Poemas de Elogios para Mulheres
"Homens começam a morrer, já quando nascem. Ou antes, se não chegarem a nascer. Mulheres, também. Animais, também. Vegetais, idem."
Da Série TAMBÉM SEI ESCREVER TOLICES
MAS SÓ POR GRAÇA E SOMENTE ESTA
NÃO INSISTAM
Esta Série é NADA-SÉRIA
Texto Meu 0922, Criado em 2018
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
A biologia afirma que a Erika Hilton, assim como todas as mulheres trans e travestis, SÃO mulheres. Na gestação, a formação genital se faz na décima semana, e a da área do cérebro responsável pela identidade de gênero, apenas a partir da vigésima. Cérebros de homens são diferentes dos das mulheres, e em estudos foi comprovado que o núcleo do leito da estria terminal, área do cérebro que indica a identidade, é igual nas mulheres cis e trans, assim como a contagem de neurônios e todo o funcionamento biológico. O cérebro de uma pessoa trans é equivalente ao da sua identidade de gênero, ou seja, com o gênero no qual se vê, e não a formação cromossômica/genital.
A transfóbia é, além de criminosa, ignorante!
- Marcela Lobato
É pela vida das mulheres!
É pela dignidade das mulheres!
É pela humanidade!
É pela justiça!
É sobre um melhor para todas as pessoas!
É um passo muito importante de uma longa luta que ainda temos pela frente!
MISOGINIA É CRIME!
NENHUMA MULHER A MENOS!
NENHUM ABUSO A MAIS!
- Marcela Lobato
“O mundo não precisa de mulheres iguais, mas de mulheres inteiras. E só podemos ser inteiras quando nos libertamos da ideia de que precisamos vencer umas às outras para merecer existir.”
- Trecho do livro O despertar da Deusa: as faces do Feminino Sagrado
‼️ MULHERES! ‼️
Antes de iniciar um relacionamento
é melhor correr a ficha criminal do indivíduo em uma delegacia( melhor se for numa delegacia da mulher) ou no site Jusbrasil ( é grátis!).
Também exigir um laudo psiquiátrico e um teste específico da neuropsicologia,
para detectar tendências narcisistas entre outros fatores determinantes...
É bom também o teste HIV.
Ficam as dicas para esses tempos complicados e até monstruosos.
✍@MiriamDaCosta
Feminicídio RJ Brasil
Muitas mulheres cresceram ouvindo que o maior símbolo de sucesso é construir uma família perfeita.
Um marido provedor.
Uma casa bonita.
Fotos sorrindo.
A aparência de estabilidade.
E, na tentativa de sustentar esse sonho, muitas acabam silenciando dores, ignorando sinais e criando uma realidade que não existe de verdade.
Porque às vezes o “marido provedor” não provê amor, respeito, presença ou proteção emocional.
A “família feliz” existe apenas nas redes sociais, enquanto dentro de casa há solidão, humilhação, medo ou abandono afetivo.
A necessidade de manter a imagem perfeita faz muitas mulheres viverem personagens.
Sorriem em público e choram no banheiro.
Defendem relacionamentos que as adoecem só para não admitir que o conto de fadas nunca aconteceu.
Ter uma família é lindo.
Ser cuidada é importante.
Mas nenhuma mulher deveria precisar fingir felicidade para se sentir aceita pela sociedade.
Família não é cenário.
Provedor não é apenas quem paga contas.
E felicidade não se sustenta em aparência.
A verdade sempre pesa menos do que viver uma vida inteira sustentando uma mentira emocional.
Mulheres são Marias, são Franciscas, são Joanas e Anas...
Têm perfume de chão molhado
São remendo, são mil conquistas
Fazem do pouco o milagre sagrado!
Mulheres isso é sério !!!
Façam seu autoexame pois o Câncer é indolor !
O câncer de mama é o tipo de neoplasia que mais causa mortes entre mulheres em nosso país.
Entretanto, quando diagnosticado e tratado de forma precoce, suas chances de cura são bastante consideráveis, reduzindo drasticamente os riscos de sequelas, tanto físicas quanto emocionais.
Um em cada três casos de câncer pode ser curado se for descoberto logo no início.
Mas muitos pacientes, por medo ou desconhecimento, preferem não falar no assunto e acabam atrasando o diagnóstico.
Por isso, é preciso desfazer crenças sobre o câncer, para que a doença deixe de ser vista como uma sentença de morte ou um mal incurável e inevitável.
Se cuidem e auto previna-se mulherada !!!!
Eras de tradição se afunilaram entre as unhas,
Acusaram mulheres sábias de reles feitiçaria,
A idade era média, mas agiam como múmias,
O populacho era adestrado pra fazer o que o rei queria.
Há mulheres raras que Deus envia à terra com missões silenciosas e imensas: amar mesmo quando dói, sustentar mesmo quando falta força e continuar mesmo quando o chão se desfaz sob os pés.
Janice F Rocha
"Nós mulheres temos que cuidar
da nossa sensibilidade, que muitas
das vezes somos a Flor da Pele,
quentes, agitadas, queremos as
coisas já agora. As vezes temos
que parar respirar e ter um tempo
só nosso, para nos recompor, nos
reabastecer e ir a luta dos nossos
ideais, mais sem pressa, sem correria
apenas viver um dia de cada vez".
Mulheres, Flores e Paixão
Mulheres são flores que nascem no chão
mas carregam poder escondido no coração —
algumas são princesas de olhar brilhante e puro,
outras rainhas que governam com amor seguro.
A rosa vermelha bateu forte na minha alma,
quando vi seus olhos, como luar na palma
da mão que acaricia o jardim da paixão,
transformando o tempo em canção.
Ela é jasmim ao luar e cravo ao amanhecer,
é princesa que sonha, rainha que sabe esperar,
seu sorriso abre caminhos no meu peito aflito,
seu encanto é o segredo que meu coração guarda feito tesouro sagrado e infinito.
Por que boa parte das mulheres independentes estão solteiras?
Porque o ego dos dois não alinham a diferença de um ter mais que o outro. Juntar para unir e não para medir grandeza como individual é essencial.
Faço parte do grupo dessas Mulheres que ousam ser livres.
Que brincam na chuva.
Que abraçam árvores.
Que se conectam com a Natureza.
Faço parte dessas Mulheres que são chamadas de Bruxas por serem selvagens.
Deus está chamando o seu povo para orar.
Deus está convocando homens e mulheres para uma busca mais profunda.
Neste alinhamento do céu com a terra, ELE SE MANIFESTARÁ
“E o menino, quando vem?”
Vocês já pararam para pensar que existem mulheres que escolhem não ter filhos?
Outras que não podem.
Há quem tente e não consiga.
Há quem tenha outros sonhos, outros planos, outras prioridades.
Há mulheres que congelam óvulos, que enfrentam limitações de saúde a sós ou no casal, ou que ainda não encontraram um ambiente seguro emocional, financeiro ou afetivo para gestar.
Convivo diariamente com mulheres das mais diversas realidades.
Recentemente, acompanhei simultaneamente três histórias: uma mãe celebrando a chegada prematura do seu filho; outra enfrentando a dor da perda gestacional; e mais uma transbordando felicidade com seu bebê nos braços.
E então me perguntei: será que as perguntas que fazemos são convenientes diante de realidades que desconhecemos?
Nem toda pergunta precisa ser feita, e muitos comentários podem ser evitados.
Às vezes, o silêncio acolhe mais.
Às vezes, um sorriso basta.
E quase sempre, o respeito é a forma mais bonita de cuidado.
Poetisa
Dizem que mulheres
que escrevem poesia
de verdade não se identificam
mais como poetisas,
Eu que não tenho
compromisso com a realidade
permito-me escrever poesia
para fugir da grosseria,
e sempre que eu quiser
me identificarei como poetisa
todas as vezes que for renascer
nesta vida onde muitos
deixaram perder o sentido de viver.
Enquanto 'meninos' seguem acusando as mulheres de “Perigo Constante no Volante”, elas seguem desbravando todas as Direções.
Elas conduzem na terra, no ar e na água.
Enquanto muitos ainda insistem em disfarçar o preconceito com piada — apontar o dedo, buzinar certezas gastas e acusar as mulheres de perigo no volante —, elas seguem fazendo do movimento um ato de coragem.
Não pedem licença ao estereótipo, nem reduzem seus sonhos à marcha ré das opiniões alheias.
Elas atravessam ruas, céus e mares porque sabem que direção não se mede pelo gênero, mas pela consciência, pelo preparo e pela liberdade de ir e vir.
Enquanto os meninos se ocupam em vigiar retrovisores imaginários, elas pilotam o próprio destino: na terra que desafia, no ar que exige precisão, na água que não perdoa imprudência.
No fim, o verdadeiro risco nunca esteve nas mãos que conduzem, mas nas mentes que insistem em frear o avanço alheio para não encarar a necessidade de se despir da masculinidade frágil, do machismo e da própria estagnação.
Não me é concebível que o Dia de Luta por Direitos das Mulheres seja edulcorado para virar
Dias de Glórias
— nem Política nem Comercial.
Quando uma data nascida da dor e na dor, da resistência e da coragem coletiva é transformada em vitrine de marketing ou palanque de conveniências, algo essencial se perde no meio do caminho.
A Memória das Mulheres que enfrentaram jornadas desumanas, violência, silenciamento e invisibilidade não foi construída para decorar discursos, mas para provocar mudanças reais na estrutura da sociedade.
Há um certo conforto em celebrar conquistas com flores, campanhas publicitárias e hashtags bem elaboradas.
O problema é quando essa estética da homenagem passa a substituir o compromisso com a transformação.
A luta, então, vira cerimônia; a denúncia vira slogan; e a história vira produto.
Direitos não nasceram de gentilezas institucionais nem de estratégias de branding.
Foram arrancados à força da persistência de Mulheres que se recusaram a aceitar o lugar que lhes foi imposto.
Cada avanço carrega o peso de muitas que pagaram caro demais para que hoje se fale ou se sonhe em igualdade.
Por isso, quando o dia que deveria ser de memória crítica se transforma apenas em ocasião para discursos oportunos e promoções temáticas, corremos o risco de anestesiar aquilo que ainda precisa incomodar.
Porque enquanto houver violência, desigualdade e silenciamento, essa data não pode ser apenas comemorativa — ela precisa continuar sendo inquietante.
O verdadeiro respeito a essa luta não está na doçura das homenagens, mas na honestidade de reconhecer que ainda há muito a ser enfrentado.
Afinal, datas históricas não existem para nos confortar; existem para nos lembrar de que a história ainda está sendo escrita — e de que a Responsabilidade por ela também é nossa.
Feliz Dia de Lutas — Feliz Futuro de Glórias, Mulheres!
Talvez não haja Absurdo Maior do que Mulheres precisarem de leis para protegê-las de quem deveria Respeitá-las.
É um daqueles paradoxos que expõem, sem rodeios, as falhas mais profundas e medonhas da sociedade.
Leis deveriam existir como garantia de justiça, não como escudo contra aquilo que, em essência, nunca deveria acontecer.
Quando o respeito precisa ser legislado, algo essencial já se perdeu no meio do caminho — e não foi por falta de aviso, mas por excesso de negligência.
A existência dessas leis é, ao mesmo tempo, necessária e constrangedora.
Necessária porque a realidade insiste em violentar o que deveria ser inviolável.
Constrangedora porque revela que, para muitos, o básico ainda precisa ser imposto, vigiado e punido.
Como se a Dignidade Feminina fosse um conceito opcional, condicionado a regras externas, e não um Princípio Inegociável.
Há uma pavorosa Ferida Coletiva nisso tudo.
Uma cultura que, por séculos, relativizou o respeito, naturalizou o desrespeito e, em muitos casos, silenciou quem ousava denunciar.
E o mais inquietante é perceber que, mesmo diante de leis, campanhas e discursos, ainda há quem questione o óbvio, como se o problema fosse exagero e não repetição.
Talvez o verdadeiro avanço não esteja apenas em criar mais leis — ou Criminalizar algo que nem deveria existir — mas em tornar essas leis obsoletas — não por desuso jurídico, mas por Superação Moral.
Um mundo em que o Respeito não precise ser exigido, porque já esteja enraizado.
Em que a Proteção não seja uma necessidade constante, mas uma lembrança de um passado que não se repete.
Até lá, cada Lei é um remendo em uma estrutura que ainda precisa ser reconstruída.
E cada reflexão, por mais incômoda que seja ou pareça, é um convite para que essa reconstrução comece dentro de cada um de nós.
