Poemas de Luto
O coração
É uma casa que necessita
De organização e limpezas diárias.
Não se pode acumular tudo
Sem antes distribuir os seus lugares...
Pois no tumulto ele morre antes mesmo
De amar e hospedar tudo que almejamos de bom
Dentro dele.
Capricha no visual
Porque hoje é dia de ser "Feliz"
Embora o mar não esteja
Para peixes a gente joga a rede no mar, ora à Deus
Por um milagre
E pesca um cardume
Rico de tudo que é bom pra nossa alegria!
Se a Felicidade
Fosse fácil haveriam bilhões de pessoas Felizes por ai...
Mais como ela é difícil e rara
Existem mais tristezas onde ela não habita!
Cuidado
Com as palavras elas são cruéis quando
Sabem ser!
E deixam rasgos que demoram para se cicatrizarem...
Não dê espaços
Para coisas ruins em sua vida.
Pois quem deixa a porta semi-aberta
Recebe visitas inesperadas.
Deus é um pai correto.
ELe ama, mais castiga!
Abençoa, mais amaldiçoa quando necessário.
Reconstrói, mais destrói quando já não há salvação.
E sempre, sempre nos dá há oportunidade de recomeçar....
Mais fica raivoso quando os recomeços
Se pendem para os mesmos erros.
Porque nos mesmos erros os aprendizados
Se perdem...
Em meio as acertos dos caminhos retos
Que ELe almeja para nós.
Seus amados filhos.
Não preciso aprender com ninguém
Um aprendizado que a própria vida ensina!
Porque ela é sábia,corrigível e opressora quando necessário.
Não te vanglories de teus inimigos
Pois todos estamos sujeitos a passarmos os mesmos
Temporais.
Uns se salvam outros se afogam...
Não sou alienada
Há nada e nem há ninguém.
Sou livre
Para agregar tudo que quero!
E se porventura escolher coisas e pessoas erradas,
Eu carrego-as como aprendizados
E não como troféus de recompensas para exibições
Futuras.
Não quero a certeza
Mais sim os aprendizados da vida.
Revestindo meu mundo
De conhecimentos e sabedoria para a edificação
Do meu caminhar.
A vida
É um caminho que se percorre todos os dias.
E a morte
É o término desse percurso.
E o recomeço de uma nova vida em Cristo!
E ela lia, e relia, tudo eu que escrevia,
e pensava se tudo aquilo foi real um dia.
Ela ria, sentia o ar da inocência,
de todo amor jurado arrancado sem clemencia.
NO MEU PINHEIRO (soneto)
Os verdes galhos do meu pinheiro
Ornei com cada nome dum amigo
Assim, num cordão de luz eu digo:
- És presente, presente por inteiro
Não importa a distância, está comigo
Na lembrança, no afeto companheiro
No estar fraterno e, muito verdadeiro
Aqui no peito em morada, eu testigo
Noutros ramos, saudades, num cheiro
Das ausências - o céu hoje o seu abrigo
"In memorian", - cada momento faceiro
Minha árvore de Natal, o amor bendigo
Com fé, gratidão, ao coração certeiro...
A ti amigo, que na amizade é querido!
(Pra cada amigo, um abraço neste cancioneiro...)
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Cerrado goiano
Dezembro, 19, 2016
EU VIVI E FUI FELIZ AO MEU VIVER...
Nunca tive muito mais sempre me senti Feliz
Nunca tive amor sincero de quem amei... mais DEUS me deu o melhor amor do mundo (Filho)
Nunca fui ... perfeita em meus atos, mais fiz tudo que estava ao meu alcance!
Nunca fui... apegada a nada do mundo, mais o mundo nunca me deu a chance do apego.
Nunca tive sonhos pequenos, mais os grandes eu nunca pude continuar....
Nunca guardei magoas .... mais muitos me magoaram...
Nunca abandonei meus ideais... mais os ideais, se tornaram altos demais para minha altura!
Nunca fui alta, mais na minha pequenez de alma imensa eu vooei...
Consquistei...
Ameiii...
Eu fui... Muito FELIZ !!!!
Deixei aqui um pouco de mim!
E nesse pouco habita o meu mundo.
Eu posso dizer: Eu vivi e fui feliz ao meu viver!
E graças à DEUS hoje me sinto mais...
Pois quem eu amo está bem!
E esse alguém é de JESUS TAMBÉM!
Tributo a minha amada tia !!!
Que Hoje mora com Deus e dorme o sono da eternidade.
Saudades eternas
De todos nós
Descanse em paz
Minha Loira você faz muita falta mais sei que estais bem!
Te amamos ( Forever)
"Encontros inesperados acontecem...
E neles
Há muitas coisas boas, esperando nossas mãos
Para darem continuidade."
Quando
Conhecemos a verdade, a mentira e os falatórios
A esmo
Tornam-se ventos mudos aos nossos
Ouvidos.
