Poemas de Luto
Se um dia de repente a gente se encontrar
Numa das voltas dessa vida que o mundo dá
Só te peço: Não tenha receio de dizer um olá
Mesmo que passe muito tempo e a gente não tenha mais
Aquele vínculo tão forte, mas pra mim tanto faz
O que importa é saber se contigo tá tudo
Em paz
Gisele, parece
Que o mundo parou pra mim
Desde que você se foi
Gisele, promete
Que nunca vai se esquecer
De tudo que passou
Não foi culpa do destino a gente se afastar
Eu entendo os seus motivos de não poder ficar
Aparece, me escreve, não esquece de me visitar
Gisele, parece
Que o mundo parou pra mim
Desde que você se foi
Gisele, promete
Que nunca vai se esquecer
De tudo que passou
"As estrelas não são apenas brilhos
Que vemos ao lado de janelas e seus caixilhos
Elas também é vida, luz na escuridão
Elas são as excluídas
Mesmo sendo tão evoluídas
Mas mesmo assim, são resplandecentes
Elas parecem felizes
Mesmo que isso não me pareça convincente." - Derllanya Lauriene
A História de uma lenda Galega lendária.
Um grande homem se eleva acima dessas coisas.
Posso fazer o que eu quiser.
Farei o que deus me instruir.
Eu sou Rei e sou a lenda e Deus está do meu lado.
Não desistirei do que é meu por direito.
É assim que eu mando, e é assim que vai acontecer.
E ninguém, me detera.
Você está dizendo que eu deveria ser rainha em vês dela.
Você molda o mundo como ele lhe convém.
Porque a sua vaidade pode ser maior do que um Rei.
Eu ouso porque posso.
Eu vou vencer, Deus salve o Rei. Longa vida ao rei.
Seu reino. Seu trono meu rei. Se você me desafiar, eu te derrotarei.
Lembre-se de quem você é meu rei lendário.
A estação de que ocuparás não será fácil.
E o novo rei virá como um poeta apaixonante e como um dragao.
eu não quero falar,
eu sei que vou chorar
e talvez eu não consiga parar.
também não quero dormir,
eu sei que vou acordar
isso é tudo que eu não quero fazer.
não me entendam mal! eu não quero morrer,
mas estou muito longe de querer viver.
é difícil, mas tente entender
(se você conseguir,
pode tentar me explicar ?)
Solidão que chega à galope
Tristeza é a solidão que está um tempo parada e do nada se aproxima mesmo estando cheia de mim
E me lembra: não importa onde eu esteja, com quem eu esteja, ou estando plena de mim
Eu sempre vou me sentir só
Porque é um vazio desconhecido
Um vazio que eu não entendo, que vai além
Nem eu mesma compreendo
Está em profundezas desconhecidas e jamais adentradas na minha alma
Ninguém entende
Ninguém preenche
Ninguém completa
Um vazio que nem mesmo sei se Deus explica
Não é ausência de alma
Nem de autoamor
Nem de ocupação
É apenas a solidão
Tão independente, individualista e dona de si
Se apossou de mim
O jeito é carregar ela pra onde eu vou
E torcer pra ela não aparecer
Ao menos nos momentos em que eu estiver feliz
Ou me alimentando dessa doce ilusão
E me lembrar da dor
Eu só queria um pouco de paz nesse meu inquieto e amargurado coração
Estou desmoronando e você não está aqui pra me afugentar,
talvez nossos destinos não sejam os mesmos, mas minha vontade de tê-lá jamais morrerá.
-𝗱𝗼𝗿𝗲𝘀
Orgulho de ser Auditor-Fiscal do Trabalho.
Sou AFT com muito orgulho,
Orgulho da lágrima que cessou,
Orgulho da vaga que brotou,
A dignidade prosperou.
Sou AFT com muito orgulho,
Orgulho do rosto que sorriu,
Orgulho dos olhos marejados,
Pois que o pão enfim surgiu.
Sou AFT com muito orgulho,
Orgulho da cor que não pesou,
Orgulho do gênero que não se viu,
Do trabalho decente que vingou,
Sou AFT com muito orgulho,
Orgulho da criança que brincou,
Orgulho da infância a ser vivida,
Ah! O trabalho... Enfim findou.
Sou AFT com muito orgulho,
Orgulho da vida prosseguida,
Orgulho da dor que se extinguiu,
A liberdade prosperou.
Sou AFT, sou servidor.
Divina Mão.
Orações em vão, o desespero brota.
Por que ninguém olha, não quer saber?
São gritos perdidos, a garganta falta.
A desesperança vai me fazer morrer.
O olhar triste esconde a infância,
Mas ser criança não me faz viver.
O suor que brota cultiva a horta,
Nada na boca, resta padecer.
Luzes, distantes no horizonte.
Está ficando escuro o entardecer.
O rangido aumenta, posso ver os carros.
Deve ser o patrão para me fazer sofrer.
Que gente estranha é essa?
Deve ser mais gente para ajudar a bater.
E as duas mulheres? Estão vindos aqui.
Será que vieram me socorrer?
Obrigado meu pai, depois de tanta oração,
Não acreditava, não sei por quê?
Chegou tua mão, demorou, mas veio.
Junto com a luz. Vou sobreviver.
Noites mal dormidas pensando no nosso amor,
será que terei paciência de te esperar?
Tomara que não demore,
estou ansiosa pra te amar.
-𝗶𝗻𝘀ô𝗻𝗶𝗮
Vida é essência
Amar é essencial
Ego é senso
Ódio é banal
Amor é cultura
Sentimento é paranormal
Dor é mente
Sofrimento é surreal
A origem é triste
mas não tão triste como o final.
Ìngreme
O justo pesar do exato conluio
do verso e do tema: luzir!
A expressão que se estampa na tensão da vida
em cada dia a sua eloquência desesperada.
Sucumbe o delírio num centésimo olhar
que me invade o existir
Sou eu, ainda sou e já sou e nem vi!
Olhar de miçangas e glitters, strass!
Que brilhos fatais, sou eu, é demais!
Tu, burilas atroz as sardas e os nós
E irrompe a fusão de sangue e energia
Mutilas a paz e esqueço o verniz,
te entrego então a raiz do ventre
que umbilical me fecha os olhos
a este sono que não vem
por que não sei, talvez eu tenha que esperar
outra vida
Antonio Carlos Machado
@machado_ac
"Todos se preocupam com um osso quebrado,
mas ninguém liga pra um coração esmagado.
Eles tem piedade da ferida exposta,
porém ignoram quando a alma se esgota."
Perdoe-me pela felicidade não contínua
Percebi que cada dia mais te amava
Pelos carinhos, ligações e palavras
Sem esquecer de como pessoalmente eu te olhava
Na incerteza, fui ou não um bobo
E inocentemente não acreditava
Em todas suas atitudes cordiais
E nas doces e lindas palavras que falaras
Demonstrava em palavras e choros
Pois era a melhor forma de demonstrar
O que eu sentia por você
Pena que isso, nunca vi no seu olhar
Eu partirei, deixarei e levarei os bons momentos
Lembrarei dos Eu Te Amo e das despedidas
Buscarei e entenderei que o amor é real
Mas a reciprocidade não deixa feridas
Se o amor tudo sofre
Não sei como era o seu sofrer
Pois em lagrimas eu me derramava
Todas as vezes que pensava em não te ter
Cheguei a uma conclusão
E prometo de ti para sempre cuidar
Mas agora em silêncio
Sem precisar em seu corpo tocar
Para A*****
Circunstâncias do meu reflexo
Se assim fosse eu olhar - me no espelho
Então não encontraria meu reflexo
Sê fosse meramente meu eu, eu ali espelho
Mas, talvez existisse tantas faces no reflexo
E ser eu mesma talvez seria a lógica
Da minha mera e simples existência
Ou talvez fosse minha arrogância
O propósito, a intenção ou a tática
Porque existir e me continuar sendo
Seria no mínimo a máxima elegância
Mas, no reflexo esteja eu só sendo
E minha imagem sendo minha existência
Quando na verdade não me vejo ali contido
Porque posso ser somente a circunstância
A Dor Da Vida
A ânsia pela vida
Eterna é contínua
E as lutas para não
Morrer são constantes
Na ganância que domina
Seus mais
Velhos mistérios
Sempre estou
Perdendo resquícios
Para alguns
Delírios amantes
Agora que
Conquistei a sina
Dos meus mais
Novos impérios
Sou majestoso
Nesse meu
Eterno caminho
Vencendo os pesadelos
Do meu
Próprio destino
Antes da
Minha
Existência
Havia uma
Grande magia
Sem lembranças
Do que era
Sem sonhos
Sem dores
Sem alegria
Se enquanto
Eu não existia
Eu não sofria
Antes de ter
Nascido
Viverei para
Realmente esperar
A eterna Morte e me livrar
Desse sofrimento
Perdido
Jeazi Pinheiro, "A Dor Da Vida" in "Último Poema"
FELICIDADE....
Felicidade é desfrutar de uma simples coisa
com amor,
É viver em companhia,
mas acima de tudo em harmonia,
É olhar para o céu e agradecer pelo dia,
É amar a família,
É dizer o tão famoso "eu já sabia"
É cantar até a voz faltar,
É dançar até ter calo no calcanhar,
É ver o mundo do lado bom,
É ter olhos melancólicos,
É dizer "sim" ou "não"
Felicidade é poder abraçar,
É sempre estar por perto,
Felicidade é sonhar com algo incerto
Eu preciso fugir - de mim
Antes que seja tarde - demais.
Faço moradia nas palavras
Elas me acolhem
Por isso têm de ser leve
São poucas palavras pra dizer muito
O que eu vejo aqui
O fardo do mundo
Eu transformo na leveza de um mero poema
Quem sabe assim, amenizo um pouco a minha dor
Ela mesma me desconhece
Mas, eu conheço-a a fundo
E o preço que pago todos os dias, nunca esquecerei
Guardo tudo com juros
Pra um dia me lembrar que
Venci
Valeu à pena
Passou.
Será?
Ninguém sabe aonde o destino irá nos levar.
A garantia é apenas a angústia e a lição que carrega o presente.
Decerto, deve haver algo pra mim no verso dessa folha rasgada do meu coração.
Eu creio
Eu preciso acreditar que sim.
Um instante,
Um sorriso,
Num piscar de olhos,
O relógio do mundo para
Pra observar a paisagem que o Mestre pintou.
E os problemas mesmo que, por alguns minutos, somem
Para apreciar
A angústia do mundo pode esperar.
Quando digo que não há sombra de dúvidas
Não é porque elas não existem
E sim porque não há luz sobre elas
