Poemas de Chuva
A vida sem luta perrengue temporal ventania sol chuva não progride, muitos se protegem no conforto do sofá e mesa farta, a diferença está visível poucos conhecem.
Casa, abrigo, um refúgio acolhedor amparando da tempestade protege do frio, guarda da chuva surpresa isola o vento forte até a poeira assenta no canto, casa a nossa proteção.
Valorizar o trabalho é essencial, quem vai buscar água longe entende o valor da chuva conhece o preço de um balde de água.
Aquele cheiro de terra molhada a brisa fresca da chuva, um olhar solitário olhando a rua, vejo tantas coisas importantes mas, sem importância no momento, a chuva sempre trás o vento, o vento sempre trás o frio, bom o frio já sabe e eu aqui sozinho já viu, pensamentos embaçam minha mente como a chuva nas vidraças, o vento sussurra um nome, suave como as águas que escorre pelas calçadas...
A chuva no sol ardente, flores apaixonadas irradiam verdadeiros sorrisos de amor, todas as cores em projeção se descobrem no arco-íris. E tudo é alegria!
Família Fortaleza que nos conforta, mesmo nas horas mas impróprias, faça chuva ou faça sol o abraço sempre é confortante...
O mar e as lágrimas tem algo em comum: o sal, Mas a chuva, ah a chuva são os olhos de DEUS chorando amor em doces lágrimas pela humanidade
De uns tempos para cá aprendi a enfrentar a chuva. Me vou indo nessa idade, muita aguaça na cidade, cada gota uma saudade, enchurrada de você. De tanto amar na chuva, voltei a estiagem, construí uma barragem e fiquei na ré《》presa à você.
E se o amanhã não chegar.... eu fui dormi ouvindo o som da chuva no seu belo rimar, em paz de espírito me deitei e agradeci. Agora só me resta sonhar.
7 de setembro, ou tem muito sol, ou muito frio, ou muita chuva. Dia em que as crianças são submetidas às longas filas e a cantar um hino que jamais entenderão. Francisco Manoel não provocou tédio pela letra, porém pela inversão causa euforia em cada brasileiro patriota vítima dos discursos hipócritas e falácias palacianas. Quem dera uma manhã nostálgica de cantares de pássaros e sons de água de cachoeiras às margens do Ipiranga desatreladas de gritos por liberdade.
Chuva ou vento chamado de "tempo ruim", não impede de fazer inúmeras coisas boas enquanto a Natureza trabalha para manter a bondade da vida.
A chuva disfarça as lágrimas, o Sol as evapora, a Lua as tinge de prata misturando-as às estrelas para abraçar aquele que chora.
Aqui fica um sentimento, abandonado dentre as cinzas de um dia frio. Um bjo na chuva, um delírio entre risos, sentimentos diversos e adversos, coragem foragida, medo evidente, pensamentos incertos. Quantos passam pela mesma situação, quantos querem ter-te. Oh! Me indaga está realidade, me entala essa vontade. Sem mais explicação, pois nunk se explica um coração....
Saudades de quando eu ficava na chuva sem ter medo de ficar doente, de brincar com os amigos agora já crescidos, de viver sempre livre, sem se preocupar com o amanhã.
Um pingo de chuva pode matar, uma gota de água benta pode até salvar, mas uma idiotice coletiva jamais terá boas lembranças na História...
As dores do amor podem ser curadas com um beijo de perdão, um beijo na chuva, um beijo de despedida, mas nunca com um beijo de traição.
Quando a chuva toca a alma é hora certa para manter a calma e contemplar a obra, do Supremo Arquiteto.
Em meio as tempestades não tenhamos medo da chuva que ajuda o solo criativo, mas aos trovões que ecoam no coração surdo.
