Poemas de Elogios para Mulheres

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⁠Mulheres, um poema.

Mulher, tua essência é divina,
teu sorriso é a luz que ilumina,
a tua força é admirável,
e a tua coragem inegável.

Com teu jeito delicado,
sabes ser forte quando necessário,
lutas pelos teus direitos,
e jamais desiste dos teus feitos.

És mãe, filha, amiga, companheira,
és a flor que encanta a vida inteira,
és o amor que aquece o coração,
e a esperança que traz a renovação.

Mulher, és obra-prima da natureza,
fonte de amor, carinho e beleza,
mereces todo o respeito e admiração,
por seres exemplo de superação.

Que a tua luz continue a brilhar,
e que a tua voz seja sempre a falar,
em defesa da igualdade e da paz,
porque és um ser humano capaz.

Mulher, tu és uma dádiva divina,
uma inspiração que ilumina,
o mundo inteiro a te reverenciar,
pela tua força e capacidade de amar.

Deus está chamando o seu povo para orar.
Deus está convocando homens e mulheres para uma busca mais profunda.
Neste alinhamento do céu com a terra, ELE SE MANIFESTARÁ

Nada se compara à beleza das mulheres e nada se iguala ao encanto que elas dão ao mundo.


Feliz Dia das Mulheres.

⁠Entre as mulheres, tu és a mais bela.
Entre as princesas, tu és a mais singela.
Entre os amores, vc é a inspiração
Entre os rumores, vc é a dona do meu coração

Das diversas cores, vc é a tonalidade.
Dos melhores sentimentos, vc é a intensidade.
Das palavras,vc é a melhor frase.
E de cada poesia, vc é o encanto.

Dos meus desejos,
Vc é a mais atraente.
Dos meus pensamentos,
A melhor lembrança da minha mente
E da minha vida, vc é o grande amor.

Todas as mulheres que são "Monalisa"..

"Um quadro? Uma pintura! Uma beleza "escondida", natural, um brilho que ofusca tudo e a todos! Deslumbrante, elegante, é ela que esbanja beleza e elegância! Onde passa arranca suspiros!"

CADA PEDACINHO DO SEU CORAÇÃO Tudoo que eu não aprendi sobre as MULHERES

"APRENDA a se AFASTAR dos HOMENS tóxicos, porqueas experiências de VIDA nos ajudam a CRESCER compersonalidades FORTES e nos tornar mulheres
MADURAS".

Antes eu me importava demais, sempre dava omeu máximo para as pessoas. Sópara que elas me achassem legal e tal. E hoje eu vejo queeu não preciso de nada disso. Devoser eu mesma, pois assim saberei que quem estiver
ao meu lado, é porque realmente gosta de mim.

Ela é uma mulher de PERSONALIDADE FORTE e
apesar de tua pouca idade, sabe muito bem o que quer, e
principalmente o que não quer.

FELICIDADE lhe define, uma personalidade que incomoda, presença que se nota, beleza que se ESBANJA.

Muitos dizem que eu mudei. Bom...

Isso depende do ponto de vista de cada um, não é?

"Por isso não confio em mulheres. Elas são, com seus cabelos bonitos, mãos quentes e abraços gentis, a lembrança viva de que a única mulher que eu queria que me amasse me deixou.


Ela assinou os papéis da minha guarda com uma caneta Bic azul, fez todos os trâmites de desembaraço aduaneiro e me despachou como um pacote para além do oceano.


Eu não sou ruim a ponto de minha própria mãe não me querer. Eu sou ruim porque a minha mãe não me quis."

Por que boa parte das mulheres independentes estão solteiras?


Porque o ego dos dois não alinham a diferença de um ter mais que o outro. Juntar para unir e não para medir grandeza como individual é essencial.

Respeitar mulheres é respeitar suas escolhas


Mulheres adultas tem o direito de fazer escolhas sobre seus corpos e sua aparência sem que isso seja tratado como um problema. Se alguém prefere ser mais magra, mais gorda, usar calça larga ou uma minissaia, ser depilada ou não, isso diz respeito ao seu bem-estar e à forma como se sente consigo mesma.
Nem toda escolha estética é fruto de obsessão ou imposição; muitas vezes é simplesmente uma preferência pessoal.
Um discurso negativo sobre os corpos ou as roupas das mulheres acabam desqualificando a autonomia feminina e mascarando preconceitos contra mulheres que não se encaixam em uma determinada visão de feminilidade.
Respeitar as mulheres também significa respeitar as suas escolhas!

Imagine um grande grupo de pessoas, entre eles...
Homens e mulheres
Pobres e ricos
Negros, brancos, índios
Ateus e religiosos
Você faz parte desse grupo e o torna importante.
Não, você não é mais importante que ninguém. Somos todos iguais, ou melhor, todos temos direitos.
Imagine que esse grupo apresenta divergências, e é isso que o torna mais interessante.
Mas essas divergências nos fazem crescer, porque através delas, com nossa maturidade, passamos a refletir em que devemos melhorar e ao mesmo tempo admitir o que o outro também tem de bom.
Mas nesse grupo há paz, companheirismo, respeito.
Imagine...
Nossa, como é bom imaginar!
É utopia? Talvez! Mas é de sonhos que vivemos.
São os sonhos que favorecem para que busquemos sempre o melhor.


Texto de 2018

Aqueles que elogiam em demasia as mulheres,
São os que mais as maltratam, e desrespeitam,
Ou que se auto-denominam, os bons,
São os mais incompetentes e fracassados,
Em relação ao que toda a mulher merece...

As mulheres não são todas iguais. Cada uma é diferente, mas todas têm o coração do mesmo tamanho. Todas são boas, têm um olhar carinhoso e uma força parecida com a dos anjos nos seus gestos.
Todas lutam muito, umas mais do que outras. As mulheres são a beleza do mundo. Elas transformam a vida de qualquer pessoa em um paraíso cheio de amor e paixão. As mulheres merecem ser felizes, sorrir e receber o amor de todos.

Alexandre Sefardi

As mulheres são como rosas, delicadas e belas, desabrochando em toda sua exuberância e graciosidade. Assim como as rosas, as mulheres possuem uma força interior que as torna únicas e admiráveis. Suas pétalas refletem a diversidade de personalidades, talentos e experiências que as tornam especiais. Assim como as rosas precisam de cuidados e atenção para florescer, as mulheres também precisam de apoio, amor e respeito. Que essa comparação entre mulheres e rosas nos inspire a valorizar e celebrar a beleza e a força de cada mulher ao nosso redor. Excelente dia.

Alexandre Sefardi

Grandes mulheres forjam grandes homens;
Grandes homens constroem grandes negócios;
E grandes divórcios fazem todo o resto.

⁠Eras de tradição se afunilaram entre as unhas,
Acusaram mulheres sábias de reles feitiçaria,
A idade era média, mas agiam como múmias,
O populacho era adestrado pra fazer o que o rei queria.

⁠Poetisa

Dizem que mulheres
que escrevem poesia
de verdade não se identificam
mais como poetisas,
Eu que não tenho
compromisso com a realidade
permito-me escrever poesia
para fugir da grosseria,
e sempre que eu quiser
me identificarei como poetisa
todas as vezes que for renascer
nesta vida onde muitos
deixaram perder o sentido de viver.

O amor só precisa de uma porta, e nós mulheres temos esse poder de abrir, no coração de qualquer homem.


O amor da sua vida pode estar a um passo das suas palavras.

⁠Enquanto 'meninos' seguem acusando as mulheres de “Perigo Constante no Volante”, elas seguem desbravando todas as Direções.


Elas conduzem na terra, no ar e na água.


Enquanto muitos ainda insistem em disfarçar o preconceito com piada — apontar o dedo, buzinar certezas gastas e acusar as mulheres de perigo no volante —, elas seguem fazendo do movimento um ato de coragem.


Não pedem licença ao estereótipo, nem reduzem seus sonhos à marcha ré das opiniões alheias.


Elas atravessam ruas, céus e mares porque sabem que direção não se mede pelo gênero, mas pela consciência, pelo preparo e pela liberdade de ir e vir.


Enquanto os meninos se ocupam em vigiar retrovisores imaginários, elas pilotam o próprio destino: na terra que desafia, no ar que exige precisão, na água que não perdoa imprudência.


No fim, o verdadeiro risco nunca esteve nas mãos que conduzem, mas nas mentes que insistem em frear o avanço alheio para não encarar a necessidade de se despir da masculinidade frágil, do machismo e da própria estagnação.

⁠Talvez não haja Absurdo Maior do que Mulheres precisarem de leis para protegê-las de quem deveria Respeitá-las.


É um daqueles paradoxos que expõem, sem rodeios, as falhas mais profundas e medonhas da sociedade.


Leis deveriam existir como garantia de justiça, não como escudo contra aquilo que, em essência, nunca deveria acontecer.


Quando o respeito precisa ser legislado, algo essencial já se perdeu no meio do caminho — e não foi por falta de aviso, mas por excesso de negligência.


A existência dessas leis é, ao mesmo tempo, necessária e constrangedora.


Necessária porque a realidade insiste em violentar o que deveria ser inviolável.


Constrangedora porque revela que, para muitos, o básico ainda precisa ser imposto, vigiado e punido.


Como se a Dignidade Feminina fosse um conceito opcional, condicionado a regras externas, e não um Princípio Inegociável.


Há uma pavorosa Ferida Coletiva nisso tudo.


Uma cultura que, por séculos, relativizou o respeito, naturalizou o desrespeito e, em muitos casos, silenciou quem ousava denunciar.


E o mais inquietante é perceber que, mesmo diante de leis, campanhas e discursos, ainda há quem questione o óbvio, como se o problema fosse exagero e não repetição.


Talvez o verdadeiro avanço não esteja apenas em criar mais leis — ou Criminalizar algo que nem deveria existir — mas em tornar essas leis obsoletas — não por desuso jurídico, mas por Superação Moral.


Um mundo em que o Respeito não precise ser exigido, porque já esteja enraizado.


Em que a Proteção não seja uma necessidade constante, mas uma lembrança de um passado que não se repete.


Até lá, cada Lei é um remendo em uma estrutura que ainda precisa ser reconstruída.


E cada reflexão, por mais incômoda que seja ou pareça, é um convite para que essa reconstrução comece dentro de cada um de nós.

⁠Só o Estado
que insiste em
Fingir Preocupação com a Segurança das Mulheres,
libera Agressores
para empurrá-las
para as estatísticas.


E nesse teatro de contradições, a proteção vira discurso, enquanto a realidade segue sendo risco.


Leis são anunciadas como escudos, campanhas surgem como vitrines, e pronunciamentos ecoam promessas que não resistem ao primeiro teste da prática.


Há uma distância bastante cruel entre o que se diz e o que se faz — e é nesse intervalo descarado que a violência encontra espaço para continuar.


Não se trata apenas de falhas isoladas, mas de uma lógica que naturaliza o descaso.


O ciclo se repete: denúncia, indignação, manchetes e caprichoso esquecimento.


Enquanto isso, mulheres seguem sobrevivendo com medo, não apenas da violência em si, mas da possibilidade concreta de que, ao buscar ajuda, encontrarão apenas portas entreabertas, respostas tardias ou decisões que as devolvem ao perigo.


O mais inquietante é perceber que o problema não está na ausência de instrumentos, mas na falta de compromisso real com sua aplicação.


Como se a existência de Políticas Públicas fosse suficiente para acalmar consciências, mesmo quando elas não alcançam quem mais precisa.


Como se proteger fosse mais uma ideia do que uma prática.


No fim, o que se constrói é uma ilusão de cuidado — uma narrativa que tranquiliza quem observa de fora, mas abandona quem vive a urgência.


E talvez a pergunta que reste — sem tropeçar na covardia do Estado para se calar — não seja apenas por que isso acontece, mas até quando aceitaremos que a Aparência de Proteção valha mais do que a proteção em si.