Poemas de Luto
Entre versos e canções, eu prefiro poesias...
... Entre ter e perder, eu prefiro ganhar...
... Entre pensar e agir, eu prefiro escolher...
... Entre você e a sua dúvida, eu prefiro suas certezas...
... Entre avançar e recuar, eu prefiro seguir caminhando, sem medo, sem receios, sem procrastinar. Eu quero coisas novas...
Entendeu...
Entre versos e canções, eu prefiro poesias.
Entre ter e perder, eu prefiro ganhar.
Entre pensar e agir, eu prefiro escolher.
Entre você e a sua dúvida, eu prefiro suas certezas.
Entre avançar e recuar, eu prefiro seguir, caminhando sem medo, sem receios, sem procrastinar.
Entre o jardim e a floresta, eu prefiro o bosque.
Entre a paixão e o momento, eu prefiro o amor.
Entre o chá da tarde e o café matutino, eu prefiro o vinho da manhã de inverno.
Entre as cortinas do passado e o palco do presente, eu prefiro caminhar à beira da praia.
Entre olhares e perspectivas, eu prefiro alcançar.
Entre a rua larga e calçadas vermelhas, eu prefiro a areia marcando os meus passos.
Entre a reflexão e a frase do filósofo, eu prefiro a poesia lírica ou até mesmo sem versos.
Entre admirar e querer, eu prefiro conquistar.
Por fim, entre o silêncio da sua resposta, eu prefiro o grito de suas palavras.
Simples, eu prefiro...
By Ubirajara Almeida
LAGOA AZUL...
(Autoria: Otávio Bernardes. Poema baseado no filme...)
Por um momento, eu paro
e penso em você.
Mais do que uma “lagoa azul”,
eu imagino você vindo para mim...
Acho-a linda, muito linda...
Meus pensamentos se perdem
na imensidão das águas,
buscando, procurando por você!
Olhe, meu bem, a solidão pior do mundo,
é a solidão de um ser querendo outro ser!
“Lagoa azul,” misto de pureza e inocência.
Mas, meu amor, eu não sei...
Estou revoltado, deveras chateado!
Por um momento, eu paro e penso em você.
Talvez, desaparecer por um lugar assim... azul..
Aliás, azul é uma cor que admiro muito.
Anseio um lugar só pra nós dois,
para poder te amar.
Por isso, meu amor, pra mim
a vida está vazia, bastante sem sentido...
Não encontro lugar para te amar.
O mundo apregoa tantos lugares,
mas, não encontro o ideal...
Até parece que pra você
sou “trancado,” “múmia,” ensimesmado.
E é por isso, meu bem...
Não encontro o lugar ideal
para dedicar-te o meu amor.
“Lagoa azul,” apareça, converta-se em realidade!
Eu preciso de você, do jeitinho que é,
do tamanho que você é...
“Lagoa azul,” talvez os namorados, os casais,
os que se amam possam te encontrar...
Porque a vida seria melhor
se eu, se você, se nós,
se nós que nos amamos,
construíssemos uma “lagoa azul” assim... desse jeito...
Meu bem, meu amor, saia de você,
esqueça o mundo lá fora
e venha para os meus braços,
para todo o meu ser, para a minha “lagoa azul” imaginária...
onde encontrei você!
Otávio Bernardes
Carrego em mim a essência da vida,
força que nasce sem se explicar,
no cromossomo X, a poesia escondida
de quem aprende cedo a amar.
Helaine Machado
Bom dia.
Ontem te vi, e você estava tão linda.
E sim, você é e poesia pra mim.
E Se ninguém gosta de poesia, tô nem ai,
eu gosto.
Adoro seu sorriso.
E Quem dera um dia pudesse dizer sobre seu sorriso olhando nos seus olhos.
Um poema à graça.
—
Graça é um dom — graça é amor de Deus.
A graça produz alegria — é boa notícia.
Não há evangelho sem graça
A graça nos salva e dá vida.
..
A graça é razão de amar
A graça nos faz perdoar.
A graça é riqueza do grande pensar:
Que somos peregrinos de volta ao lar
..
A graça edifica e produz crescimento.
A graça é esperança — sabedoria de Cristo.
Antes da Cruz, havia a casa da lei
Na nova aliança — surgiu a beleza de Deus
O valor de uma cruz, o favor de um pai!
A beleza de Cristo.
Ah, se vocês soubessem
da poesia que trago em meu peito
Eu poderia rimar com bandido
este peito...
E com poeta menino
o Universo!
Ah, se vocês soubessem
da poesia que este menino
carrega em seu peito!...
Então se explicaria
toda esta rebeldia
e este não aceitar
e este sonhar encantos...
Todos se comoveriam...
Finalmente desobscurecidos!
Saberiam o motivo de sua dor
e como seu coração é
de vendaval e fogo!
Perdoariam sim, tanta irreverência...
Tanta sapiência
e impaciência...
Que só poderia dar em dor!
Neste mundo onde o "certo"
é o "errado"
O "sagrado"
é o "profano"...
Ele sabe de histórias, meu Deus!
Tão antigas quanto o tempo!...
E tem fé na vida
e tem sorte, sim!
O saber sentir,
lhe é um privilégio
E o martírio santo de ser poeta
uma dádiva e uma nova chance!
Imaginem só!
Ninguém pode escutar
a sua voz
Ninguém ousa desatar
os seus nós
E seus rótulos todos
já estão vencidos!
Ecoando a minha alegria.
Espalhando poesia.
A minha, a sua, a nossa.
Entre versos e rimas.
Os ecos da cidade.
Pelo Brasil, aflora.
Quero tanto e não quero nada.
Das incertezas, nada é meu ou seu.
Tudo é nosso!
Nesse Brasil, lá fora.
Nos becos, estradas e vielas.
No subúrbio ou na zona sul.
Ouve-se os
Ecos da cidade.
De norte a sul...
Banalizaram até a poesia.
Tentando encontrar uma.
Aqui.
Não fiz nem a minha.
Compreendo que é pensando.
Então não vou ficar,eu
Aqui.
Julgando!
Pequenina
Hoje eu falaria sobre a fé e a razão
Eu falaria em minhas poesias
Sobre amor e perdão.
Eu seria presença de luz na escuridão
Eu plantaria uma muda de amor
Em cada coração que sofresse dor
Eu voaria como o vento ,levando orações ao relento
Olhos de pedra sem pena de mim ,tentaram me jogar nas trevas sem fim
Mas o amor a Deus me guiou, me deu colo e não me julgou
Eu aprendi a cair e chorar, tentaram abalar minha Fé abalar
Mas na oração ,aprendi a levantar
Minha missão foi falar de amor
Eu apanhei e chorei de dor
Fiquei pequenina, fui amparada na palma da mão do Senhor.
Eu te contaria minhas tristezas.
Mas Deus fará delas riquezas
Eu posso deitar e chorar.
Mas eu prefiro ao vento me aliar, levando orações ao relento
Ensinando o duro a amar. o meu dever é ajudar
Não posso julgar, melhor ser aprendiz do que ser juiz
Sou pequenina aos olhos alheios
Mas grande é a minha Fé e o mundo é pequeno.
Eu voaria como o vento, abraçando a dor e transformando-a em amor.
Hoje eu falaria sobre a fé e a razão
E transformaria minha oração em canção.......
Observo o céu azul e a lua cheia me traz a inspiração com versos singelos e poesias bem diretas aos sentimentos opostos.
As estrelas brilham diante aos meus olhos escolhendo-me a presenciar a extraordinária beleza de deus.
Flores perfumadas lembram-me o amor e aos carinhos perdidos em um lugar dominado pela solidão.
Quero sentir a felicidade e restituir minha vida e esperar o amor verdadeiro.
Sou meu próprio algoz nas lamúrias das minhas próprias palavras.
Para que servem as doces poesias? Um acalento ao coração ou despertar de uma louca paixão?
Sou poeta inocente, sou o que você não pode vê ou o silêncio que grita por você.
O barulho de te querer e o segredo que lhe atrai no mais profundo sentimento.
Olhos De Poesia
Há quem veja o mundo com os olhos da poesia
e aprenda a medir o tempo pela luz do amanhecer
e pelo jeito que o sol se curva ao partir,
deixando nas janelas o rastro de ouro que ficou.
O vento empurra nuvens como barcos de algodão,
a vida acontece nos intervalos que ignoramos,
o café esfriando, a xícara vazia,
o silêncio entre duas palavras ditas.
As coisas ordinárias são as mais extraordinárias,
só porque poucos se dão ao trabalho de notar.
Um minuto pode virar saudade doce,
uma tristeza pode marcar a alma como cicatriz palpável.
A maioria caminha por esse mundo como errante,
sem experimentar a poesia que a própria vida é,
sem perceber que tudo exige aprender a dualidade,
entender o fim, a morte, o ponto final,
e saber também que tudo pode reiniciar,
que mesmo no meio do caos mais denso
ainda há possibilidade de um final bom,
de um raio de sol atravessando a tempestade.
Quem enxerga assim vive de verdade.
SUBLIME POEMA AO AMOR.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Amor, silêncio em veste de agonia,
Relíquia acesa em pálida amplidão;
És flor que nasce à sombra mais sombria,
E morre cedo dentro do coração.
Teu beijo traz o gosto da saudade,
Teu riso é véu de oculta solidão;
Prometes sempre a eterna claridade,
Mas deixas noite em cada despedida, então.
Há sinos mudos sobre os cemitérios,
Cantando preces para quem partiu;
E os ventos, como monges funerários,
Guardam o nome de quem já dormiu.
A lua, em seu sudário prateado,
Embala as cinzas de um jardim sem cor;
O céu contempla, imóvel e calado,
A lenta procissão de cada amor.
Quem ama aprende o idioma das ruínas,
O peso amargo de esperar em vão;
Colhe espinhos onde havia boninas,
E faz do pranto a própria oração.
Contudo, amor, mistério inesgotável,
Mesmo vestido em luto e escuridão,
És o mais doce e o mais inevitável
Fantasma a visitar o coração.
Pois toda vida curva-se ao teu fado,
Toda esperança busca teu calor;
E até a morte, em seu silêncio alado,
Ajoelha-se, vencida, ante o Amor.
POESIA E TRISTEZA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Minha poesia não floresce nos jardins.
Minha poesia corta.
Não possui a delicadeza das rosas nem a mansidão dos campos adormecidos sob o crepúsculo.
Ela nasce onde a terra rachou.
Onde os ventos deixaram de cantar e passaram a lamentar.
É lágrima de sangue escorrendo pelas faces da memória.
É riacho seco em pleno deserto, conservando no leito estéril a lembrança longínqua das águas que um dia o atravessaram.
Escrevo com os fragmentos daquilo que não sobreviveu.
Com os escombros dos afetos sepultados.
Com as cinzas dos horizontes que incendiaram-se antes da chegada da aurora.
Minha poesia não pede abrigo.
Ela caminha descalça sobre os espinhos da existência.
Habita cemitérios interiores.
Conversa com fantasmas que a razão preferiria esquecer.
E contempla, sem desviar os olhos, as feridas que a maioria dos homens cobre com os véus da distração.
Há nela algo das árvores mortas que permanecem de pé durante décadas, desafiando os ventos e a decomposição.
Algo das catedrais abandonadas onde o silêncio adquiriu a solenidade de uma oração.
Algo dos abismos que não desejam ser preenchidos.
Porque certos vazios possuem uma dignidade própria.
Minha poesia não busca consolar.
Busca revelar.
Revelar que existem dores tão profundas que se transformam em paisagens.
Ausências tão vastas que se convertem em continentes.
E tristezas tão antigas que parecem ter sido esculpidas na própria arquitetura da alma.
Por isso escrevo.
Não para fugir da noite.
Mas para escutá-la.
Não para apagar as cicatrizes.
Mas para compreender a língua secreta que elas aprenderam a falar.
Minha poesia é uma fonte sem água, um céu sem alvorada e um coração que continua pulsando mesmo depois de ter sido atravessado pelo inverno.
Beleza que Reflete Serenidade e a Poesia que sai do seu Reflexo
Numa fotografia, vi atenciosamente uma beleza estática dentro de uma cena entusiasmante — a expressão de uma poesia sem palavras. A janela estava aberta e a serenidade se sentiu convidada e, como sempre, ela foi muito bem recebida e prontamente abraçada.
Olhos brilhavam em um belo semblante; os raios de sol tocavam com gentileza a pele. Uma arte veemente no interior sendo o reflexo de uma linda paisagem do lado de fora — soma de vários detalhes distintos, unidos de uma maneira harmônica — traços de calor e romantismo.
E agora, uso esses versos para dar voz a essa rica imagem que estava em silêncio, mas que tinha muito a dizer de acordo com o meu senso poético: significados; sentimentos e a vida existente além do registro admirável de um simples momento, expressivo, profundamente sereno.
Não há poesia...
na nebulosa da democracia,
As cordas da nebulosa, maravilhoso berço das estrelas...
Vivemos para sermos pequenas gostas...
Poeira do buraco negro demonstra dança da gravidade sendo sensatez de tantos mundos multiculturais...
O mundo precisa viver lúcido dentro da alienação política...
Pois homens sem consciência e escrúpulos fazem de tudo pelo poder.
Buscam a riqueza a custa dos outros...
Povo é o poder público mais dominado pelas correntes de deepfakes e fakes news...
Abrimos o aprimorando sentido a verdade é para poucos... poucos são escolhidos... mas as pessoas que vivem alienados estão condenados...
