Poemas de Filosofia

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AQUELE QUE CAMINHA NO INVISÍVEL.
Caminho como quem aprende a ver novamente.
Não procuro respostas. As respostas fazem barulho.
Prefiro o silêncio. É nele que a verdade repousa como uma criança adormecida.
É estranho.
Sem querer dizer sim sou levado para fora de mim.
Na memória que não me pertence reconheço teu rosto. Reconheço como se reconhece um deserto.
Não pela aridez. Mas pela fidelidade ao essencial.
Cada lembrança é uma lâmina delicada.
Ela não corta de uma vez.
Ela ensina.
Nota a nota o tempo escreve em mim sua música severa.
Gota a gota a ausência aprende a falar.
Lágrima a lágrima descubro que amar é aceitar ser atravessado.
O infinito não grita.
Ele observa.
Parece vazio apenas para quem olha com pressa.
É pleno para quem aceita perder-se.
E assim sigo.
Mais leve porque ferido.
Mais verdadeiro porque não fugi.
Somente aquele que consente em ser tocado pelo invisível torna-se digno de guardar o eterno no coração humano.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A LUCIDEZ ENTRE O PENSADOR E O IDIOTA.
O pensador, mesmo quando dorme, permanece desperto. Não desperdiça o tempo alheio em choros estéreis nem se detém nas perdas que a vida naturalmente impõe. Ele escreve desde cedo e, ao escrever, não registra apenas ideias, mas atravessa vidas. Observa os acontecimentos da noite e dos dias com igual atenção, pois sabe que a consciência não repousa quando a lucidez é vocação.
Em oposição silenciosa, o idiota não busca a verdade, mas a confirmação do próprio ruído interior. Sua filosofia não nasce da dúvida, mas do medo de pensar. Ele transforma a ignorância em abrigo e a convicção vazia em escudo. Enquanto o pensador interroga o mundo para compreender a si mesmo, o idiota interroga apenas para vencer, não para aprender. Um escreve para existir, o outro fala para não se sentir pequeno.
O pensador toma da pena uma única vez diante do papel, não por economia, mas por precisão. Logo a abandona para acolher outros pensamentos, compreendendo que o silêncio também é linguagem. Ele incomoda porque não se curva ao consenso, mas vive tranquilo porque não depende de aplausos nem se fragiliza diante da censura. Já o idiota permanece, gira, insiste. Sua lógica é circular porque seu espírito não se move, e ele chama de firmeza aquilo que é apenas recusa de revisão interior.
Não dependendo de críticas positivas ou negativas, o pensador simplesmente é. Sua natureza evola em torno do próprio estro, fiel àquilo que o constitui. O idiota, ao contrário, precisa do olhar alheio para sustentar a própria ilusão de sentido. Um avança em silêncio, outro estagna em barulho. E assim, enquanto o idiota escolhe permanecer igual por medo da dor que o pensamento verdadeiro provoca, o pensador aceita essa dor como preço da lucidez e segue adiante, porque compreendeu que pensar é um ato de coragem e existir com consciência é a forma mais alta de dignidade humana.

Inserida por marcelo_monteiro_4

NO INTERIOR DA FERIDA.
Escritor: Marcelo Caetano Monteiro.
Não peço que a dor se retire. Ela já não é estrangeira. Habita-me como uma presença inevitável, tão íntima que sua ausência seria mutilação. Acostumamo-nos um ao outro nesta estrada do mundo, onde o amor é escasso não por impossibilidade, mas por temor. Poucos ousam sustentar o peso da liberdade que amar exige.
Estou ajoelhado nela, e ela ajoelha-se em mim. Não há hierarquia nesse pacto. Há cumplicidade. A dor não me domina, tampouco eu a domino. Existimos no mesmo espaço, como duas consciências que se reconhecem no silêncio. Dói, mas é minha. E justamente por ser minha, não a repudio. Seria negar a própria textura do que sou.
O horizonte tornou-se cinza. Não o cinza da neutralidade, mas o da revelação. A alegria que ainda subsiste vem úmida, dissolvida nas lágrimas que não pedem testemunhas. Há uma lucidez amarga na compreensão de que a felicidade fácil é distração. O que permanece é a densidade da experiência.
Deixa tudo como está. Não por resignação, mas por fidelidade à busca. Ainda procuro a verdade, e essa procura não admite adornos. A diferença, que antes feria como julgamento, perdeu importância. Diante do absoluto, as comparações são ruído. Cada ser está ligado à própria travessia.
Se poucos amam, é porque amar implica assumir o risco da própria exposição. Amar assim é aceitar que não há garantias. É lançar-se ao outro sem a promessa de retorno. E, ainda assim, continuar.
Permaneço na linha fina do meu horizonte. Não por esperança ingênua, mas por decisão consciente. A dor não me define, mas me revela aos poucos a mim mesmo. E enquanto a verdade não se deixa capturar, sigo caminhando, mesmo que o caminho seja feito de sombra e silêncio. É pura lição e essência absoluta do absoluto. Gratidão.

Inserida por marcelo_monteiro_4

No tempo certo a gente entende, que todas as flechas de maldades que, em algum momento, foram lançadas contra nós; nada mais foram, que poderosas ferramentas permitidas por Deus, para aperfeiçoar o nosso processo de amadurecimento, conhecimento e evolução.
Para cada pessoa que nos há conhecido antes deste evento, vale a pena apresentarmo-nos; por mais uma vez.
Muito prazer!

Inserida por marachan

Me apaixono pelas almas das pessoas.
Pessoas com almas bonitas produzem bons pensamentos e boas condutas. É muito agradável estar na companhia de pessoas belas assim.
Uma alma bem cuidada supera qualquer beleza exterior, e de fato é mais sincera e duradoura.

Inserida por marachan

⁠Cicatrizes que Florescem

Eu carrego o peso dos dias não ditos,
os ecos de passos que não me pertencem,
fragmentos de uma estrada sem destino,
onde a dor se enrola nas raízes do tempo
e floresce como cicatriz que canta.

Há um grito em cada gota de chuva,
uma confissão no som que corta o vento.
A alma se espraia pelos campos secos,
e o coração, inquieto,
brota em flores que não pediram cor.

Sou rio que deságua na própria margem,
meu curso incerto entre pedras e paus,
correndo por entre trilhas rasgadas
que costuram minha pele ao chão da existência.
Não há ponte que atravesse o que sou.

Em noites de silêncio denso e cru,
a lua sussurra verdades que não quero ouvir,
desvenda os espelhos internos,
onde sou herói e vilão,
onde luto contra meu próprio reflexo
até me tornar pele, osso e vontade.

E quando o sol, ao fim de seu fôlego,
se deita sobre os montes quebrados,
meu corpo, feito de sonhos e poeira,
abre os braços para um horizonte que se dissolve
no vão entre ser e querer ser.

Eu permaneço inteiro
na tempestade que arranca galhos secos,
pois sou árvore que cresce do avesso,
raiz que abraça o abismo
e flores que desafiam o solo.
Sou também a calmaria que sucede o caos,
a certeza que nasce do chão devastado,
o tronco que se curva, mas não quebra,
que desafia o vento com sua seiva viva
e canta, mesmo quando a dor ecoa.

Inserida por DanielAvancini

⁠Entre o Assassino e a Vítima

Quem sou eu?
Um humano imperfeito,
destroçado entre o espelho e a carne,
cometendo crimes contra mim mesmo,
atentados sutis que corrompem a alma
e rasgam a pele da consciência.

Sou vítima ou assassino
daquilo que me tornei?
Voluntário no ato de me ferir
ou involuntário na arte de desmoronar?
Sou necessidade que enlouquece,
psicose que se veste de razão,
ou um delírio lúcido que encena
a tragédia de ser quem sou?

Sou mesmo louco?
Ou a loucura é a máscara
que uso para não ver a verdade
do caos que me habita?
Sou mesmo eu?
Ou sou um espectro fragmentado,
uma nota dissonante
na sinfonia do que jamais fui?

Indizível.
Como nomear o vazio que preenche
os espaços entre meus gestos?
Como afirmar com certeza
que sou algo além do que falha
ao tentar existir por completo?

Se a dúvida me define,
sou tanto a ferida quanto a lâmina,
a mão que acolhe e que esmaga,
o vulto que se esconde atrás de um rosto
que mal reconhece sua própria sombra.

E se o espelho estilhaçado
reflete múltiplos eus
que coexistem na fissura do real?
Serei eu o caco que corta
ou o reflexo que sangra?
Sou a colisão entre o ser e o não ser,
o vértice do abismo onde a dúvida ecoa
e a própria identidade se desfaz.

Há um grito que rompe o silêncio,
uma palavra que treme na garganta,
como se nomear-se fosse desabar
e aceitar-se fosse um pacto
com a dor que me habita.

E no limiar dessa guerra interna,
sou o paradoxo que respira,
uma verdade que mente para si mesma
enquanto tenta sobreviver ao próprio fardo.
Ser é ser incompleto.
Sou a imperfeição que sobrevive
no abismo entre razão e caos,
desafiando a lógica
com um coração que ainda pulsa
mesmo quando a mente implora por trégua.

Inserida por DanielAvancini

⁠Naufrágio em Mim

Minha cama vira barco
quando a noite se estende
como um oceano sem margens,
e minhas lágrimas desenham
rotas incertas na pele
de um horizonte que nunca chega.

No grande vazio
onde o silêncio ecoa,
não sei para onde navegar.
Sou marinheiro de olhos fechados,
tateando as ondas com mãos vazias,
e a bússola que carrego
não aponta o caminho
para lugar algum.

Sinto fome,
uma ânsia que não cabe
no peito salgado de mágoas.
Dê-me de comer,
mas que seja algo
além desse vazio repetido,
além desse sal que corta a boca
e engasga meu grito mudo.

E quando tudo se perde
no mar que me afoga,
ele é meu único refúgio,
porto improvisado
nas águas turvas do medo.
Sua voz é como farol
que rompe a escuridão,
e eu, à deriva,
me deixo ser salvo
pela calma que ele traz,
pela promessa de terra firme
onde meu corpo cansado
possa, enfim, descansar.

Então, quando o calor de sua mão
toca minha pele fria,
a tempestade se dissolve
como névoa ao amanhecer.
A luz que ele lança sobre mim
é cais onde meus olhos secos
desaguam esperanças.
E no balanço desse barco incerto,
encontro o ritmo da paz
que tanto busquei
nos ventos que me arrastaram.

Naquele porto improvisado,
eu sou embarcação que cansa,
ancorando meus medos no peito
de quem não teme minhas águas.
Ele, farol e cais,
é o norte que escolhi seguir,
a promessa de que, mesmo à deriva,
há um destino além da tormenta,
um abraço onde o barco repousa
e meu naufrágio se desfaz.

Inserida por DanielAvancini

⁠O Lobo e os Abutres

Em leito, sinto
oh, quão frio,
lobo só, sem matilha,
eco de uivo calado
que reverbera na pedra crua.
Não tema,
está só!
Não reclame, diziam eles,
engula o choro
como quem engole a própria sombra.

Em leito, sentia
já não mais,
mas, nada!
Frio sou
não!
Tornei-me
um vulto que se dissolve
na geada da madrugada,
uma presença que ecoa
no vácuo entre o ser e o deserto.

Em leito, sentiria
na pele,
rasgando o instinto
como faca cega.
Seleção natural
de almas partidas.
Quantos lobos
perecem em si mesmos
por não entender
que há algo errado
na dança da sobrevivência?

Em leito, sinto
coração, não mais.
Odor pérfido
de carniça ao amanhecer.
Não eram lobos,
eram abutres
vestidos de companheiros,
espreitando o cansaço
da fera solitária.
Liberdade, enfim?
Ou apenas a descoberta
de que a solidão
é menos vil
do que a falsa aliança
dos que fingem caçar juntos
mas apenas esperam
o momento da queda?

E quando o sol rasga a penumbra
como lâmina quente,
vejo o rastro das garras
que um dia julguei companheiras.
Eles não uivam,
não caçam,
não sangram pela honra
de viver em matilha.
São carniceiros,
esperando o último suspiro
da presa que pensavam ter domado.

Então ergo meu uivo
para o alto,
rompendo o céu cinzento
com o brado de quem
não teme mais a escuridão.
O eco invade os vales,
acorda os corvos,
faz tremer as sombras
que habitam a floresta.
E descubro,
na solidão que corta,
a liberdade crua
de ser lobo
entre abutres.

Não sou ferido,
sou a cicatriz que se ergue,
o instinto que sobrevive
ao banquete dos falsos.
Sou a fera que renega
o pacto da servidão.
Sou o silêncio que precede
o grito dos justos,
a promessa de que mesmo só,
o lobo sempre voltará
a caminhar sob a lua
sem temer as aves de rapina.

Inserida por DanielAvancini

⁠Identidade

O homem, por mais que se erga sobre inúmeras sobreposições, não se afasta de si mesmo, pois é projeção de sua própria essência. Com respeito às sobreposições, não são estas desvios de quem ele realmente é, mas sim manifestações da mesma identidade, como reflexos de uma virtude essencial que se desdobra de diferentes formas sem perder-se.

Inserida por CatarinaL

"Penso, logo existo."

Fora o que nos remete de forma óbvia...Essa frase me lembra o silêncio do budismo. E Em algum momento me faz pensar nas religiões. Também me remete uma defesa entre o ego, a racionalidade e a emoção.

É difícil encontrar um ponto final quando o assunto é pensamento ou existência.

Inserida por MirlaSantos

⁠A MENTE OU A CONSCIÊNCIA NÃO É A ALMA NEM É O ESPÍRITO!

A Mente ou a Consciência não é a Alma nem é o Espírito!
A Alma não é a Mente ou a Consciência nem é o Espírito!
O Espírito não é a Alma nem é a Mente ou a Consciência!

A Mente também é Consciência!

A Mente também é Conteúdo que no Espírito é Invariável enquanto na Alma é Variável.

A Mente também significa Consciência, porém, é mais conhecida em Psicologia como sendo Pensamentos ou Informações gravadas e fluentes no Cérebro, e em Filosofia ou em Espiritualidade como sendo Alma ou Espírito.

A Mente ou a Consciência não é a Alma nem é o Espírito, mas sim, constitui o Conteúdo Invariável no Espírito e Variável na Alma! Pois, a Mentalidade ou a Consciência de uma Pessoa pode Mudar, mas a do Espírito não Muda!

Inserida por Amanciorego

A teologia tem que partir do clamor dos mais pobres, encontrar Deus nos humildes e mansos para poder anunciar um Jesus Cristo que salva não pela religião, mas pela FÉ.
Entendendo que fé , todos tem, pois é dimensão humana que se abre para o metafísico, assim, ateus tem fé, cristãos tem fé, budistas tem fé, ninguém foi destituído da fé, alguns, apenas não a compreendem e acham que fé tem que estar dentro de uma doutrina.
Fé, portanto, é aquilo que nos move para o outro, para a outra e no fim, para Deus.
Esqueça a religião, apague da sua mente a doutrina e entenda de uma vez por todas: Ninguém foi deixado de lado pelo criador, e Ele não os olhou pelo Continente onde nasceram, pela cor de sua pele, pelas suas preferências sexuais ou políticas, pela sua posição religiosa ou estudiosa acerca D'Ele, Ele os olhou como parte de sua CRIAÇÃO.
Rogério SIDAOUI- Teólogo e Cientista das Religiões.

Inserida por rogeriosidaoui

Hipótese de egocentrismo:
Se eu penso logo existo, se não penso não existo

Você so existe porque eu existo
Pois se eu não existisse, você não existiria;

Tudo foi criado pelo meu pensamento logo sou deus deste breve momento que você esta vivendo

Inserida por Pacheco777

"A Terapia ainda é vista como coisa de louco? Se respondeu que não, é porque você sabe da importância! Qual o nome de seu terapeuta? Se não respondeu é porque no subconsciente, você ainda acredita um pouco nesta crença social! Reflita:

Autoconhecimento e Crescimento é libertador?

Ferramentas para a Vida facilita o processo?

Saúde Mental é prioridade?

Investimento Duradouro(eu vejo o preço ou valor a ser agregado?)

Desmistifica Preconceitos?

Nenhum ativo do mercado financeiro te renderá tanto o quanto você investir em si mesmo(a)!

Então o que é terapia para você?"

⁠

Inserida por carloshenriqueH-CH2

⁠"Resumidamente, enquanto a psicanálise , desenvolvida por Sigmund Freud, foca no indivíduo e seus conflitos internos, a terapia familiar sistêmica , desenvolvida por Bert Hellinger olha para o sistema familiar como um todo, buscando promover mudanças positivas - nas relações entre os entes- na saúde emocional de todos os envolvidos

Pontos de Conexão:

Ambas as abordagens reconhecem a importância do contexto social e das relações interpessoais.

A terapia familiar sistêmica pode incorporar insights da psicanálise, especialmente ao explorar padrões familiares e dinâmicas inconscientes.

A psicanálise pode beneficiar-se da compreensão sistêmica, considerando como as relações familiares afetam o indivíduo"

Inserida por carloshenriqueH-CH2

⁠"O ser humano é, de fato, um sistema intrincado de padrões comportamentais, emoções e crenças. No entanto, muitas vezes, as ciências e a medicina tendem a fragmentar esse sistema em partes isoladas, focando em sintomas específicos. É aí que entra a terapia integral.

A abordagem integral reconhece que somos mais do que a soma de nossas partes. Ela considera o indivíduo como um todo, integrando mente, corpo e espírito. Aqui estão algumas razões pelas quais a terapia integral é tão relevante:

Visão holística: A terapia integral olha além dos sintomas superficiais Isso inclui não apenas o físico, mas também o emocional, mental e espiritual.

Abordagem personalizada: Cada pessoa é única,

Integração de técnicas: tratamento abrangente.

Autoconhecimento profundo: compreenderem-se melhor e a transformarem padrões limitantes.

Em resumo, a terapia integral é uma jornada de autodescoberta e crescimento, que considera todos os aspectos do ser humano. E você, como vê a importância disso na sua própria vida?"

Inserida por carloshenriqueH-CH2

⁠Poema da vida


"Como as vidas são vividas?
Elas são, padrões e crenças limitantes repetidas!

Beijamos as mãos apontadas, que nos tornam julgadas!
Cuspirmos nas mãos estendidas!

Os julgadores temus que ficar abraçandos (as)!
Os abraços acolhedores, ignoras!


Dizer ao companheiro (a) o hoje é o que pra tu importas!
Mas, 'os ontens', viveras a depressão, que se torna fantasmas!
O passado importa-te ou tu não importas?

As vozes internas que me fazem SER, dia a dia, não são às minhas!
Digo não me importar, mas em tudo na minha vida há quem opina!

Respeito não é! Pois o medo não me deixa ser respeitado (a)
Ou apenas, nas prisões afetivas é que a vida não me faz sentir merecedor(a)!

Há quem diz, prefiro está certo(a)!
Ou como quem brinca, prefiro em paz está?

" Humanizado, Carlos Henrique)

Inserida por carloshenriqueH-CH2

⁠" Oração do terapeuta".
Senhor, dei-me discernimento!
Que eu receba de braços abertos a todos os que você a mim encaminhar.
Que eu nunca perca um dos seus pequenos!
Que eu fale apenas o que precisa ser dito! E que cada um escute - no seu coração e na sua mente - apenas aquilo que eles(as) precisam escutarem!
Que eu reconheça e possibilite-os reconhecer a nossa dignidade de sopro divino!
Tu que és o consciente e inconsciente supremo, nos possibilite o poder de autocura interior!
Que assim seja, Amém!"

(HUMANIZADO, Carlos Henrique - CH²) Filósofo, Mentor de Alta Performance e Relacionamentos Neuropsicopedagogo e Terapeuta de Resultados!

Inserida por carloshenriqueH-CH2

"Bem antes de um empresa ser um corpo jurídico, ela é um CPF que a idealizou e a executa. Cuide dessa mente ⁠para que esse corpo não padeça em concordata!"
#Altaimpactoempresarial
#trgresolve

Inserida por carloshenriqueH-CH2