Poemas de Luto
Na vida você terá dois pesos e duas medidas.
Mas a cara e a coroa tem o mesmo valor, basta você escolher o melhor para si.
A falta dos teus abraços eu sinto, eu adorava viajar no silêncio de seus carinhos, às vezes costumava aumentar a tempestade no coração, vá... pode voar, pra quando quiser voltar, e para decorar a parede de seu coração eu costumava desenhar o meu nome, hoje lembrei quando vi na luz dos teus olhos... era uma vez estávamos acostumados à amar.
Meu coração não é teimoso ao ponto de ser transgredido, sendo deixado de lado por um falso amor, um ego displicente e sem sabedoria, a forma que fui descartado, deixado e incompreendido por quem eu mais confiei e doei meus sentimentos é a maior de todas decepções, a vida é um trampolim, e eu irei saltar mais alto sem um peso morto em minha consciência.
Tudo que toco com minha guitarra é pura expressão de sentimentos, uma relação entre nós dois, uma troca de carinho e amor, e a energia que minha guitarra me passa é a gratidão por coloca-la entre meus punhos.
Em dias de chuva ou dias de sol, e intensidade da beleza são impressionante, são folhas brancas, e nós somos as letras
Me entender não é fácil, falo pouco, mas falo o idioma do meu mundo, se eu disser (A) não precisam escrever (Z), basta soletrar, as metáforas não são tão importantes quando me conhecer é o bastante, saber minha história e trajetória, minhas teorias só servem para mim e de forma alguma quero que vivam o que eu penso, nem que vivam o que eu vivo, mas tirar o melhor do que escrevo pois isso sim faço para todos.
A viola, ah.. aquela viola que sempre está ao seu lado, na sala, na mesa, no quintal, na praia ou na rede, acompanha minhas falas e escritas, quase toca sozinha, fiel na afinação, com a alegria ela soa e ecoa os sons na madeira seca que eu mesmo usinei, já contemplou as estrelas de noite, o brilho intenso do sol e não reclamou da chuva, me ajudou à compor muitas canções e cada ano que passa, o som de seu tampo se refina, adora viajar comigo, um violão feito à mão, minha criação, minha coleção, é como um velho amigo.
O amor é a força que impulsiona o universo, um poder transcendental que nos conecta a todos e a tudo, uma luz divina que brilha em cada coração humano.
Sou reflexo do que o homem desfaz; pinto e escrevo a memória do que resta, traços de uma criação consumida pela própria destruição.
A arte contemporânea é a fenda por onde escapa o indizível, uma denúncia em núcleos e formas que expõe a violência.
Amar é caminhar entre o brilho que cega e a sombra que acolhe, alçando voos sem asas, aceitando quedas sem chão.
a vida que nos vive: as pessoas tem uma ideia visão equivocada da vida por exemplo
elas vivem a vida mais algumas nem sabem que é a vida que está vivendo ela ..
Galgando as linhas de seu corpo estonteante, que como ondas do mar, num vai e vem constante, quê num instante terminar tal uma explosão sideral fenomenal.
O caminho pode ser longo e cheio de obstáculos, mas lembre-se: a persistência é a chave que abre portas
Por que a flor é tão bonita? Porque sabemos que não durará para sempre. O efêmero tem sua própria poesia, nos ensina a apreciar o agora. O mesmo vale para a vida, para os encontros, para os momentos que nos transformam. Nada dura para sempre – e talvez seja exatamente isso que faz tudo ter tanto valor!
É bem certo que és uma mulher que inspira, uma jóia rara, cujo valor é incalculável, clara bênção divina, uma beleza atraente de corpo e alma, que já deixa-me muito extasiado com o simples fato de admirá-la, demonstrando um justo entusiasmo para uma viva poesia que traz mais do que belas palavras, trazendo também a alegria de um precioso significado.
Sorrisos que se cumprimentam com cordialidade, amor e sinceridade, olhares exultantes, a cena cativante de uma conversa sem palavras entre almas que se correspondem, falas silenciosas da reciprocidade, reflexo de certas atitudes que demonstram a partir dos pequenos gestos, o lindo impacto da simplicidade, da consideração correspondida, da poesia implícita em cada detalhe que torna esta interação ainda mais viva, uma explícita raridade, uma felicidade genuína.
