Poemas de Karl Marx sobre I Homem
Conhecimentos fazem o homem sábio; verdades fazem o homem inteligente, e crenças fazem o homem estúpido.
O que mais agrada a Deus, não é a quantidade de vezes que um homem acerta, mas a quantidade de vezes que reconhece quando erra.
Não importa a idade, a humildade te faz homem, porque te tornas um ser com grande qualidade e sublimes capacidades.
Em termos morais, o homem não é melhor do que a mulher; e a mulher não é melhor do que o homem; ambos são espertos em suas conveniências!
A tristeza e a dor da alma são as piores sensações que o homem pode ter. Mas o homem que foge delas é um covarde. Tudo na vida passa até a própria vida.
Se um homem não pode compreender a beleza da vida, provavelmente é porque a vida nunca compreendeu a beleza dele.
Dinheiro é apenas um objeto criado pelas mãos do homem para dar autoridade um punhado de seres prepotentes que recebeu poder para determinar como o mundo será controlado, não dando espaço para a democracia escravizando o povo menos favorecido em prol de seus sórdidos, repugnantes e abjetos desejos.
O homem foi feito como uma arma e escudo, enquanto ele ataca protegendo alguém a pessoa protegida o faz de camuflagem.
Um homem perfeito é aquele que não rouba, não mente e não necessita usufruir daquilo que não lhe veio com o seu trabalho e dedicação.
A Matemática do Criador nunca poderá ser demonstrada pela Matemática do homem já que o Altíssimo trabalha com uma unidade de medida chamada impossível.
O homem, essa criatura que aspira pelo amor e pela felicidade, é esmagado pelo peso da sua própria ambição e maldade.
"O homem se reveste do direito e o direito no homem está inserido, como intrínseco ideal garantidor, mantendedor e operalizador da seiva democrática a luz do manto Constitucional de um estado por ele democrático".
Uma grande plateia assiste embevecida a explicação do grande personagem: O homem pode criar o espectador, o espectador apela para o controle remoto, o controle remoto ilude o espectador, traído pela ansiedade, atraído pela suposta obviedade de suas escolhas, ele, o expectador, simula um drama disponível, simplifica seus conflitos e é dominado por uma lassidão que o mantém como um eterno espectador.
