Poemas de Filosofia
Iminentemente mortos estão os viventes sucumbidos ao estado de zumbis; todavia, há esperança enquanto há vida. O alívio eterno revela-se além da matriz, e o entusiasmo em despertar habita na alma.
Meça o limite do possível, pois o impossível não cabe em cálculos. O impossível é forjado, não medido.
A vida é breve. O verdadeiro legado que deixamos não é acumulado em bens, conquistas ou títulos, mas em como tocamos os corações à nossa volta.
"A ideia ingênua de que o militante abandonará a esquerda quando sua vida piorar nasce da incompreensão de como funciona a mente do esquerdista convicto. Ela funciona de modo anormal, bastando seus lideres afirmarem que a inflação é culpa das 'mudanças climáticas', que a miséria crescente é 'herança maldita' e que a censura é só para os fascistas, para ele se apaziguar interiormente e suportar viver no chiqueiro financeiro e social que ele próprio ajudou a criar. Com esse tipo de autoengano, o esquerdista se torna imune ao cheiro dos seus próprios excrementos."
Dividido entre o que o coração deseja e a razão demanda, percebo que é caminhar paralelamente à sabedoria da geometria humana ansiar para que forme-se entre nós o mais perfeito ciclo de prazer intenso e fugaz que já ousou subsistir entre dois entes imperfeitamente compostos por tudo aquilo de que menos entendem
Não me atire as trevas, se os que lhe feriram foramoutros. a sua lança foi paga com meu arco em suascostas!
Quem escuta os sábios evita grandes quedas; quem ignora a sabedoria, tropeça nas próprias palavras.
O rio segue seu curso independentemente das margens que tentam contê-lo; assim é a alma do sábio, que não se detém por provocações.
É melhor consertar um relógio quebrado do que tentar consertar o pensamento de quem não quer aprender.
Bem-aventurados os que caminham com leveza, mesmo carregando pesos, pois encontrarão o segredo de aliviar o fardo com a força da serenidade e suas pegadas serão suaves sobre a terra, e seus corações, embora muitas vezes pesados, baterão ao ritmo da esperança.
O Sábio usa o silêncio como um escudo contra a ignorância; mas o Tolo usa as palavras como uma espada para ferir e matar.
Bobo é aquele que pensa saber mais por gritar no ouvido do sábio, sem perceber que não passa de peso morto sobre a própria ilusão.
Ser humano é tropeçar, cair e se levantar com os joelhos ainda sangrando, sem a promessa de vitória, mas com a certeza de que a jornada precisa continuar.
O Reino do Céu é como um artesão que trabalha pacientemente em uma peça de arte. Ele molda, esculpe e aperfeiçoa com cuidado. Embora demore tempo, a obra final é uma criação de beleza incomparável, refletindo a habilidade e o amor do artesão.
