Poemas de Luto
A Mulher sempre será mal vista quando ela resolve exercer a sua liberdade. Seja mal vista mas não se deixe aprisionar.
As Bruxas seduzem e embriagam apenas com o olhar, elas carregam dentro de si a magia e sedução dos bons vinhos. Cuidado para não se perder na profundeza desse olhar
Não permita que retirem seu sorriso e quando chorar que seja só por um dia, por algumas horas, porque a vida é muito preciosa para deixarmos de sorrir, então sorria
Se não fosse o frio do inverno o colorido das flores na primavera e o calor do verão não seriam tão notados
A vida é uma viagem, ela não é curta nem longa, ela dura o tempo que deve durar, cabe a cada um de nós sabermos usufruirmos dos momentos que nos é oferecido, os bons momentos nos trazem felicidade os não tão bons assim nos trazem aprendizado, os dois juntinhos nos dão sabedoria,
Viva, viva sua maneira porque essa viagem, a passagem é só de ida ela não volta ao ponto de partida, então viva intensamente a sua viagem
Minha boca traz a tentação do pecado, quem prova do meu beijo fica pra sempre com o doce sabor apimentado impregnado na alma
Uma mulher bem resolvida e livre tá cagando para opinião alheia sobre a sua vestimenta, se acham elegante ou não, principalmente para opinião de alguns homens que insistem em acreditar que essa mulher vive em função deles, o nosso mundo, os nossos objetivos vão muito além de querer impressionar o universo masculino.
Não espere o momento certo pra usar aquela roupa, aquele jogo de jantar, aquela toalha linda, não espere o momento certo pra fazer aquela visita ou aquela viagem, não espere o momento certo para fazer coisas que lhe façam feliz, faça agora, porque o momento certo é este em que você está viva.
Tem dias que está quente, tem dias que está frio, mas sempre tem dias e precisamos viver esses dias
Quando a música cessa restando somente o silêncio, quando ela se vai e tudo fica tão triste. Minha alma não mais me responde, apenas se senta e aguarda a sua volta.
Quando a melodia vem tão melancólica e me deixa sem chão, encontro-me buscando desesperadamente meios de dar-lhe uma nova canção. E ela entoa tão lindamente como quando sonho com o dia em que te encontro.
Porque estou certo de que, o saber que sei pouco é o maior sinal de que sei muito(e não confunda “muito” com “tudo”). Oque não sei comparado ao que sei, é tanto, que se fosse parar para pensar e comparar, eu certamente entraria em pranto. Sei pouco; mas, não nada que não possa compartilhar. Eu sei pouco que me permite ouvir, aprender, me corrigir e ensinar. Sei o suficiente pra saber que quem acha saber tudo, deixou de aprender e precisa se realinhar. O que seria para mim um motivo de raiva, hoje, me conduz a compaixão e me leva a amar. Em um mundo em constante evolução, quem acha saber tudo, deixou de aprender e não está mais adequado para ensinar. É preciso reconhecer que não sabe tudo, mas muito o suficiente para aprender com quem está iniciando. Sim, eu estou falando que por mais que saibamos muito, o que não sabemos é um oceano.
Penso naquilo que te comprei, no canto do quarto esperando o momento de um dia servir para algo... Aquilo que simbolizou uma promessa tão bonita e agora não passa de apenas mais um objeto esquecido pelo tempo, todo empoeirado, moradia de aranhas.
Penso no caminho que escolheu, tão confuso e incerto, enquanto minha rua havia sido asfaltada para que pudesse caminhar livremente. Ainda te vejo com pés descalços nessa estrada de pó e pedras, e em ti penso calçando as sandálias que eu quis pôr em seus pés...
Em meus devaneios poéticos, sempre ouço meu eu lírico dizer: _Toma mais esta dose de versos, que passa!
A mocinha da fazenda corria livre e sem perceber encalços pelos caminhos. Seguia por musgos macios, beirando ribanceiras, arriscando-se a cair, mas loucamente prosseguia. Vestia suas asas de borboleta e voava sobre as paisagens, recolhendo a beleza que conseguia captar. Suas tranças eram velas ao mar em aventuras infantis ou seriam asas de um colibri em busca de néctar? Ela não percebia isso ainda, apenas voava em sua imaginação - ao sol cantava, as estrelas do céu apanhava e um colar fazia. Se enfeitava toda, não para aparecer, mas porque já viera ao mundo como poeta e assim seria, toda e qualquer poesia.
