Poemas de Dor
"Dor, eu pensava que sabia o que era dor,apenas pela ausência do amor,mas agora percebo, que a solidão absoluta é ainda mais confortável, do que estar ao lado de alguém te faz senti-lá"
"já mergulhei no vazio, travestido de esperança, e então, descobri que a vida não precisa de entendimento, ela precisa ser vivida."
"Tristeza é tão forte, tão real, ela te persegue nos seus sonhos,nos seus desejos, na sua solidão, na sua companhia, até mesmo em seus momentos felizes, ela te espreita."
"Hoje eu acordei com as minhas costas doendo, meu olhar cansado,meu corpo exausto. Maldito seja o homem, com o sonho de viver"
Os dias cada vez mais vazios, minha mente colapsando, há uma escuridão pairando onde quer que eu vá, mesmo na luz do dia. já não há mais esperança, pra um coração que deseja seu próprio fim
Eu penso tanto na vida, em momentos que poderiam ter acontecido, sentimentos não vividos. Mas isso é sintoma comum, de alguém que já está morto por dentro.
Você é um cara incrível preso no corpo de alguém que está sempre atrasado. Preciso pescar esse cara aí de dentro sempre que encontro você.
Nossas vidas são cheias de mimos e privilégios. Nós nos desconectamos da verdadeira dor dos outros.
Bobagem é corporatizar viagens. Garantindo que os ricos propaguem seu elitismo pelo mundo e excluindo os pobres da sociedade.
"Nas correntes tumultuosas dos sentimentos, encontro a melodia da minha jornada, onde cada emoção é um elo para a autodescoberta e a busca pela luz interior."
Mas um dia será demasiado esforço, excessiva dor, e você esquecerá como se esquece um compromisso sem muita importância. Uma fruta mordida apodrecendo em silêncio no prato.
O melhor era mesmo calar. Outra coisa: se tinha alguma dor e se enquanto doía ela olhava os ponteiros do relógio, via então que os minutos contados no relógio iam passando e a dor continuava doendo. Ou senão, mesmo quando não lhe doía nada, se ficava defronte do relógio espiando, o que ela não estava sentindo também era maior que os minutos contados no relógio. Agora, quando acontecia uma alegria ou uma raiva, corria para o relógio e observava os segundos em vão.
Não sei por que você não me alivia a dor. Todo dia a senhora levanta a persiana com bruteza e joga sol no meu rosto. Não sei que graça pode achar dos meus esgares, é uma pontada cada vez que respiro. Às vezes aspiro fundo e encho os pulmões de um ar insuportável, para ter alguns segundos de conforto, expelindo a dor. Mas bem antes da doença e da velhice, talvez minha vida já fosse um pouco assim, uma dorzinha chata a me espetar o tempo todo, e de repente uma lambada atroz. Quando perdi minha mulher, foi atroz. E qualquer coisa que eu recorde agora, vai doer, a memória é uma vasta ferida. Mas nem assim você me dá os remédios, você é meio desumana.
Fiz do meu prazer e da minha dor o meu destino disfarçado. E ter apenas a própria vida é [...] um sacrifício. Como aqueles que, no convento, varrem o chão e lavam a roupa, servindo sem a glória de função maior, meu trabalho é o de viver os meus prazeres e as minhas dores. É necessário que eu tenha a modéstia de viver.
Nota: Trecho do conto O ovo e a galinha.
...MaisÉ mais do que a dor da ausência, é o passado que arromba a vida da gente e nos aponta o dedo, e pra qualquer lado que eu olhe não há inocentes. (...) E amigo é isso, aquele que a presença conforta sem precisar de muito gesto ou dramatização.
Não pise na bola, nem cometa erros comigo. O troco pode doer, e se depender de mim, a dor não passará tão cedo.
Sabe a sensação de arrancar um doce de uma criança? Pois é, sou essa criança. E dói. Uma dor cujo único remédio é a sua presença. Então sigo assim, penso em você, sorrio, sofro e rezo, peço pra Deus cuidar da gente, amenizar essa dor e trazer logo a minha cura.
