Poemas de Karl Marx sobre I Homem
As Leis são do universo. O homem é apenas um objeto do meio, aonde os rituais místicos são repetitivos e ofegantes, às vezes tão nostálgicos. Esses, são como o miauuu do gato, o muuu da vaca, o béee do bode; basta ouvir e concordar que isso nunca mudará. (A. Valim).
A mulher acredita que algo não está perfeito nela. Nada é tão ou mais satisfatório para o homem do que um par de glândulas mamárias; um par de cochas; um par de Nádegas. O homem é um ser convencido pelas necessidades psíquicas e fisiológicas da mulher e de todas as peculiaridades que giram em torno dos dois mundos dela. Esse complexo sistema feminino entrelaça a fortaleza e o fracasso masculino, que são sustentadas pelos Deuses e demônios obedecendo sempre os sentidos e os instintos dela. O homem tenta em vão sobreviver nas entranhas do saber das mulheres e do poder de convencimento quando elas regem. Assim criou-se a mulher para toda a complexidade e o homem para toda a simplicidade e para apenas uma distinção dos poderes criaram-se neles os sexos. Como o veneno da cobra sobre os olhos do rato assim a persuasão por seus instintos. Quanto ao homem, devia ter a consciência da injustiça que comete contra a dignidade dela. O problema do homem é o abandono dado a sua própria espécie masculina. Se a serpente fosse mais astuta que a mulher o homem teria comida a serpente. Para o homem Deus fez a mulher dotada de benignidade divina e dos castigos também divinos. Assim giram em torno da mulher: Deus e o diabo, o homem e a serpente. (A. Valim).
Como cão adestrado: o homem convertido, catequizado, doutrinado. Tornado a criação perfeita para a preservação dos rituais como mero costume. O engessado propósito não muda costume, para não desvirtuá-lo no paraíso. A gula, avareza, luxuria, ira, inveja, preguiça e orgulho são concepções natas do ser humano; os sete pecados do sistema são necessários à sobrevivência do ser. Pecado mesmo é a construção da ideia apocalíptica, impregnada na gene, nascem, crescem e se multiplicam. Não há consciência para as verdades novas, e, ouvidos novos para novas músicas. A clerezia é para que a consciência da ideia nova permaneça muda. (A. VALIM).
a Onipotência
O sistema mais complexo verbalizado pelo homem, - “a Onipotência”. Sustentado por um espírito; “plano clérigo”. O pecado é a maior invenção do homem depois da onipotência. Porém o pecado é “clemente” pelo plano divino, criado pela clerical e sustentado pelo populacho. A Sé vem massacrando a mulher a milhares de ano, por uma cultura machista e impostora, impregnado em cruzes e simbologia comercial, um viés da fé. A Sé é detentora das verdades incontestáveis. Sendo o maior massacre da humanidade: a inquisição, imposta por um sistema religioso da cristandade. O homem é naturalmente um renegador de suas teses contextuais dogmáticas, verdades explicitadas apenas no trancafiado pensamento, separados por uma leve e transparente cortina de medo. Quem dera uma virtude pela antiga certeza de que a compaixão traduzisse as verdades, sem necessidades de sustentar-se prostrados por um plano clérigo. Eis o mistério da fé e a simbologia da Onipotência. (A. VALIM).
O homem criou um Deus perfeito, e, um diabo para umas experiências. Os seres homens têm a opinião de que são livres.
O homem tenta sobreviver nas entranhas do saber das mulheres e do poder de convencimento quando elas regem. Assim criou-se a mulher para toda a complexidade e o homem para toda a simplicidade e para apenas uma distinção dos poderes, os sexos.
Amauri Valim
O pecado é a mais forte relação entre deus e o homem, o diabo é apenas um capricho de valor mutante.
O homem tenta em vão dominar a força da natureza, acredita no poder das práticas dos rituais sagrados. O homem sendo aqui o mais poderoso de todos os seres tem tendências de destruição através dos poderes que lhe é ofertado, o que não são vistos como valores morais, mas uma transgressão da ética religiosa.
“Permanecer humano é o desafio maior que o homem enfrenta nos dias atuais”.
(ARTUR, João B. Winkelmann).
Não há cura para a libertinagem, mas uma mutação temporária dos costumes no homem liberdoso, condizente com a fraqueza e pequenez humana
O estado de vida abundante transcorre naturalmente ao modo de viver, mas o homem não se da conta das façanhas que o dia oferece.
O homem criou um Deus e fez dele a sua imagem. Deus, o Deus perfeito mesmo é aquilo tudo que o homem é.
A ideia de Deus está culturalmente presente no homem independente da fé que se tenha, mas por processos e produtos da fé, sendo a maior de todas as ideias e invenções, a invenção do nada, a ideia do tudo.
Caminhei ao lado do diabo, e não vi maldade alguma. A maldade é concepção do homem percebida em mim. O Diabo é apenas um injustiçado, cuidador de exilados do paraíso aqueles que Deus os expulsou.
O poder do homem da fé comercializa milagres, assombra o fraco e oprime o desgraçado em nome das divindades.
O homem criou o Diabo com boa estratégia para castigar os impuros, em vez disso, deveria criar mais sabores de cervejas.
Em uma sociedade conflitante na política e na religião destaca-se o egocentrismo, onde o homem é o reflexo de Deus e do Diabo.
