Poemas de Carinho com Rimas
Jamais saberá o sabor do fruto se dele não experimentar, como também, não podes julgar, a alheia que traz na alma alguém a dor.
O racismo é a amplitude do egoísmo, do indivíduo se achar o centro do universo, como sendo a pessoa mais importante dentre todos os demais, independente de vários fatores socioeconômicos ou culturais.
o ano passa, como um vento se vai, sempre adiante. De igual modo, passa a vida, como um vento que surge sem saber aonde se dará o seu desenlace.
Portanto, enquanto o sopro resiste, não se embarace, busque seguir junto dos que amas, e em todas as oportunidades, abrace.
Quero me refugiar, já vencido do cansaço. Onde seguro posso estar? Na fortaleza do teu abraço.
Quero me desligar, já não sei mais o que faço. O que esperar desse mundo? Nessa viajem pelo espaço.
Viver, vi ver a vida, entre idas e vindas, sobrevivi.
Dizer, diz ser vivente, entre chegadas e partidas, eis me aqui.
Por mais que se estude a mente humana, mentiras vão subsistir. Porque a verdade agride os que não querem a ouvir. Por isso preferem a mentira e seguir vivendo a se iludir.
Eu amava e sofri, por não mais tê-la em meus braços, chorei. Muitas noites em lágrimas eu dormi, de muitos prantos enfim, acordei.
Muitos acham serem donos de alguma ou muita coisa, mas a grande verdade é que nem o próprio corpo lhes pertencem. Somos um amontoado de poeira cósmica bem ajustados com a função de habitar o sopro de vida.
Buscando calmaria, noutros mares que não me lancem à arrebentação. Paz interior, descanso para o combalido coração.
Os risos são as melhores máscaras para disfarçar uma alma deprimida. Quem se vê sorrindo jamais imagina o quanto sua alma está chorando. E de repente você interpreta um personagem na vida real, com tanta maestria que ninguém consegue perceber que para você já deu e está cansado de ser o protagonista desse enfadonho seriado.
Miseráveis homens que somos, quando medimos os outros com a nossa régua de santidade ou moralidade , e julgamos nossos semelhantes como se fôssemos perfeitos. E não adianta a palavra nos advertir, que Deus não vê como nós humanos, porque na nossa presunção, achamos capazes de aferir a vida alheia como que tivéssemos o poder de esquadrinhar os corações.
Eu quero a sinceridade do clima, suas nuances sazonais, regado às intempéries do tempo, incerto mas honesto em sua marcante apresentação ante o espetáculo da vida.
Só mesmo contemplando a natureza para esquecer os problemas mil, as mazelas que assolam nossa amada pátria Brasil.
O sentimento que o mundo chama amor, não passa de lascívia da alma soberba, que só pensa em ter vantagem em tudo, e sobre todos.
Não é preciso dinheiro para cultivar amor verdadeiro.
Nem ter posse ou aparência legal, mas sim um coração fértil para cultivar esse sublime sentimento real.
A melhor companhia é estar consigo mesmo em plena paz interior. As vezes estamos em meio a tanta gente e mergulhado numa solidão, qual peixe fora do seu habitáculo, sem oxigenação.
Em casa, na igreja ou no quintal, celebremos o dia de NATAL.
Não para glutonaria, bebedeira, ou ostentação, mas agradecendo o autor e consumador da eterna salvação.
Inúmeros são os problemas que nos aflige na vida, e de repente, os problemas se acabam, para aqueles que partem desse plano. Resta saber, se em algum lugar da eternidade, estarão isentos de alguns acertos de contas.
No mundo a gente chora de tristeza ou rir para não chorar. A fragilidade da vida é como um perfume que se esvaece pelo ar.
