Poemas de Lágrimas
A frustração é um campo de sementes,
Onde a fé é regada com lágrimas quentes.
Mas no tempo certo, brota uma flor:
A alegria que vem do Senhor.
Versos submersos e imigrantes
nas lágrimas
dos dezenove mártires de Güiria,
(Sentindo as dores de quem fica).
E indo com todos que estão indo
em busca de vencer a pobreza
e não sofrer mais injustiças:
(É com eles que opto sempre ficar).
Porque quando o coração do povo
dói é ali que o meu
não para de doer até curar,
(Há tragicamente 127 militares presos).
E a justiça para o General sequer
deu um minuto de ar,
e preso ele não deveria estar;
(Não há previsão quando vão o libertar).
Para a História ainda piorar
a Corte Internacional de Justiça
parece que quer reinventar a roda
e produzir uma nova História
para talvez a vida desta Nação tumultuar,
(Os bloqueios não param de matar,
e muitos fingem que esta
verdade não é digna nem de falar).
A Corte não respeitou o quê já
havia sido decidido
pela Convenção de Genebra de 1966,
Que o Sol da Venezuela
nasceu, nasce e nascerá no Esequibo;
Em prosa e verso não vou parar
de falar que o Esequibo é da Venezuela,
e não há ninguém na Terra
que possa com dedo o Sol da verdade tapar.
Deste distante torrão
de terra sulino,
Venho escrevendo
poemas feitos
de lágrimas, chamas
e de multidão,...
As FAES são um
capítulo já visto,
Por mim entendido
e por quem nada
entende condenado.
Sul-americanos
versos para clamar
pelo resgate
do continente
em degradação,
Convidando a um
minuto de silêncio
e uma oração:
Pelo miliciano
que covardemente
por paramilitares
foi [tombado],
Peço que prendam
os culpados.
Ah, amada Pindorama,
o Estado Plurinacional
e toda a Abya Yala
neste momento
estão sendo
lambidos pelo fogo,
e a Primavera
tem que ressurgir.
Temo que não
sobre mais nada
para o nosso povo;
Daqui de Rodeio
ando sentindo
o mau cheiro
dos incêndios
das nossas matas,
e a dor continental.
Quero acreditar
nas palavras
do General
dos olhos
de azabache
inabaláveis
que pede por
camaradagem,
solidariedade,
companheirismo,
e mais amizade
ante o bloqueio
e as perturbações,...
Quando
virá
a justa liberdade
do General?
Vamos escrever
novas histórias
no livro da vida?
Vem, e me diga
quando acabará
a pena da tropa?
As lágrimas
de Odessa
e o susto
de Al Janiah
são águas
da mesma
correnteza
deste mundo
que respira
as cinzas
da Amazônia
em chamas.
A cela estreita,
sem janela
e sem direito
a um ventilador
se encontra
um General
lá na Venezuela,...
É povo
e tropa
no mesmo barco
remando contra
as correntes,
a dor por lá não
está escolhendo
nem a patente,
não há privilégios
para ninguém
simplesmente.
Nos olhos de
um capitão
vi que condenaram
a juventude dele
a destruição,
mas não mataram
no guerreiro
o bom coração.
Ainda no rosto
está a umidade
das lágrimas
pelo Sri Lanka,
A dor do mundo
nessa alma
latinoamericana
ninguém estanca.
A vida me espanta,
Vem, e me diz
que estou errada:
mártires estão
por todos os lados,
De concentração
há campos infantis
inenarráveis;
E governantes
de braços cruzados.
Mesmo que seja
a canção derradeira,
Ela é pelo General
que o único crime
foi ter sido patriota
e continuar sendo;
Canto o mesmo
e o tanto pela tropa.
Você precisa escutar:
O quê se exarcerba
a mim também afeta,
a Terra é o meu lar.
(Se permita libertar e se reconciliar).
Por ela sou
lágrimas,
desespero
e agarramento
pelas patas,
garras, cantos
terras,
correntezas
das águas
e no mais
alto dos
mil céus;
ela existe
por todo
o lugar,
e até mesmo
nas brumas
das cavernas
e profundezas.
Por ela sou
desconforto,
inquietação
e tormento
pelas peles,
faros, plumas,
asas, ossos,
barbatanas,
ruídos, sons,
escamas,
e pegadas;
ela existe,
deixa rastros,
é só observar.
Por ela sou
altiva, grito,
e assumo
que sempre
tento pelos
caules, folhas,
troncos,
sementes,
frutos,
espinhos,
pedras
fósseis
e areias,
há muito
mais Pátria
do que
te ensinaram,
e muitos
imaginam:
é nelas
que estão
a mística
do Estado
e tua vida.
Por ela sou
aquilo que
você ignora,
e mesmo
resistindo
me atormento.
Soberania
não se
negocia,
não se
flexibiliza,
não se
anistia,
não se
usa de
enfeite,
e tampouco
de amuleto,
e não se
coloca
em degredo,
e não se
desperdiça
nem em
cumprimento.
Você esperava que me importasse?
Você não merece as minhas lágrimas
Eu acho que é por isso que elas nem estão aqui
Quando penso que houve uma época em que quase te amei
Você se mostrou um idiota e vi quem você era de verdade
Agora, a tua alma está tão inundada em aflição que chega a transbordar em lágrimas, o teu coração está ferido, tamanho é o teu sofrimento,
parece que o teu mundo está ruindo
devido a uma mudança amarga
e brusca,
entretanto, não é a primeira que acontece e nem será a última
e assim como resististe
das ostras vezes, irás resistir a esta
e as vindouras,
pois o Senhor permanece contigo,
não te falta amor,
a cada tribulação enfrentada, renascemos semelhante a uma fênix que renasce das cinzas,
graças a Deus, a vida não é feita
só de sofrimentos,
é a raridade dos momentos de equilíbrio que os tornam tão valiosos
e sempre ocorrem num tempo preciso, portanto, respira fundo,
Sara a tua fé, não deixa esmorecer
o teu sorriso
para que continues usufruindo
de cada momentoraro e aprazível.
As enchentes
são as lágrimas
da terra fadigada
que não pode
ser mais negada
e deve ser resgatada
O cavalo no telhado
da paciência
provou o heroísmo
por muitos esquecido
em tempos de peitos
desapontados e doridos
As falsas notícias
tornaram o curso
do rio da vida ainda
mais dificultado,
fato que não pode
jamais ser negado
Com cada herói revelado,
como povo deslocado,
e lado a lado de tudo
o quê não pode ser ocultado
no ritmo imparável
das boleadeiras da angústia
Com rebanhos inteiros
por muitos desconhecidos,
meus galopes paralisaram
e outros submergiram,
resisto no anonimato
como o cavalo ainda por ti olvidado.
Minhas lágrimas não caem, se acumulam por dentro, como rios represados, até virarem pedra.
E cada silêncio que ofereço
é um lamento que não teve lugar para existir.
E as suas lágrimas estão regando o solo
e germinando a árvore que vai crescer,
e o que hoje você não vê resultado,
amanhã lá na frente vai surpreender,
é que o processo as vezes é tão demorado
mas de uma coisa você não pode esquecer,
que cada segundinho é aprendizado
Deus está lapidando o diamante que é você
poesias são lágrimas, são falas, sussurros de amor,
é autoestima, mas também flagelo,
poesias e você, são sinônimos no meu dicionario, arrancas de mim sorrisos, mas também choros aos bocados,
és a minha glória, mas também o meu declínio,
sinceridade, mas também fingimento. fingimento que dói, que destrói a gente.
Durante uma crise de ansiedade,
Lágrimas são derramadas
formando uma Intensa Tempestade
De cobranças, De vaidades
De tristezas, De Vulnerabilidades
Em pouco tempo, é como se estivesse imerso
num vasto oceano de desespero
Até, finalmente, lembrar de que a vida continua,
de que possui um ótimo guarda-chuva,
De onde tira suas forças,
sua Fé em Deus, seu Amor Próprio
e o apoio das Pessoas que Ama,
Assim, vem a querida Bonança,
mesmo que seja momentânea,
faz bem não esquecer
de que ainda há Esperança.
Fênix, chama da vida personificada,
como um fogo consumidor, Forte e Determinada,
Suas lágrimas a purificam, aliviando suas dores, sarando suas feridas,
Sem esmorecer, mantém acesa sua vontade de viver
como uma excêntrica labareda que só faz crescer
E após tanto sofrer e tanto suportar,
vira cinzas para Renascer, para se libertar
Uma Ave Mitológica que sempre aposta
no futuro desconhecido,
Para voar, continua disposta
e assim inflama um novo ciclo.
"Acho tão chique quem perde
o apetite quando está triste.
Eu não!
As lágrimas descendo e eu comendo"
Haredita Angel
20.10.18
(Facebook)
As lágrimas de Iaçã
pela dor que não
tem reparação foram
notadas por Tupã,
Ele a levou para perto
d'Ele e para a tribo
trouxe a solução.
Tupã e Iaçã olham
e protegem a todos
o tempo todo,
Chorar não seja mais
permitido aos filhos
desta nossa Nação.
(Quando faltar doçura,
não pode faltar
a recordação que uma
tigela de Açaí sempre
faz bem ao coração).
Benzedeira
Com o terço feito
com Lágrimas
de Nossa Senhora na mão,
E ervas cheirosas
na outra mão,
Continua a Benzedeira
a cumprir com fé a tradição
abençoando e curando
com o amor ao Divino no coração.
Lágrimas de Potira
Na beirinha do rio de toda
a minha vida,
Sou eu que conto as lágrimas
de Potira transformadas
por Deus em diamantes
para eternizar o amor
que ela sentia pelo heroico Itagibá,
De poesia em poesia
vou escrevendo a minha Pátria
porque ao menos no meu
peito eu a quero viva
para ninguém com ódio a reinventar.
“Eu me perdi, sem ao menos ter me encontrado.
Fizeram chover, lágrimas dos meus olhos;
Por não entender: que os dias ruins também são necessários.
Desperdiçando vidas no chão,
Guardando sonhos na geladeira,
Fazendo rimas pobre em vão.
Você não foi a última nem a primeira.
Tive um sonho tão real; mais com enganos,
ao acordar: vi a vida real sem planos (...)"
