Poemas de Dança

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⁠"viver é, acima de tudo, uma dança entre o caos e a ordem, entre o medo e a coragem"



respiro fundo e sinto a vida pulsando. é como se um raio de sol atravessasse as nuvens densas de um dia comum. e saber que, por mais que o mundo lá fora possa ser incerto, eu estou aqui, presente, sentindo. quando escrevo, não me refiro apenas às grandes conquistas, mas também às pequenas maravilhas do cotidiano: o sorriso inesperado de quem se ama, o sabor de um café quente numa manhã fria, o conforto de um abraço. já reparou na sorte que é poder sentir o calor do sol na pele, ouvir o som do vento nas árvores, mergulhar o olhar no céu infinito? eu sei, há dias que o peso do mundo parece demais para suportar. mas mesmo nesses momentos há uma sorte intrínseca em simplesmente estar aqui. viver é, acima de tudo, uma dança entre o caos e a ordem, entre o medo e a coragem

- thalita monte santo.

⁠Na dança muda das almas, um poema se revela,
Em harmonia sutil, a conexão se estrela.
Corações entrelaçados, como folhas ao vento,
Versos escritos pelo destino, um laço sem tormento.

Em cada olhar, um verso, em cada toque, um poema,
Almas se entrelaçam, num amor que se esquema.
Palavras não ditas, mas sentidas no silêncio,
Um poema de conexão, pleno e intenso.

A sinfonia do amor, entoada em suaves compassos,
Almas que se entendem, como antigos abraços.
Na simplicidade do sentir, na beleza do momento,
Um poema eterno, no livro do tempo.

⁠O Teatro da Vida

No palco da vida, a dança da existência,
Onde se entrelaçam lutas e resistência.
Conformar-se, mero ato de render-se,
É curvar-se ao destino, é esquecer-se.

Na teia da vitória, uma rude ironia,
Pois vencer é conformar-se, é agonia.
Os triunfantes perdem, sem perceber,
As virtudes que os fizeram renascer.

Cada glória, uma aspereza disfarçada,
A vitória, uma cortesia malgrada.
Os vencedores, em seu gozo efêmero,
Perdem o desalento que era seu elo.

Satisfeitos, mas apenas na aparência,
Aqueles que se conformam com a existência.
O verdadeiro vencedor, paradoxal,
É aquele que, incessante, busca o ideal.

No embate constante, a vitória é efêmera,
Pois só vence quem, em desafios, não se acanha.
Aquele que nunca alcança o último degrau,
É o eterno vencedor, o verdadeiro herói.

⁠ESPETÁCULO

Cair da tarde
Sol se despede
Tom alaranjado
Dança no mar
Brisa
Vento
Calmaria
Espetáculo de harmonia.

Irá Rodrigues.

⁠Ser Autêntico

Ser autêntico é como o vento,
Que dança livre, sem temor,
Carrega em si a força do tempo,
E a verdade em seu interior.

É olhar-se no espelho e ver,
Além das máscaras que o mundo impõe,
Aceitar as falhas, o que se tem a oferecer,
E, por fim, ser o que somos, sem padrões.


Ser autêntico é caminhar sem pressa,
Sem se perder nas vozes ao redor,
É ouvir a alma, sem tristeza,
E viver o agora, sem medo, sem dor.


Não é ser perfeito, mas ser inteiro,
Com todas as cores que se misturam em nós,
É abraçar o que somos, verdadeiro,
E confiar em nossa voz.


Nos braços da autenticidade,
Encontramos a paz que nos falta,
Libertando o coração da falsidade,
E vivendo a vida com a alma alta.


Ser autêntico é se permitir ser,
Sem amarras, sem querer agradar,
É ser a própria verdade, sem temer,
E, no final, simplesmente… amar.

Viva... sorria... ame... perdoe...
Entre nessa dança chamada VIDA!
Porque ela acontece no agora... o momento é esse...

Viva exageradamente como se nunca tivesse se machucado!...

Rosely Meirelles🍃

nos desvaneios da noite, onde o silêncio dança,
guardo segredos profundos, como notas numa pauta.
palavras que se escondem nas sombras do meu ser,
como rios subterrâneos que buscam o mar a renascer.

no vazio do meu peito, habita uma melodia,
revelando sonhos ocultos, teias da fantasia.
segredos que me envolvem, como um manto a me guiar,
num labirinto de mistérios que só eu posso desvendar.

em cada suspiro, em cada olhar que não se vê,
são segredos silenciados, histórias que não pude dizer.
nos traços da minha face, em linhas esculpidas pelo tempo,
reside a alma inquieta, um segredo em cada momento.

e sigo adiante, com sorrisos e máscaras no rosto,
escondendo do mundo as chagas que ainda não foram expostas.
mas na verdade mais íntima, na essência que me faz pulsar,
os segredos se agitam, clamam para se libertar.

e se um dia a coragem me invadir como um vendaval,
desnudarei minha alma, soltarei cada segredo nesse ritual.
para que a verdade, enfim, desabroche como uma flor,
e revele ao mundo inteiro o que guardo com fervor.

pois na escuridão do segredo, há uma força a se erguer,
um fogo que arde e anseia por se fazer conhecer.
e quando finalmente eu abrir o livro do meu ser,
descobrirei a paz que tanto busquei e nunca soube onde obter.

então, envolto em coragem, desvendarei cada véu,
e na música dos segredos, encontrarei meu eu.
pois no fundo de todos nós, há histórias por contar,
e nas entrelinhas da vida, os segredos estão a se revelar.

⁠"Esperar pra quê?"
Nas voltas do tempo que se entrelaça,
Na dança das horas que o destino abraça,
Surge a pergunta que o coração inflama:
"Quanto tempo você tem para dizer que me ama?"
Sob o céu estrelado, no silêncio da noite,
O pensamento voa como ave em seu voo alado,
E nasce a dúvida, quase feito açoite:
Esperar pra quê?
Será que o amor espera, ou já está condenado?
Na vastidão do tempo, como grãos de areia,
As palavras ganham vida, ganham verdade,
E o amor, como estrela que cintila e clareia,
Espera ser declarada, sem nenhuma maldade.
Então, sem demora, sem sombra de recebimento,
Que a resposta ressoe como doce sinfonia,
No compasso do coração, no eco do anseio,
Diga-me que me ama, com a mais pura harmonia.
Esperar pra quê?
Pois o tempo é efêmero, uma brisa que passa,
E o amor, como flor delicada, desabrocha e se vai,
Não deixe para depois o que o coração abraça,
Diga agora, com sinceridade, que me ama, e não só depois.
Esperar pra quê?

⁠Emilly, teu nome dança como brisa,
No palco dos versos, tua essência canonisa
Nome Imponente e ao mesmo tempo afável
Aquela que fala de modo agradável.
Teus olhos guardam uma constelação secreta,
Refletem visões em noites repletas.
És a musa do sonho e da ilusão,
No teatro da vida, és a encenação.
Emilly, és a pintura em tela abstrata,
Na paleta da alma, és cor que desata.
Tua determinação é um rio incessante,
No escuro do quarto, é uma dançante.
Emilly, guerreira, és espada flamejante,
Na batalha do tempo, és a constante.
Do teu nome floresce esse poema
Inteligência, diligência e graça
Fazem parte do teu ecossistema.
Celebremos a tua existência,
Emmie, Mille, Mila, Lili
Que a vida seja pra ti,
Sempre afinada, Com amor e esperança, de alma lavada.
(FELIPE REIS)

⁠No mundo da dança, um homem de encanto,
Beleza e graça, seu sorriso é o meu canto.
Dança com a alma, como quem quer voar,
Mas por trás desse brilho, cicatrizes a carregar.

Ele sofreu por amores antigos, é verdade,
As lembranças do passado ainda lhe causam saudade.
Mas vejo nele força e determinação,
Tentando juntar seus pedaços, uma nova direção.

Em seu coração, encontrou a cura,
Superou as mágoas, a dor, a amargura.
No palco da vida, um recomeço a brilhar,
Dançando no presente, o passadoasuperar.

⁠Tem gente que já desistiu
Acha que a violência e o autoritarismo é a música da dança
E mesmo não concordando, mesmo que algo diga não e pulse insistentemente lá dentro,
Elas silenciam essa voz e sucumbem ao estado das coisas;
Eu não as culpo, é uma forma de tentar sobreviver, de tentar se “adaptar”
Isso que me incomoda, sobreviver!
A gente sobrevive, mas não vive
Sem diálogo, sem conversa, sem relevar o que o outro precisa, sem ouvir e considerar também as suas necessidades, a necessidade do todo.
E por mais que pareça que somos obrigados a fazer isso, não se engane!
A gente escolhe sobreviver em um mundo totalmente cruel, sem valores.
É mais instintivo do que lutar contra
E eu lhe pergunto vale a pena escolher sobreviver?
Vale, se, unicamente, sobreviver faz parte de uma busca por querer entender para transformar, por querer viver!

⁠Mas afinal o que é a dança de salão?
É muito além de dois corpos e um abraço,
É mais que dois seres num palco.
O brilho, os aplausos, as sensações, a pele...
Dança de salão é teoria, é educação, é reeducação, é o reinventar.
Dança de salão é tudo isso e muito mais,
Talvez sim,
Talvez não.
O é...

SONO, TRISTEZA E POESIA


O corpo cede, mas há lembrança,
de cada riso, de cada dança,
e o coração, ainda que cansa…
agradece.


A noite cobre de sombra e véu,
mas há estrelas no mesmo céu,
e cada dor, por mais cruel…
ensina.


No breu que insiste, surge um clarão,
a alma entende a própria canção,
e a vida, em breve, num sopro então…
renasce.

Há pessoas que não precisam de muito para te elevar.
São melodia que dança no silêncio, céu estrelado que acalma por dentro. Um pôr do sol que aquece devagar, um vinho raro, difícil de encontrar. Como já dizia um velho autor apaixonado
“Você é minha certeza, meu norte, minha sorte”.

Vencendo as Dificuldades do Cotidiano


Na dança dos dias, o sol desponta,
E as sombras da vida, às vezes, confronta.
Caminhos tortuosos, pedras no chão,
Mas em cada obstáculo, pulsa a razão.


O peso da rotina, um fardo a carregar,
Mas em cada amanhecer, a chance de recomeçar.
Os sonhos adormecidos, como sementes no chão,
Brotam com a coragem, a força da mão.


A chuva que cai traz lições de amor,
Regando a esperança, alimentando a flor.
E quando a tempestade ameaça o porvir,
Lembramos que o arco-íris vem depois de existir.


Os risos e as lágrimas, em um ciclo sem fim,
Nos moldam e nos ensinam a sermos assim.
Na luta diária, encontramos a paz,
Pois vencer as dificuldades é o que nos faz.


Então, erga a cabeça, caminhe com fé,
Cada passo é um triunfo, um novo amanhecer.
E ao final do dia, ao olhar para trás,
Verá que é na jornada que a vida se faz.

⁠– Quais são suas últimas palavras?
– Quer saber? São só três. Luta de dança.

(diálogo entre Balthazar e Gru)

Minha mente dança entre mundos
e mares,
Meu coração se perde ese encontra em lugares.

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Cidades pequenas,
vidas pequenas
- Se você dança com o diabo,
o diabo não muda:
Ele muda você! - De súbito olhamos no
espelho
e nos damos conta
que muito tempo passou enquanto
comentávamos o futebol,
a novela,
os problemas da vizinhança...
E o que realmente importava ficou
esquecido, adormecido.
Mas a vida é assim mesmo:
acabamos por viver no limite
do que nos é possível.
Acredito mesmo que devamos
ser assim para que
possamos conseguir alguma cousa de real
e de concreto nesses
tempos de isopor.


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Mix Elétrons Poéticos

E do átomo em decomposto, fez nascer os elétrons...

Da dança dos elétrons nasceu a eletricidade...

Da sinfonia deles em movimento nasceu a eletrônica...

Da eletrônica em mix com a música...

Nasceu a música eletrônica...

E desta...

Nasceu o maluco que me pediu este poema...

Dizendo ele...

Quebre as barreiras...

Os paradigmas...

As estruturas poéticas...

Mas...

É impossível fazer isso meu querido primo...

Poesia, segue um único compasso...

O ritmo das batidas frenéticas do coração...

Talvez...

Este poema é o mais próximo...

Que palavras vindas de um coração compassado...

Chegarão de um ritmo maluco e elétrico...

Enquanto o meu sentir abarca o mar e seu encantamento,
A dança das vagas me acalma profundamente,
Cala as angústias e os receios
Liberta-me do medo
Faz-me sossegar
.
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