver obedecida
É a lei da gravidade
Quando a gente escorregar num papelão
Por sobre um imenso barranco gramado
Não precisa ir muito longe
Não preciso ter dinheiro
A beleza mora nos detalhes
Agora mesmo, olhando em volta
Olhando as folhas lá no alto
Eu pressinto, um dia vão cair
Meus passos apressados ao pisar o asfalto
As contas atrasadas
A parede que precisa há muito uma pintura
Vamos todos cair, a exemplo das folhas
Minha pressa não levou-me a nada
A conta que interessa é o correr
Dos dias que não vão jamais voltar
As paredes das nossas vidas
Essas sim, precisam ser pintadas
Com as cores da coerência e fantasia
Pra que a gente enxergue em volta
A mais linda poesia da vida
Continua sendo escrita todo dia
Com a tinta da saudade que sentiremos
Das pessoas apressadas e insensíveis
Que um dia fomos.
Edson Ricardo Paiva
"Pensador
Havia uma poesia martelando no escuro,
chocha, eu a convidei para a janela, esculpir, mas escapou.
Cor do Lume, pisca lá de cima.
Poema(autor: Levy Cosmo Silva)
NAS RUAS CLAMAM
"Escuto vozes que clamam,
sinto o sangue que grita,
lembranças na mente emanam,
e o meu ser então se agita.
Perdoem almas que vagam,
também as mães que choram,
do mal muitos se livraram
e ao bem hoje se aportam.
Nunca fui um santo ,
nem tampouco monstro,
Luto silenciosamente no canto,
usando a dor como encosto.
Morte, solução de covarde,
Sorte, coube a mim.
Gratidão em Deus me invade,
pois ele adiou meu fim.
Vou indo a caminhar,
rumo ao desconhecido,
vendo o mundo fico a pensar,
onde há um só amigo?"
Autor: Levy Cosmo Silva
Que a poesia da vida te encontre hoje
nos pequenos detalhes:
no canto dos pássaros,
no vento que acarinha,
no sol que aquece
e no amor que floresce.
Faltou conexão desde o primeiro dia,
porém, nos doamos, nos pertencemos.
Esta poesia eclética uniu-nos sem conexão e ultrapassou barreiras para deixar marcas nas trincheiras.
Na vanguarda surge a compaixão,
com detalhes de uma vida já vivida;
dois corpos, duas almas enamoradas.
A compaixão nasce desde os primórdios, escrita nos pergaminhos do Santo Cupido, nas páginas eternas do amor.
Definir a equidade conexa remete-nos a quebrar sigilos próprios, baixar a guarda e viver exatamente sabendo que alguém pensa em nós,
a sessenta e nove pensamentos por segundo, à velocidade da luz.
Éh... Vhdon.
NotasoltaS
Se você fosse um livro, eu te leria
Se você fosse música, eu cantava
Se fosse poesia, eu recitava
E se fosse bebida, eu beberia
Se fosse um erro, eu errava
Mas, se fosse um acerto, eu acertava
Se tivesse à venda, eu comprava
Se tivesse perdido, eu te achava
Você traz movimento pro meu tédio
E teus olhos pra mim são um remédio
Pra minha dor que me curam todo dia
Você é como um gole da bebida
Que a gente rejeita toda vida
Porque só uma dose já vicia
A inspiração abraça a alma
O verbo, a palavra
Grita poesia no ouvido
Tudo é sabido
Sem querer mudar
Segue o destino
Escrevendo a vida
Em linhas tortas.
Escrevo meus lamentos no papel,
Finjo que é poesia,
Ou algo parecido.
Vou mastigando meus sentimentos a contragosto,
Reprimindo as dores que apertam o peito
Por amar e não ser amado.
Tá aí o motivo de eu não gostar de matemática:
A soma do amor,
Em certas ocasiões, é injusta
E nunca resulta no que desejamos.
Na poesia, existe um propósito.
Escrevo incansavelmente:
Um refúgio que encontrei,
O ar que respiro
Nos dias turvos e densos.
As palavras tocam a alma
E derramam amor.
O vento,
Brisa leve.
Na calmaria,
Faço poesia:
Atento
E breve,
para que não se espalhe.
Observo cada detalhe
E vejo amor.
Espero a poesia chegar,
No tempo dela,
Sem pressa.
Horas, dias e meses
Sentado no sofá,
Na expectativa do momento certo
Para escrever
O sentimento da alma,
Que transpassa o corpo
E vai além da mente.
A vida dolorosa,
No poema triste.
E sigo minha intuição,
Entrando por portas
Onde não sou bem-vindo.
Dizem que, aqui,
O amor deixou de existir
Tudo é abstrato,
Pura ilusão.
A poesia abraça minha alma,
sinto o amor.
Por isso versejo aos quatro ventos
o sentimento que me percorre o ser.
E em cada palavra
deixo um pedaço de mim.
