Poemas de Juventude do Século XIX

Cerca de 10 poemas de Juventude do Século XIX

Os velhos acreditam em tudo, as pessoas de meia idade suspeitam de tudo, os jovens sabem tudo.

Oscar Wilde
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Canção da Torre Mais Alta


Ociosa juventude
De tudo pervertida
Por minha virtude
Eu perdi a vida.
Ah! Que venha a hora
Que as almas enamora.

Eu disse a mim: cessa,
Que eu não te veja:
Nenhuma promessa
De rara beleza.
E vá sem martírio
Ao doce exílio.

Foi tão longa a espera
Que eu não olvido.
O terror, fera,
Aos céus dedico.
E uma sede estranha
Corrói-me as entranhas.

Assim os Prados
Vastos, floridos
De mirra e nardo
Vão esquecidos
Na viagem tosca
De cem feias moscas.

Ah! A viuvagem
Sem quem as ame
Só têm a imagem
Da Notre-Dame!
Será a prece pia
À Virgem Maria?

Ociosa juventude
De tudo pervertida
Por minha virtude
Eu perdi a vida.
Ah! Que venha a hora
Que as almas enamora!

Arthur Rimbaud
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A juventude da América é a sua mais velha tradição - dura há trezentos anos.

Oscar Wilde
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Quando eu era jovem, pensava que o dinheiro era a coisa mais importante do mundo. Hoje, tenho certeza.

Oscar Wilde
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Foi um grande conselho o que ouvi certa vez, dado a um jovem: "Faça sempre o que tiver medo de fazer".

Ralph Waldo Emerson
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Nestes tempos, os jóvens pensam que o dinheiro é tudo, algo que comprovam quando se tornam mais velhos.

Oscar Wilde
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A alma nasce velha e se torna jovem. Eis a comédia da vida. O corpo nasce jovem e se torna velho. Eis a tragédia da alma.

Oscar Wilde
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O caráter dá esplendor à juventude e respeito à pele enrugada e aos cabelos brancos.

Ralph Waldo Emerson
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Jovem e forte, sigo sabendo claramente que estou destinado a uma morte terrestre;
Mas minha caridade não tem morte – minha sabedoria não morre, nem cedo nem tarde,
E o amor doce que leguei, aqui e em qualquer lugar não morre jamais.

Walt Whitman
Inserida por strangeinversion
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A Corte divertia-se, como sempre se divertiu, mais ou menos, e para os que transpuseram a linha dos cinqüenta divertia-se mais do que hoje, eterno reparo dos que já não dão à vida toda a flor dos seus primeiros anos. Para os varões maduros, nunca a mocidade folga como no tempo deles, o que é natural dizer, porque cada homem vê as coisas com os olhos da sua idade. Os recreios da juventude não são decerto igualmente nobres, nem igualmente frívolos, em todos os tempos; mas a culpa ou o merecimento não é dela, - a pobre juventude, - é sim do tempo que lhe cai em sorte.

Machado de Assis
Inserida por lucijordan
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