Poemas de Luto
Apaixonado por voce...
Poema enviado por: Eudes
Meu coração grita por você,
Minha pele sente frio sem te ter,
Minha alma transborda paixão por você,
Eu não consigo mais te esquecer,
Eu penso o tempo todo em você,
Eu tenho tantas coisas pra te dizer,
Mas o melhor é deixar você saber,
Para de imediato você entender,
Que eu adoro te querer,
E sou completamente apaixonado por você!
O presente do futuro romântico
Fiz um poema sobre meu futuro,
Escrevi você em forma de verso.
Eu te amo,
Só preciso aprender a rimar.
Ouço o vento que passa por mim e que me toca suavemente, fala em forma de canto, conversa em poesia.
Sinto o frio que percorre meu corpo, mexe em meus cabelos e deixa em desalinho.
Sinto o vento que chega na madrugada, que fala em silêncio, que me conta tua vida: teus amores, desamores, tristezas, saudade, tuas vontades...Sinto o vento que trás o frio, o cheiro da chuva, o canto das matas, o grito da terra, a voz dos pássaros, a beleza das flores...Sinto no vento a paixão e suas ventanias, tempestades.
Ouço no vento, tua voz que cala: palavras benditas, não ditas.
Sinto no vento o perfume que exala do teu corpo, que expira do teu rosto, que me invade, me consome e que some no instante
que te busco, te procuro, te desejo e te sinto.
Sinto no vento o tempo que passa, as horas que vão, a noite que chega, o dia que acaba, o mês que entra, o ano que vai, os sonhos perdidos, sonhados, não vividos.
Ouço no vento a música que toca, o mar que canta.
Vejo no vento teus olhos distantes, frios, sem sentidos, sem sentimentos. Sem amor, sem paixão, sem desejo e que diz sempre não. Que fala, espera um pouco, me dar um tempo. Tempo pra pensar, lembrar ou quem sabe esquecer.
Esquecer o que não se esquece, lembrar do que não se pode e não viver o que não se deve, não se permite.
Um tempo para eu deixar de querer- te.
Sinto e escuto o vento que carrega meu sorriso, leva minha alegria, espalha minhas tristezas, sopra minha agonia.
Sinto o vento, ouço o vento, falo com o vento !
Fiz pra você
Fiz estas poesias amor
E dediquei a você
Antes mesmo de te amar
Antes mesmo de te conhecer!
Também fiz algumas canções amor
Para o seu olhar, sim, seu olhar
Para quando ouvi-las
Tenha uma visão do mundo
Para qual quero te levar.
Poema: Laços
O que tem no seu sorriso?
Quando eu crescer.
Quero aprender a sorrir como você.
O seu sorriso é doce.
O seu sorriso tem...
Poesia.
Segure a minha mão, ampare meu coração.
Leve-me para o mais simples cantinho.
Onde mora a emoção, onde habita uma vida.
Na simbologia do anel, em eclipse anelar.
Luminosidade solar ao redor da lua alinhada com o sol.
Encontro perfeito aos olhos dos astros.
Segure a minha mão, ampare meu coração.
Olho... Radar... Compaixão.
Criança...
Segure a minha mão, ampare meu coração.
Assim como o calor do sol.
Forte. Quente. Bravo. Ardente.
Modo afetuoso de acalentar uma criança.
Ser indefeso, sorriso aberto... Inocente.
Metamorfose, transformação.
A criança brincante... A criança insensata... Arteira... Pobre.
Pobre... Bem pobre... Putrescível.
Ao relento do descaso humano.
Escrava do capitalismo... Da rua em sua imprudência.
Mesmo assim... Leve-me para o mais simples cantinho.
Onde mora a emoção, onde habita uma vida.
A criança...
Poema:O abraço magro..
Abraço magro
Você desespera-me.
Deixa-me a deriva.
E não explica-me.
Procurei no seus braços...
Algo que preenchia-me algum tempo atrás.
Não pude dizer...
Que triste ... Senti-lo assim.
Magro ...sem carne.
De repente um vazio.
No envolver dos braços.
Nossos corpos.
E... um calor.
Fez-me achar seu abraço.
Longos minutos...
Em meio ...os ossos.
A vida...
Se é que viver assim ...seja vida.
E ela respira...reclama.
Essa vida... bizarra.
Insistentemente quer nos desalinhar.
Quer nos desapontar.
Nos desequilibrar.
Longos dias...
É vencer um câncer.
Eternos dias.
É viver assim.
E encontrar no sorriso.
Esperança.
Mendigando mais alguns minutos de vida.
Eu só espero que ouças a canção que eu fiz, ou leia os poemas que escrevi pra ti.
Eu os deixei junto àquelas rosas, ao lado dos doces que você mais gosta.
Eu sei que pra você não tem valor, olhar as rosas murchas encima da mesa.
Mas se você nunca cuidar da rosa quem sabe o jardineiro mude de jardim.
Os doces, esses sei você comeu, e agora o que era doce já se acabou.
Será você já não tem mais vontade de adoçar comigo um pouco da vida?
Tome cuidado pra depois de um tempo perceber que seu viver longe de mim, é tão amargo quanto amargo é, ver que estou amando a outra mulher.
Então pra ti eu vou dizer: Maria, lembras-te do doce que deixei pra ti?
Pois ainda hoje me lembrei do doce, e o que era doce hoje se acabou!
Já não preciso mais nem escrever, a fim de me humilhar, a nenhum coração...
Estou vivendo hoje ao lado dela, a melhor poesia a mais bela canção!
Fases de Minhas Poesias
Ainda me lembro de quando conheci aquele poeta...
Suas palavras eram inspiradoras
Suas poesias falavam de amor, romance, paixão
Palavras que brotavam de seu coração, de sua alma
Poeta que escrevia o amor em poesia.
O que aconteceu, poeta...???
Suas palavras começaram a perder a paixão
Não falam mais de amor, mas sim de tristeza
Seu coração parece estar morrendo
Sua alma está se entristecendo
Suas poesias já são melancólicas.
E agora poeta, o que foi?
Suas palavras estão mudando de rumo
Ainda falam de tristeza, não de amor
Mas é uma tristeza sentida, reprimida
Como se fosse sentida em carne viva
Sua poesia está ficando mais triste.
Do amor à tristeza.
Pensarei no AMOR, que não AMEI,
Pensarei no sonho
que não ira de acontecer,
pensarei nos poemas lindos que não poderia ler,
por não saber te AMAR.
Vendo poesia
Pode pagar-se e sentir-se
Com panela e caldo no barro
Da cara magra da gana,
Ou fome na mão do palhaço
Vendo versos
Imensos em mim imersos
De imagem na palavra eu tenho um bom
Que seu olho pode pagar, onde ler alcançar.
Alugo sentidos
O tempo de ternura é bom
Dura mais que um suspiro
Tenho mais céu que o chão
Venha ao brechó em poemas
Alguns amarelos, mofados ao pó
Alguma coisa rara, pouca cara
Se encantar me aproveita fazendo outro nó.
Eu sou:- uma frase sem virgula
uma poesia sem versos
uma historia sem capítulos
um mar sem navio
um luar sem estrelas
uma vela sem luz
um dia sem sol
uma melodia sem letra
sem você sou a tradução do que é a dor;
sem você sou um barco a deriva, em pleno oceano.
Sou assim um pedaço de tudo, um pouco do nada
um amor naufragado sem esperança de resgate.
Eu sem você, sou a lagrima escondida
a alegria sem cores
um violão sem cordas
uma canção sem voz
nada sou sem você, nada tem sentindo tudo se exauriu...
cinza sem cor preto sem branco
espinhos sem roseiras
noites sem luar
poeta sem amor,amor sem amar
felicidade sem endereço, saudades sem lembranças
vento sem chuva
sol sem calor
frio sem fogueira
noite sem amor.
Poema de Ressaca
Uma lindérrima rapariga
passou adiante,
com uma saia enegrecida
criatura bem laminada.
Criança celebérrima,
alfinetou cada retina.
Quantas vozes em uma só,
desnorteou qualquer sentimento
Atrevi em pegar sua mão
ouvidos macios de doces
palavras firmes não hesitei
ela exalava almas-flores.
Fluídos de desejo pelo todo
no meio a distância
um toque aproximado
calma filho, calma, há tempo.
pele-veludo
rosto, brilho repentino
cabelo espesso e taludo
vaga e remota lembrança
Sede por envolvê-la
em meus magros braços
feminina de sá
corpo bem buliço
remexia à sambá
aquele quadril postiço
Enlaçamos os dedos
carnes ferveram-se cruas
A disse:-Vamos para fora
vamos para a rua.
O mundo é grande,
cabe nossa dádiva
da noite deliberante
e total instigante
pois éramos amantes pós-festa
e proferi-a versos romanescos
(atitude esmiuçada)
copiados do tempo parado
bem ali, naquele lugar
os ponteiros congelaram
me revirava de ponta cabeça
vi o mundo do avesso
aliás, nem mundo eu vi,
ouvi muito menos, sentir quem sabe.
Levá-la-ei ao todo
nos murmúrios do amor
despedir-me bem chocho
embalsamado na terra
Compeliu a saudade acometida
refutei-a com poesia
afim de evitar um desconsolo
esquecer à minha pessoa
em pronome de tratamento
direcionado pelo palpitar lírico
Dulcíssimo foi seus contornos,
inundam minhas reminiscências
trago-te ao pé seu jeito idôneo
sem resignação
por despertar a pureza
onde paira maledicência.
Poema do Imperialismo
Meus companheiros da esquerda
me questionariam se eu
escrevesse que o meu amigo
Ricky vai a América – e não aos EUA.
Com o perdão da palavra, o meu amigo
Ricky vai a América.
Pois me despeço do meu amigo, que vai a América
da mesma forma que despediram-se
as mulheres dos soldados americanos que foram ao Vietnã;
me despeço do meu amigo, que vai a América
da mesma forma que despediram-se
Fidel e Che na Cuba socialista.
Ricky vai a América
e não há ideologia que cure
o imperialismo da dor de sua falta.
Gol nos acréscimos é como no ultimo verso
Uma rima que comove o displicente leitor de um poema saltimbanco
que fingia sé ter versos brancos!
Campina, Grande Campina
Teu brilho é o meu tema
Você sempre nos fascina
És motivo de poema
Desde o tempo dos tropeiros
Dás guarida aos brasileiros
Na Serra da Borborema.
(Homenagem ao aniversário de Campina Grande - PB em 11/10/2012)
Meu corpo falou:
Disse que te ama...
E tão somente por ti,
A sua poesia se fez e pele!
Percebe então...
Até meus pulmões sorriem
Quando estás comigo!
O ar fica mais leve
Quando inalo o teu amor...
Quando clamo...
Peço a DEUS
Para ter dois corações...
Metade de uma para eu viver
E um e meio para te amar...
PEDAÇOS DE NÓS DOIS
Felicidade plena.
É fazer VOCÊ poesia,
E ver minha VIDA escrita em versos.
É ter VOCÊ transormada em nota musical.
E ter o som do seu sorriso a todo momento.
É.
E somos mais.
Somos assim...
Perfeitos em instantes de imperfeição...
Sou seu ponto de luz,
e você a energia que me faz brilhar.
Como é gostoso sentir.
Sentir que somos amados e que amamos.
Como é gostoso brincar.
Muitos nem brincam mais.
Como é gostoso cuidar.
E ser cuidado, com muito cuidado.
Como é gostoso olhar pra tras e não sentir saudades.
Como é gostoso olhar o hoje e se sentir feliz
como é gostoso olhar pra frente,
PELAS VITRINES DA VIDA e enxergar um futuro.
Como é gostoso poder dizer TE AMO MINHA VIDA.
Como eu amo essa VIDA.
A poesia dos Brinquedos
Um dia escrevi um versinho que se tornou uma folha inteirinha de poesia que encantou o mundo. E até a bailarina da caixinha de música
aprendeu a sorrir e sorriu pela primeira vez.
E a boneca de pano ganhou vida e saiu contente a saltitar.
E o urso Tede começou a contar piadas.
E as bolinhas de gude não paravam de rir.
E o aviãozinho feliz voava sem o controle do menino o comandando.
Todos indo felizes para a poesia dos brinquedos onde podem ganhar vida pelo menos uma vez na vida os brinquedos podem ser amigos e ter sentimentos.
Na eterna poesia dos brinquedos todos podem ser felizes.
Escritora.
Autora do livro de poesias Vida.
Editora Zerocriativa.
Minha Homenagem ás Familias de Santa Maria, todos os meus sinceros sentimentos, trago esse poema que acabei de fazer:
As Flores de Santa Maria - RS
Imagine flores no campo,
Flores que cresciam,
Que ainda não haviam desabrochado.
Sementes que cresceram,
E transmitiam perfumes,
Das mais agrádaveis fragancias,
Jasmin,
Citrus,
Amadeirados,
Lavanda,
Todo cheiro que era admirado
Por seus jardineiros,
Suas familias.
Todo esse jardim,
Era jardim de noite,
Era jardim de dia,
Era o Jardim de Santa Maria,
Que em um certo dia,
Foi alvo do devorador,
Que procura o que consumir,
Óh fogo,
Não me beije.
E o fogo beijou todas as Jasmins,
As margaridas,
Os cravos,
Os manjericões,
As rosas,
Beijou todo o jardim,
E os transformou em Cinzas,
Em dor,
Em tristeza,
Óh FOGO, por que os Beijou?
Esse jardim
Seria um dos mais belos,
Seria o jardim de sonhos,
Seriam as flores da pedagogia,
Da engenharia,
Da medicina,
Da zootecnia,
De tantos outros.
Eles seriam o belo Jardim
De Santa Maria.
Zalex Ribeiro.
CARACTERÍSTICA
Sidney Santos
O verde, o fogo e perfume da rosa
Advérbio, liberdade
Em poesia ou prosa
Vivendo felicidade
