Poemas de Gênios

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Em mim tu vês a época do estio
Na qual as folhas pendem, amarelas,
De ramos que se agitam contra o frio,
Coros onde cantaram aves belas.
Tu me vês no ocaso de um tal dia
Depois que o Sol no poente se enterra,
Quando depois que a noite o esvazia,
O outro eu da morte sela a terra.
Em mim tu vês só o brilho da pira
Que nas cinzas de sua juventude
Como em leito de morte agora expira
Comido pelo que lhe deu saúde.
Visto isso, tens mais força para amar
E amar muito o que em breve vais deixar.

Inserida por deysokah

Quanto mais eu estudo a natureza, mais eu fico maravilhado com as obras do Criador. A ciência me aproxima de Deus.

"Como disse Mahatma Gandhi: Um covarde é incapaz de demonstrar amor. Isso é privilégio dos corajosos".
Então eu lhe digo... Não se lamente por alguém que não sabe corresponder ou mesmo consegue reagir aos seus sentimentos. Você não pode mudar o que você sente... mas você é capaz de entender que não dá mais pra lutar sozinho, é preciso que ambos estejam na mesma direção. É preciso de tempo, coragem e até mesmo sacrifício para manter uma relação saudável. Ficar por ficar, se humilhar por amar, deixar por muito pouco, permanecer sem vida não é o certo. Para haver a cura é necessário descobrir onde está o erro, não onde foi a queda, mas o escorregão... e um dos dois, ou mesmo os dois... compreenderem, assumirem e mudarem se adaptando ao que a relação pede. Eu acredito em reconciliação, em redescoberta, mas se você já tentou de tudo, nada deu certo... e você ainda sofre... talvez o melhor a se fazer é praticar o desapego e deixar o outro partir. Cada um sabe onde a sua dor bate, ninguém pode julgar a sua decisão. Seu coração sempre te dirá o melhor a se fazer... Não dê ouvidos a quem não sabe cuidar nem da sua própria vida... é cada um por si, cuide você da sua, o seu coração e a sua saúde agradecem.
(Thaís Fernanda.)

“... Um discurso é um texto oralizado. Demétrio costumava dizer que não existe nenhum diferença entre as palavras e a voz dos inexpertos ignorantes e os sons e estrépitos causados pelo ventre repleto de supérfluo vento. E dizia isso não sem razão uma vez que não julgava haver diferença
entre a parte de onde emitiam a voz (ou escreviam), as partes inferiores ou a boca, pois tanto uma quanto outra tinham
o mesmo valor e substância...!”

Inserida por profeborto

Não devemos pautar nossas ações buscando aprovação dos insensatos, pois isto seria uma prova de nossa insensatez.

De todas as minhas limitações, sei que no amor jamais terei limites. Mesmo que o amor se limite no meu amor

O amor é o impulso apaixonado de uma alma para a sabedoria e esta é ao mesmo tempo conhecimento e virtude.

É inútil tentar fazer um homem abandonar pelo raciocínio coisa que não adquiriu pela razão.

Só sei que nada sei, sabendo que nada sei, sei mais do que não sabe que nada sabe.

Se somos contra o Estado, somos apátridas. Se fazemos o bem, somos inimigos. Se falamos a verdade, somos perigosos. Somos tudo, menos o que eles querem!

[...]antes de querer conhecer a natureza e antes de querer persuadir os outros, cada um deveria, primeiro e antes de tudo, conhecer-se a si mesmo.

Achei que me convinha mais correr perigo com o que era justo, que, por medo da morte e do cárcere, concordar com o injusto.

Às vezes você tem que levantar paredes, não para afastar as pessoas, mas para ver quem se importa o suficiente para derrubá-las.

Pensar um pensamento pensante não é redundância é apenas um pensamento que difere do impensante pela transcendência do saber e pensar.

Vamos estudar e enfrentar os desafios, porque uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida.

O mais provável é que nenhum de nós saiba coisa alguma; mas alguns pensam saber, enquanto eu tenho consciência de que nada sei (…).

"... Dos desejos mais profundos,
muitas vezes surge o ódio mais mortal...!"

Os homens considerados os mais sábios impressionavam-me muito pouco, enquanto aqueles que diziam nada saber me pareciam muito mais próximos da sabedoria.

Me sinto tão velho, doído, machucado. Quase um enfermo convalescendo de verdade. Esperando o tempo passar. Esperando as paredes brancas, encardidas ficarem, e as frestas das janelas chorarem com a ventania em chuva lá fora.

Me sinto tão velho. Tão doído. Um enfermo, sentado observando o céu que se desnuda ao amanhecer. Não eu não gosto das manhãs de sol. Odeio os dias ensolarados e o cheiro de praia. Prefiro quando é noite, quando venta. Quando posso olhar mil e um janelas acesas da minha varanda ao som da voz de uma cantora frondosa num bom e velho toca discos.

Eu sou tão velho. Doído. Enfermo. Permaneço sentado, perdendo a vitalidade, o tempo e o sorriso.

O homem que não sabe amar nunca chegou a raciocinar, porque até os animais que não raciocinam sabem amar.