Poemas de Casa
Não foi triste, foi cômico. Foram correrias dentro de casa, e segredos espalhados para minha prima (já que sou filha única). E ela só conseguia dizer que um dia ele iria voltar. E de fato, voltou para onde nunca deveria ter saído. Voltou para aquela vidinha, para aquele inferninho. E eu não estou mais nem aí para ele. Nem para os três anos que vão se apagar daqui um tempo. Não estou mais nem aí para os problemas dele, e nem para os meus. Só quis embora daquilo que me fez mal, e não acho errado. Achei certo, e pela primeira vez me comportei conforme queria. Me comportei como precisava. Não bebi para esquecer, nem ao menos quis ser mais cool para que ele voltasse.
Chegou a hora de dizer adeus. Chegou a hora de voltar para casa e lutar por aquilo que sonho desde menina. Chegou a hora de se recompor e tentar ser feliz com ou sem ele. Uma das coisas que aprendi é que a minha felicidade só depende somente de mim, e não dele, nem da minha mãe, nem da paz mundial.
Esse é o fim. 365 dias sem ele completos. Inúmeras vezes tentei aproximação mas foi em vão. Não adiantou. Ele não voltou e não vai voltar. E acredite, é melhor assim. Esse é o fim. Nunca saberei se estou realmente pronta para me despedir, já que sempre é tão difícil despedir de algo que acabou fazendo parte da sua história. Eu vou e não volto, nunca mais.
Não é que você seja muito para mim, é que não se guarda seu maior tesouro em casa. Não poderia lidar em ter você e um dia perder. Preservo a minha espécie.
Eu tenho uma alma canina. Ela aparece todas as vezes que chego em casa e encontro um ser que me demonstra um verdadeiro sentimento de amizade
Tenho uma vontade enorme de voltar nos meus tempos de criança,correr,brincar,jogar pedra na casa do vizinho,essa vontade é maior que a ilusão
enho saudade de quando era criança e não me preocupava com nada só na casa de que amiga eu iria ir no outro dia para brincar de boneca. Eu não me preocupava com trabalho com estudos, com os meus amigos, com as contas para pagar, com a minha família…. com o meu coração. :x Só que nós crescemos e não podemos voltar no tempo ou para-lo. NÃO PODEMOS. Devemos nos conformar com isso!
"Chego em casa e desabo todas as mágoas entre meus lençóis, e peço para que seja, que seja como o coração manda dessa vez. Que eu obedeça, que eu siga, que eu me permita sentir e te faça sentir também. Por isso estou aqui, parada diante da porta da sua casa implorando por mais do que somente migalhas. Migalhas não me satisfazem, te explico, quero o tudo ou o nada. Sentir dor faz parte, e faz agir instantaneamente. Dessa vez, sem segurar os anseios, digo tudo o que preciso, o alarme interno apita em sinal de saída de emergência mais eu continuo aqui, persisto. Te explico humildemente, secretamente, que a culpa não é minha, e sim da tal intensidade que me deixa em alerta vermelho perto de ti. Te peço amor, entrego todo o que eu puder e invento mais um pouco para te fazer feliz. A única condição - se é que ainda posso exigir estando na porta da sua casa implorando por carinho - é aceitar minha vulnerabilidade diante do sentir. Sinto profundamente, deixo cutucar, sangrar. Me expulse para sempre, ou me deixe ficar e ofereça amor fresco com gosto de cama quentinha e beijo de bom dia. Peço baixinho para somente Deus (e você, do meu modo telepático de agir) escute: que aceite, por favor, que diga sim. Que abra a porta."
Dona felicidade e irmã Gratidão resolveram morar na mesma casa.
Assim, a infelicidade e a ingratidão se darão muito bem juntas, mas em outro ambiente.
"Eu nunca saio de casa desarmado. Levo sempre comigo o meu melhor sorriso. Faça sol ou faça chuva, se chover levo também um guarda chuva... SORRIA..."
A maturidade se encarrega de nos mostrar: quando a maior idade chega, menor fica a casa dos pais para nós.
A maturidade nos mostra que a moradia dos pais, será sempre asa que acolhe, mas não mais casa que more.
A assinatura que compra, vende! Que casa, divorcia! Que contrata, destrata! Que admite, demite! Que paga, recebe! Que concorda, discorda! Que confirma, cancela! Mas nunca será a assinatura que nasce, morre.
Quando passei na sua casa, e te beijei no portão, você ficou na minha mente e eternamente no meu coração.
No dia que você voltou , e na minha casa entrou, quando você me abraçou, todo mundo viu suas lágrimas de amor, como o orvalho que caiu, na noite que serenou.
A firmeza de uma casa, precisa começar na planta e no piso, a certeza de te amar se decanta na beleza do seu sorriso.
