Poemas de Karl Marx sobre I Homem
O homem e a mulher são metades de um mistério antigo que quando se encontram, o universo se lembra de si mesmo!
Melhor é o homem que governa sua mente do que aquele que conquista cidades; pois o domínio de si é o trono onde se assenta a verdadeira realeza.
Não há mulher mais bela aos olhos de um homem do que aquela que lhe conduz ao céu e ao mesmo tempo lhe oferece paz.
A maior armadilha para o homem é ele mesmo; somente o autoconhecimento, a vigilância moral e a humildade diante do poder o preservam de suas próprias fraquezas.
Se um homem dominasse suas fraquezas e exercitasse o autocontrole, nenhuma sedução o derrubaria — pois o verdadeiro vilão em cada história é a falta de disciplina, o abuso de poder e a ausência de humildade de quem escolheu ceder.
"Humildade é a verdade. Um homem humilde não elogia nem menospreza a si mesmo. A subestimação pode ser tão falsa quanto a sob estimação... O homem humilde abre espaço para o progresso; o homem orgulhoso acredita que já está lá.”
A riqueza do homem não está em seus tesouros, mas nos conselhos que acolhe e nas causas justas que defende.
Quando o homem consegue transformar sopro e luz em palavras eternas, certamente teremos um livro de tirar o fôlego.
"Eu a amo como jamais um homem amou uma mulher, amo a tão certo como o nascer do sol e tão sincero como risada de criança.
A cada momento penso cada vez mais e mais no grande momento quando te ver de novo e uma lágrima de felicidade mais uma vez escorrer."
Certa vez houve o seguinte dilema: Deus criou o homem, ou o homem criou Deus? Com isso, eu concluo que, Deus criou o homem e o homem criou o conceito de Deus, e para tal conceito, houveram distinções; distinções essas que levaram ao surgimento da religião
Quando o homem aprendeu a manter o Gato de Schrödinger vivo e morto, ele não dominou apenas a matéria — ele tocou o véu sagrado entre a realidade e o mistério. Pois aquele que controla a incerteza, molda o próprio destino do Universo.
O homem moderno não carrega um relógio no pulso — carrega um espelho onde enxerga o seu pavor de morrer. Quanto mais caro o relógio, mais profunda a ilusão: ele não deseja marcar as horas, mas esquecer que está sendo marcado por elas.
A corrupção moral e financeira são filhas da corrupção espiritual, quando o homem abandona a Deus os outros males vêm como um abismo dentro de outro.
O homem criou um metaverso hedonista para justificar o luto da morte e da expulsão da presença do Criador. E seguimos vivendo como um pêndulo: um dia estamos em um lado direcionado para o Criador, no outro estamos do lado oposto, como rebeldes, fugindo e escondidos no metaverso criado pela nossa consciência.
O homem sem dinheiro é invisível ao mundo — só Deus, sua mãe ou um coração que conhece o amor verdadeiro conseguem enxergá-lo.
Sem dinheiro, o homem é um sopro no vento da indiferença — só a fé, o ventre que o gerou ou um amor raro o reconhecem.
O trabalho é o primeiro mandato de Deus dado ao homem, não para que lhe fosse um peso, mas para que ele desenvolvesse as suas habilidades com senso de responsabilidade, pessoalidade, conectividade, coletividade, produtividade, criatividade, prosperidade e realização pessoal; porém, isso só é possível no exercício de sua vocação original.
A maioria dos cristãos ainda não entendeu que a cura do homem caído só acontece na morte! Sim! Só a morte do velho homem pode nos conduzir a experimentar os dons da nova vida, que não é no além, mas aqui e agora, como um homem novo, a imagem de Cristo Jesus.
